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Terceiro envolvido no ?Caso Nina? é identificado e procurado

A Polícia Civil do Estado do Ceará, através da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), já identificou e está à procura do terceiro homem envolvido na morte de Maria das Graças Martins Nina (66). O crime ocorreu em fevereiro e foi premeditado pelo genro da vítima.

A Polícia está à procura do maranhense Francisco de Assis da Silva Gomes (57), que está com um mandado de prisão preventiva em aberto. Segundo as investigações, ele foi cúmplice de Júlio César, contratado por José Walter – genro da vítima-, no assassinato de Maria Graças.

A delegada Socorro Portela, diretora da DHPP, solicita que quem tiver informações referente ao paradeiro de Francisco de Assis entre em contato com a Divisão, através do telefone (85) 3257 4807 ou através do Disque Denúncia – o 181 -, da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS).

Relembre o caso

Maria das Graças foi encontrada morta no dia 21 de fevereiro, às margens da rodovia BR-116, na altura do quilometro 24, em Itaitinga, na Grande Fortaleza.

De acordo com o depoimento do acusado, a vítima foi assassinada dentro do próprio carro ainda em Fortaleza, no bairro de Fátima, nas proximidades da rodoviária. Em seguida, foi levada para o local onde foi encontrada.

Júlio César confirmou à Polícia que receberia a quantia de R$ 4 mil para namorar e assassinar Maria das Graças. Inicialmente, o acusado recebeu R$ 2 mil de adiantamento e o restante do pagamento seria feito 15 dias após o crime.

As investigações policiais apontaram que o crime foi premeditado e o genro tinha intenção de obter vantagens financeiras com a morte da sogra, que tinha um seguro de vida renovado recentemente.

O carro da vítima, um Palio prata de placas ORR 2214 foi localizado uma semana após o crime no estacionamento da rodoviária de Canindé, local apontado por Júlio Cesar. Dentro do veículo foram localizadas a bolsa e a blusa da vítima sujas de sangue.

Os outros dois envolvidos, Júlio César Bezerra de Carvalho (44) e José Walter dos Santos Morais (50), que foram capturados dias após o crime, seguem presos.

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