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Crack e fichas com indícios de agiotagem são apreendidas em posto de combustível na AIS 15

Denúncias anônimas feitas à Polícia resultaram na apreensão de crack em um posto de combustível situado na cidade de Quixadá – Área Integrada de Segurança 15 (AIS 15) do Estado. O trabalho policial foi realizado por equipes da Delegacia Regional do município, na última terça-feira (04). No local, os agentes de segurança ainda apreenderam cerca de 120 fichas com indícios da prática do crime de usura (empréstimo de dinheiro com cobrança de juros elevados e com ameaça), conhecido como agiotagem.

O posto Campo Novo, como é conhecido, fica localizado no bairro que leva o mesmo nome, na Avenida Presidente Vargas. Os investigadores chegaram ao local após receberem informações de que no estabelecimento havia vestígios de drogas. Lá, foram apreendidas seis trouxinhas de crack e aproximadamente 120 fichas com dados como nomes e pagamentos, com indícios da prática de agiotagem.

Todo o material, juntamente com dois funcionários do posto, foi conduzido para a delegacia local. Os trabalhadores foram ouvidos e liberados em seguida. As apurações sobre o caso prosseguem.

Negócio
O estabelecimento onde os materiais foram apreendidos faz parte da rede de postos que pertencia a Veridiano Rabelo Cabral (68), assassinado em julho deste ano juntamente com seu filho, Sadock Camurça Cabral (39), e o advogado da família, Josenias Saraiva Gomes (40). Pai e filho respondiam, respectivamente, a um homicídio registrado no ano de 2007 e outro registrado em 1999, ambos em Quixadá.

Eles foram surpreendidos no veículo no qual estavam, um Corolla de cor branca e placas PMV-3243, e atingidos por disparos de arma de fogo. De acordo com levantamentos, eles foram abordados por ocupantes de dois carros: um Corolla de cor prata e uma S10 de cor branca. Segundo apurações policiais, Veridiano e Sadock são suspeitos de envolvimento em crimes cometidos na região como tráfico de drogas e roubos, lavando o dinheiro ilícito em negócios comerciais.

Denuncie
A Polícia Civil tem desenvolvido um trabalho de investigação na área no sentido de coibir delitos como tráfico de drogas e agiotagem, bem como capturar suspeitos envolvidos em tais práticas delituosas. Assim como neste caso, a população pode auxiliar nos trabalhos policiais. Denúncias podem ser feitas pelo número 181 para o disque denúncia da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) ou diretamente para a delegacia de Quixadá, pelo (88) 3455-1047. O sigilo é garantido.