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Secult promove nesta segunda-feira, 31/10, às 9h, no Teatro Carlos Câmara, o lançamento da XII Bienal Internacional do Livro do Ceará

Secult promove nesta segunda-feira, 31/10, às 9h, no Teatro Carlos Câmara, o lançamento da XII Bienal Internacional do Livro do Ceará


A Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult) promove nesta segunda-feira, 31/10, às 9h, evento de lançamento da XII Bienal Internacional do Livro do Ceará. Na ocasião, com a presença do secretário da Cultura do Estado do Ceará, Fabiano dos Santos Piúba, e da coordenadora de Políticas de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas da Secult, Mileide Flores, serão apresentados o tema e os curadores da Bienal, assim como escritores e outros convidados já confirmados para participação no evento com palestras, debates, shows e outras atividades. O lançamento é voltado para imprensa, livreiros, editoras, escritores, contadores de história, bibliotecários, ilustradores e demais interessados, e ocorrerá no Teatro Carlos Câmara (Rua Senador Alencar, 454, Centro), equipamento da Secult.

Iniciativa do Governo do Estado do Ceará, por meio da Secult, em parceria com o Instituto Dragão do Mar e com o apoio do Ministério da Cultura, a XII Bienal Internacional do Livro do Ceará ocorrerá de 14 a 23 de abril de 2017, no Centro de Eventos do Ceará e em múltiplos espaços de Fortaleza.

Referência no calendário do setor editorial nacional , a XII Bienal Internacional do Livro do Ceará é um daqueles encontros que constroem no cotidiano um mundo melhor, reinventando a vida por meio do livro, da leitura, da literatura, reinventando a vida por meio do livro, da leitura, da literatura, da arte, do conhecimento, da palavra, sendo também um momento de culminância da política estadual de livro, leitura, literatura e bibliotecas, de acordo com as diretrizes  de democratização do acesso à cultura e à arte, valorização da produção cearense e diálogo com o Brasil e o mundo. Sempre com grande participação popular.

O principal diferencial da Bienal Internacional do Livro do Ceará (12ª edição, em 2017) é ter sua programação marcada por um tema transversal e instigante, além de contar com um foco no desenvolvimento da economia criativa do livro, na promoção da leitura, na formação de leitores e na amplitude e alcance de suas ações por meio da Bienal fora da Bienal.

Destaca-se também sua amplitude e alcance pelo registro e formação de acervo digital, pela conectividade em tempo real com ênfase nas redes sociais em que cada visitante, como âncora de sua própria transmissão, pode fazer publicações pessoais ao vivo sobre o evento.

Uma das principais Bienais do Brasil


A Bienal Internacional do Livro do Ceará mobiliza a atenção do mercado editorial de todo o País, que investe na exposição de seus principais lançamentos e facilita a presença de celebridades literárias de renome nacional e internacional. Em cada edição, a Bienal oferta ao público atrações de natureza artística e literária, englobando palestras, mesas redondas, conferências, oficinas, contações de histórias, lançamentos de livros e outros eventos literários, além de apresentações com artistas de reconhecimento local, nacional e internacional, combinando uma programação democrática e de acesso gratuito, que atenda a um público plural – infantil, juvenil e adulto.

O conjunto desses fatores coloca a Bienal Internacional do Livro do Ceará no calendário cultural entre as melhores e mais importantes feiras de livro no Brasil. Um sucesso consolidado ao longo de mais de duas décadas.

A Bienal e a política cultural


A Bienal Internacional do Livro do Ceará, uma das ferramentas da política pública de fomento à leitura e à produção literária, visa ao intercâmbio entre leitores e autores, à democratização do acesso ao livro, à formação de leitores e ao desenvolvimento das cadeias: criativa, produtiva e mediadora do livro e da leitura, conforme as diretrizes Cultura, Educação, Conhecimento, Economia, Inclusão e Cidadania. Sempre refletindo a política cultural do Estado, o programa de governo “Os 7 Cearás”, da gestão do governador Camilo Santana, e o Plano Estadual de Cultura (PEC).