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Em dois meses, Escola no Cinema leva 10 mil estudantes ao Cineteatro São Luiz

Em dois meses, Escola no Cinema leva 10 mil estudantes ao Cineteatro São Luiz

 

O programa Escola no Cinema, da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult), chegou, nesta terça-feira, 24/11, à marca de dez mil estudantes beneficiados em apenas dois meses em atividade. O projeto recebe alunos de escolas públicas e privadas para sessões gratuitas de cinema no Cineteatro São Luiz, equipamento cultural da Secult.

Além de viverem uma experiência muitas vezes inédita com a Sétima Arte na tela de cinema, as crianças e jovens conhecem um pouco da história do prédio, que é patrimônio histórico, arquitetônico e cultural do Estado. Ao todo, 130 escolas participaram do programa durante estes primeiros 60 dias. Nesta quarta-feira, 25/11, acontecem as últimas sessões do programa, que entra em recesso junto com os período das férias escolares. As turmas das escolas Manoel Rodrigues e Murilo Borges chegarão para ver filmes às 9h e as escolas Rogerio Froes e Matias Beck para sessão às 14h30min.

“Para a Secult e toda a equipe que dirige e trabalha no Cineteatro São Luiz esta marca foi uma grande vitória. O programa, logo que lançado, demonstrou ter uma demanda imensa por parte das escolas. o Cineteatro dobrou e até triplicou o número de sessões destinadas a este programa a fim de atender a todas as escolas que nos procuraram”, avalia o secretário da Cultura, Guilherme Sampaio. 

PRIMEIRO ATIVIDADE DO MENU CULTURAL
A sessão desta terça-feira no Cineteatro São Luiz também foi marcada como sendo a primeira atividade do programa Menu Cultural, um roteiro de atrações gratuitas, nos equipamentos da Secult, para alunos de escolas públicas. O projeto-piloto começa com estudantes do Vicente Pinzón, integrando o Pacto Por Um Ceará Pacífico, mas a intenção do secretário Guilherme é estender para alunos do todo o Ceará. “O menu cultural é um programa de oferta de visitas, vivências, oficinas, espetáculos e outras possibilidades nos equipamentos da Secult. É uma política pública voltada para os estudantes terem acesso aos bens culturais e ao patrimônio do Estado”, avalia o gestor.