X Bienal Internacional de Dança do Ceará teve abertura no Cineteatro São Luiz
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Foto: Salvino Lobo
A décima edição da Bienal Internacional de Dança do Ceará teve sua abertura na noite desta sexta-feira (23), no Cineteatro São Luiz, com a presença do secretário da Cultura do Estado do Ceará, Guilherme Sampaio. Recebendo artistas de diversos lugares do País e do mundo, o evento, patrocinado pela Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult), é um marco entre os festivais de dança locais, tendo se destacado por realizar espetáculos, performances, oficinas, residências artísticas, palestras, entre outras atividades fundamentais que promovem a fruição artística, a formação de estudantes e circulação de grupos de dança. A Bienal segue até o dia 8 de novembro em Fortaleza, Crato, Juazeiro do Norte, Itapipoca, Paracuru, São Gonçalo do Amarante, Sobral, Trairí e Uruburetama, com uma programação inteiramente gratuita.
“Compartilho com vocês a imensa satisfação e orgulho que temos – o Governo do Estado do Ceará e a Secretaria da Cultura – em apresentar a décima edição da Bienal Internacional de Dança do Ceará. É um prazer especial acolher centenas de bailarinos, de profissionais, de companhia de dança de sete países e de mais quatro estados além do Ceará e especialmente algumas companhias que ao longo do percurso de 18 anos da Bienal foram também formadas e influenciadas por esse conjunto de espetáculos, oficinas e momentos especiais da dança do Ceará”, destacou o secretário Guilherme Sampaio em sua fala de abertura.
“A Secretaria da Cultura entende que a contribuição da Bienal de Dança para a política cultural do Estado é estruturante em todas as dimensões: na dimensão da difusão, da formação (que vai para além dos profissionais somente de dança), e da circulação. Eu expresso em nome do governador Camilo Santana, que solicitou que acolhesse vocês cordialmente, nosso reconhecimento a todos que produzem e fazem acontecer esse espetáculo maravilhosos que é a Bienal de Dança, em nome de alguém que merece nossa homenagem: Davi Linhares”, ressaltou o gestor, ao se referir ao diretor geral da Bienal.
Abertura poética
Em um poético discurso-manifesto intitulado “Ser e estar com a Dança: Eis a questão”, o diretor geral da Bienal Internacional de Dança do Ceará, David Linhares, proferiu em sua fala os desejos da Bienal enquanto movimento artístico constante e desafiador. “Gostaria de pensar a Bienal como uma imagem movente, encontro de múltipo alcance com o que se move, com aquilo que não é fixo nem acabado, como movimentos vitais que não querem ser maquinais e utilitários, como uma nova partilha do sensível”, declamou ao público.
Ele também aproveitou para dedicar esta edição do evento especialmente a Luiz Carlos Mamede, o Dominguinho, amigo que lhe ajudou a realizar edições da Bienal e a seu pai, o educador Edgar Linhares. Ambos faleceram neste ano.
Espetáculo de abertura
A abertura da X Bienal Internacional de Dança do Ceará foi agraciada por três coreografias de São Paulo Companhia de Dança, de direção de Inês Bogéa. “Indigo Rose”, de Jíri Kylián, emocionou o público do Cineteatro São Luiz por sua interpretação sensível e bela, acompanhada de uma intervenção audiovisual. Já a coreografia “workwithinwork”, de William Forsythe, explorou variações da técnica clássica. Por fim, humor e dança se uniram em “Sechs Tänze”.
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