Sem categoria

Theatro José de Alencar recebe programação gratuita durante todo o dia, em comemoração ao dia do aniversário do equipamento, nesta terça, 17/5, a partir de 14h

Theatro José de Alencar recebe programação gratuita durante todo o dia, em comemoração ao dia do aniversário do equipamento, nesta terça, 17/5, a partir de 14h

(Foto: O Auto do Rei Leal/Divulgação/Mônica Tavares)

 

 

Como de costume, o centenário Theatro José de Alencar (TJA) brinda o dia de seu aniversário a cada mês. Abrindo as portas ao público, para um dia inteiro de programação com entrada franca, o equipamento da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult), comemora mais um dia 17 com grandes espetáculos. A partir de 9h, as atividades tem início com as visitas guiadas pelo TJA e seguem até 17h. Pela tarde, às 14h, começa uma série de apresentações no saguão, no pátio nobre e até na calçada do mais famoso teatro cearense. O destaque da programação vai para a peça “O Auto do Rei Leal”, da Companhia Claudio Magalhães, com texto de José Mapurunga e direção de Alcântara Costa, que começa às 18h15. 

A Banda da Base Aérea de Fortaleza é a primeira atração a se apresentar no saguão do TJA, às 14h, trazendo clássicos temas musicais. No mesmo espaço, às 15h, acontece a apresentação “Voluntários da Leitura com Arte”. Em seguida, às 16h, pátio nobre do TJA, entra em cena o espetáculo “Velho Retrato”, numa apresentação circense voltada ao público infantil.


Na calçada do Theatro José de Alencar, às 18h15, acontece o teatro de rua, com a peça “O Auto do Rei Leal”, da Companhia Claudio Magalhães, com texto de José Mapurunga e direção de Alcântara Costa. A peça conta a história de Rei Leal, que, cansado de suas obrigações, decide dividir seu reino com as três filhas. Sua generosidade seria medida pelo afeto demonstrado por cada uma. Cinicamente, as duas mais velhas, Goneril e Zuleide, derretem-se em elogios e são retribuídas com várias propriedades espalhadas pelo Ceará e pelo mundo. Cordélia, sua filha predileta e que ama verdadeiramente o pai, recusa-se a imitar a hipocrisia das irmãs e critica a forma com que seu pai divide seu legado. Por este ato, é deserdada. Sem propriedades a mendigar, Leal segue um caminho errante. A partir daí, desenrolam-se situações cômicas e trágicas, com ingredientes regionais.