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Seas realiza primeira batalha de Breaking no Cuca Mondubim

Seas realiza primeira batalha de Breaking no Cuca Mondubim

Ao som de um DJ, dois atletas entram na pista para competir com seus passos de dança. No 1°campeonato de Breaking do Sistema Socioeducativo denominado “Batalha dos Crias”, jovens em cumprimento de medidas puderam batalhar por uma medalha e o reconhecimento no Hip Hop.
O evento foi realizado no Cuca Mondubim, na última segunda, e teve a participação dos CS Patativa, CS Dom Bosco e CS Canindezinho, além de convidados especiais da Federação Cearense de Breaking (FCB).

A FCB foi a responsável pela formação dos jovens, por meio de aulas com professores especializados em dança de rua nos centros socioeducativos. Originalidade, estilo e movimentos foram alguns dos fatores que os jurados levaram em consideração para definir o vencedor dos duelos.

A disputa final ficou entre dois adolescentes do CS Patativa do Assaré e precisou de duas rodadas para decidir o campeão. O jovem vencedor falou de como, por meio da dança, ele pode desenvolver suas habilidades e movimentos acrobáticos. “Primeiramente, sinto muito orgulho da minha capacidade e gostaria de agradecer a todos pela oportunidade de estar aqui hoje. Tenho afinidade com a arte e essa batalha só serviu para eu ter certeza que meu futuro está atrelado a ela”.

Por fim, para a presidente da Federação Cearense de Breaking, Janaina Barros, “com o Breaking é possível que os adolescentes se expressem através do corpo e de suas habilidades artísticas. Como é uma cultura urbana, o jovem se sente mais próximo porque faz parte da sua realidade, o que torna o Breaking mais atrativo para esses adolescentes.”, explica.

O projeto

Idealizada pelo colaborador da Seas, Eduardo Africano, a Batalha dos Crias visa trazer o Hip Hop como uma possibilidade artística cultural de se expressar pelo corpo. De acordo com Africano, a ideia é continuar com os duelos de dança e aproximar ainda mais os jovens da cultura do Breaking. “Para mim, participar desse projeto é um sonho e os professores Agriberto e Marcelo foram fundamentais pra tudo dar certo para essa batalha”, explica.