Sesa forma dia 17 coletivos da Política Estadual de Humanização

A Secretaria da Saúde do Estado inicia nesta quarta-feira, 17 de abril, a formação de coletivos da Política Estadual de Humanização (PEH), que tem por objetivo discutir e definir estratégias que envolvam a humanização da gestão e atenção à saúde. A portaria que instituiu este ano a PEH, assinada pelo secretário Arruda Bastos, define a composição e funções do Colegiado Estadual de Humanização, Câmaras Técnicas de Humanização nas Coordenadorias Regionais de Saúde (CRES), e Grupos de Trabalho de Humanização (GTH) nos serviços e ações de saúde. Os coletivos têm a finalidade de apoiar, acompanhar, promover e contribuir na implementação das diretrizes da PEH no âmbito da atenção e da gestão em saúde. A primeira formação de coletivos será realizada no hotel Mareiro, Avenida Beira Mar, 2380, Meireles, a partir das 8h30min.
A Política Estadual de Humanização na Atenção e da Gestão em Saúde no SUS, coordenada pela Coordenadoria de Gestão do Trabalho e da Educação Permanente na Saúde (CGTES), foi instituída este ano e é baseada na Política Nacional de Humanização (PNH), lançada em 2003. A PNH busca colocar em prática os princípios do SUS no cotidiano dos serviços de saúde, produzindo mudanças nos modos de gerir e cuidar. estimula a comunicação entre gestores, trabalhadores e usuários para construir processos coletivos de enfrentamento de relações de poder, trabalho e afeto que muitas vezes produzem atitudes e práticas desumanizadoras que inibem a autonomia e a corresponsabilidade dos profissionais de saúde em seu trabalho e dos usuários no cuidado de si.
O HumanizaSUS aposta em inovações em saúde, como:
– Valorização dos diferentes sujeitos implicados no processo de produção de saúde: usuários, trabalhadores e gestores;
– Fomento da autonomia e do protagonismo desses sujeitos e dos coletivos;
– Aumento do grau de co-responsabilidade na produção de saúde e de sujeitos;
– Estabelecimento de vínculos solidários e de participação coletiva no processo de gestão;
– Mapeamento e interação com as demandas sociais, coletivas e subjetivas de saúde;
– Defesa de um SUS que reconhece a diversidade do povo brasileiro e a todos oferece a mesma atenção à saúde, sem distinção de idade, etnia, origem, gênero e orientação sexual;
– Mudança nos modelos de atenção e gestão em sua indissociabilidade, tendo como foco as necessidades dos cidadãos, a produção de saúde e o próprio processo de trabalho em saúde, valorizando os trabalhadores e as relações sociais no trabalho;
– Proposta de um trabalho coletivo para que o SUS seja mais acolhedor, mais ágil e mais resolutivo;
– Compromisso com a qualificação da ambiência, melhorando as condições de trabalho e de atendimento;
– Compromisso com a articulação dos processos de formação com os serviços e práticas de saúde.
Assessoria de Comunicação da Sesa
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