Saúde de Goiás vem ao Ceará conhecer consórcios públicos

Os consórcios públicos do Ceará, modelo de gestão adotado nos novos Centros de Especialidades Odontológicas (CEOs) e nas policlínicas regionais construídas pelo governo do Estado, atraem a atenção de um Estado da região Centro Sul do país. O secretário da saúde do Estado, Arruda Bastos, e técnicos da Sesa receberam na manhã desta quarta-feira, 22, a visita da assessora técnica da Secretaria da Saúde do Estado de Goiás, Irani Ribeiro Moura, ex-secretária de saúde estadual e ainda do município goiano de Anápolis. Goiás está interessado em construir unidades para cobrir vazios de assistência na saúde da população e busca, assim como já fez o Ceará, agregar nova estratégia de gestão em parceria com os municípios. “Ficamos impressionados com a criatividade e ousadia da gestão aqui do Ceará em implantar um modelo inovador para garantir que a população tenha acesso aos serviços mais complexos em saúde”, disse durante a reunião na Sesa.
“Além de ousadia em diversificar os modelos de gestão, antes sustentada apenas na administração direta e em Organização Social, tivemos que ter habilidade e respeito na articulação e mobilização com todos os envolvidos no processo, em especial os gestores municipais”, afirmou o secretário da saúde do Estado, Arruda Bastos. Ele resgatou as diferentes fases do processo de criação e instalação dos consórcios públicos de saúde, desde a ideia, em 2007, passando pela assinatura dos contratos de rateios para manutenção dos CEOs e policlínicas regionais até os números de atendimentos já realizados. Pelo menos em 13 CEOs e em oito policlínicas já inaugurados. A técnica de Goiás foi ver de perto o funcionamento de uma policlínica e de um CEO. Esteve durante toda à tarde em Baturité.

Ceo Regional em Baturité
Goiás é o sexto Estado a enviar técnicos para o Ceará e conhecer a gestão dos consórcios públicos de saúde. Já estiveram aqui gestores e profissionais de Tocantins, Alagoas, Maranhão, Pernambuco e Bahia. Entre as curiosidades, está a sustentação dos contratos de rateio dos recursos entre o Estado, os municípios e o governo federal para a manutenção das unidades de saúde. Em cada policlínica e cada CEO regionais, o governo do Estado, através da Sesa, participa com, no mínimo, 40% do custeio e os 60% restantes são rateados entre os municípios da região. No Ceará, há 22 regiões de saúde. Nos CEOs há a participação de recursos do Ministério da Saúde.

Policlínica Regional em Baturité
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