Pefoce ajuda a identificar pacientes que dão entrada em hospitais sem portar documentos
Pacientes que chegam às unidades de Saúde de Fortaleza sem documentos ou sem contato da família podem ser identificados pela Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce), que coleta a digital de pessoas vivas ou mortas em qualquer lugar. Com um equipamento portátil chamado Sistema Automático de Identificação de Impressões Digitais (AFIS), as digitais de pacientes ou falecidos são coletadas e em poucas horas informações como os nomes dos pais, endereço, telefone e até a ficha criminal são reveladas.
A Pefoce atualmente possui um convênio com o Hospital Instituto Doutor José Frota (IJF), Hospital Geral de Fortaleza (HGF) e Hospital de Saúde Mental de Messejana (HSM). A meta é estender o trabalho a todas as unidades hospitalares públicas de Fortaleza. Esse serviço, que vem sendo realizado com mais frequência desde o início do ano, tem ajudado a localizar as famílias de pacientes que dão entrada nos hospitais sem documentos e sem o contato de parentes. Antes desse serviço, alguns enfermos ficavam ocupando leitos durante meses, mesmo depois de receberem alta, pois não tinham para onde ir.
Em 2016, o IJF já recebeu 58 pessoas sem identificação. Com o serviço realizado pela Perícia, hoje não existe mais nenhum paciente sem estar identificado. Quando as pessoas chegam sem documentos, o serviço social entra em contato com a Pefoce e em 90% dos casos a impressão digital ajuda a encontrar algum familiar.
“A gente faz a procura inicial pela digital do paciente e se não for encontrada, as dez digitais dos dez dedos são coletadas e cadastradas no nosso banco de dados para futuras comparações, no caso de registro de desaparecimento”, informa Humberto Quezado, perito da Coordenadoria de Identificação Humana da Pefoce.
A Pefoce atualmente possui um convênio com o Hospital Instituto Doutor José Frota (IJF), Hospital Geral de Fortaleza (HGF) e Hospital de Saúde Mental de Messejana (HSM). A meta é estender o trabalho a todas as unidades hospitalares públicas de Fortaleza. Esse serviço, que vem sendo realizado com mais frequência desde o início do ano, tem ajudado a localizar as famílias de pacientes que dão entrada nos hospitais sem documentos e sem o contato de parentes. Antes desse serviço, alguns enfermos ficavam ocupando leitos durante meses, mesmo depois de receberem alta, pois não tinham para onde ir.
Em 2016, o IJF já recebeu 58 pessoas sem identificação. Com o serviço realizado pela Perícia, hoje não existe mais nenhum paciente sem estar identificado. Quando as pessoas chegam sem documentos, o serviço social entra em contato com a Pefoce e em 90% dos casos a impressão digital ajuda a encontrar algum familiar.
“A gente faz a procura inicial pela digital do paciente e se não for encontrada, as dez digitais dos dez dedos são coletadas e cadastradas no nosso banco de dados para futuras comparações, no caso de registro de desaparecimento”, informa Humberto Quezado, perito da Coordenadoria de Identificação Humana da Pefoce.
Fonte: SSPDS