{"id":958,"date":"2013-01-28T13:44:05","date_gmt":"2013-01-28T16:44:05","guid":{"rendered":"http:\/\/www.secult.ce.gov.br\/2013\/01\/28\/sobre-os-autores-homenageados\/"},"modified":"2013-01-28T13:44:05","modified_gmt":"2013-01-28T16:44:05","slug":"sobre-os-autores-homenageados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2013\/01\/28\/sobre-os-autores-homenageados\/","title":{"rendered":"Sobre os Autores Homenageados"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Pr\u00eamio Caetano Ximenes Arag\u00e3o, de Poesia in\u00e9dita<\/strong><br \/>Caetano Ximenes Arag\u00e3o nasceu no dia 24 de fevereiro de 1927, em Alc\u00e2ntaras, Cear\u00e1, e morreu em Fortaleza, em 1995. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Bahia em 1952, e voltou ao Cear\u00e1 para exercer sua profiss\u00e3o. Publicou em plena maturidade seu primeiro livro de poemas, O Pastoreio da Nuvem e da Morte (1975), talvez como complemento humanit\u00e1rio \u00e0s dificuldades do of\u00edcio de m\u00e9dico. Na orelha desse livro Blanchard Gir\u00e3o nos diz: &#8220;M\u00e9dico plantonista de hospitais de emerg\u00eancia, o poeta sofreu por longos anos a violenta\u00e7\u00e3o de sua alma delicada ao contacto cruel com os casos mais dolorosos. Seguem-se o Romanceiro de B\u00e1rbara (1980), Sangue de Palavra (1981), Caetanias (1985), deixando in\u00e9ditos um jocoso Ilha dos Cornos, apanhado em prosa e verso, &#8220;uma goza\u00e7\u00e3o em alto estilo&#8221;, ainda no dizer de Blanchard Gir\u00e3o, publicado postumamente em 1996 pela Imprensa Oficial do Cear\u00e1, e Canto pela Paz, sa\u00eddo mais tardiamente pelas Edi\u00e7\u00f5es Sobrames em 2004.<\/p>\n<table style=\"width: 100%; text-align: justify;\" border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Pr\u00eamio J\u00e1der de Carvalho, de Romance in\u00e9dito<\/strong><br \/>Nasceu em Quixad\u00e1, no distrito de Serra do Estev\u00e3o, em 29 de dezembro de 1901. Iniciou sua atua\u00e7\u00e3o em 1917, na cidade de Iguatu, quando seu pai arrendou uma tipografia ociosa, na qual imprimiu um seman\u00e1rio de letras com escritos pr\u00f3prios al\u00e9m de sonetos de Olavo Bilac. Estudou com o pai, no Ateneu Quixadense, e no Liceu, em Fortaleza, onde, anos mais tarde, foi professor, inspetor regional e catedr\u00e1tico. Aos 20 anos j\u00e1 era considerado uma dos maiores intelectuais da \u00e9poca. Em 1922, com apenas 21 anos, despontava como destaque entre os novos escritores da literatura cearense.<\/p>\n<p>Como jornalista fundou o jornal socialista A Esquerda em 1928. No mesmo ano, em parceria com outros pioneiros do movimento modernista no Cear\u00e1, lan\u00e7a O Canto Novo da Ra\u00e7a, obra dividida com Sidney Neto, Franklin Nascimento e Mozart Firmeza. Em 1929, passa a pertencer ao grupo modernista Maracaj\u00e1 . Em 1931 lan\u00e7a Terra de Ningu\u00e9m e, a este, seguem-se v\u00e1rios outros v\u00e1rios romances, todos de cunho social: Classe M\u00e9dia e Doutor Geraldo (1937), A Crian\u00e7a Vive (1945), Eu Quero o Sol (1946), Sua Majestade, o Juiz (1962) e Aldeota (1963).<\/p>\n<p>Por divulgar as id\u00e9ias do Partido Comunista Brasileiro (PCB) e por criticar duramente o governo de Get\u00falio Vargas foi condenado pelo Tribunal de Seguran\u00e7a Nacional do Estado Novo acusado de divulgar o marxismo. Permaneceu preso de 1943 a 1945. Nessa \u00e9poca, na companhia de outros dissidentes do PCB, fundou a Esquerda Democr\u00e1tica, embri\u00e3o do Partido Socialista Brasileiro (PSB). Depois, a convite de Paulo Sarasate, foi articulista do jornal O POVO.<br \/>Pertenceu \u00e0 Academia Cearense de Letras, onde ocupou a cadeira n\u00ba 14 . Em 1974, com a morte de Cruz Filho, foi eleito Pr\u00edncipe dos Poetas Cearenses, pr\u00eamio concedido o melhor dentre os poetas vivos do estado.<\/p>\n<p>Casou-se com a contista Margarida Sab\u00f3ia de Carvalho com quem teve sete filhos.<br \/>J\u00e1der de Carvalho morreu aos 83 anos, no dia 07 de agosto de 1985.<\/p>\n<table style=\"width: 100%; text-align: justify;\" border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Pr\u00eamio Moreira Campos, de Conto in\u00e9dito<\/strong><br \/>Nasceu em Senador Pompeu, em 6 de janeiro de 1914. Ingressou na Faculdade de Direito do Cear\u00e1, bacharelando-se em 1946. Licenciou-se em Letras Neolatinas em 1967, na antiga Faculdade Cat\u00f3lica de Filosofia do Cear\u00e1. Na \u00e1rea do magist\u00e9rio iniciou-se como professor de Portugu\u00eas, Literatura e Geografia em col\u00e9gios. Exerceu o magist\u00e9rio na Universidade Federal do Cear\u00e1, Curso de Letras, como titular de Literatura Portuguesa. Integrante do Grupo Cl\u00e3, pertenceu \u00e0 Academia Cearense de Letras.<\/p>\n<p>Na sua produ\u00e7\u00e3o, destacou-se como contista, sendo aclamado como um dos maiores nomes cearenses, dentre suas obras: As Vozes do Morto (1963), O Puxador de Ter\u00e7o (1969), Os Doze Parafusos (1978), A Grande Mosca no Copo de Leite (1985) e Dizem que os C\u00e3es V\u00eaem Coisas (1987).<\/p>\n<p>Algumas de suas pe\u00e7as ficcionais foram traduzidas para o ingl\u00eas, o franc\u00eas, o italiano, o espanhol, o alem\u00e3o. Faleceu em Fortaleza, no dia 7 de maio de 1994.<\/p>\n<table style=\"width: 100%; text-align: justify;\" border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Pr\u00eamio Milton Dias, de Cr\u00f4nica in\u00e9dita<\/strong><br \/>Nascido no Ipu, Cear\u00e1, em 1919, iniciou os estudos na cidade de sua inf\u00e2ncia, Massap\u00ea, vindo, mais tarde, a residir em Fortaleza em regime de internato. A experi\u00eancia da inf\u00e2ncia em meio \u00e0 paisagem sertaneja, seus mitos e ritos, lendas e cantorias, foi fundamental para a forma\u00e7\u00e3o de sua sensibilidade criadora, uma vez que despertaria, no futuro cronista, a inclina\u00e7\u00e3o para o lirismo, o po\u00e9tico. No Col\u00e9gio Marista Cearense, onde realizou os estudos secund\u00e1rios, descobriu, em definitivo, a voca\u00e7\u00e3o da escritura. Sendo fundador dos jornais O Ideal e Alvorada.<\/p>\n<p>Graduou-se em Letras Neolatinas na Faculdade de Filosofia; em Paris, cursou os Estudos Superiores Modernos de L\u00edngua Francesa e Literatura Francesa. O Governo franc\u00eas o condecorou com a Ordem das Palmas Acad\u00eamicas. Foi professor de L\u00edngua e Literatura Francesa no Curso de Letras da UFC. Ocupou, na Academia Cearense de Letras, a Cadeira n\u00ba 4. Sua escritura envolve a produ\u00e7\u00e3o de ensaios, de contos, mas a sua consagra\u00e7\u00e3o enquanto criador se deu no g\u00eanero cr\u00f4nica. Publicou, ao longo de 29 anos de ininterrupta produ\u00e7\u00e3o em jornal. Dentre suas obras: As cunh\u00e3s (1966), A ilha do homem s\u00f3 (1966), Entre a boca da noite e a madrugada (1971), Cartas sem respostas (1974), dentre outras.<\/p>\n<table style=\"width: 100%; text-align: justify;\" border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Pr\u00eamio Rachel de Queiroz, de Literatura Infantil e Juvenil in\u00e9dita<\/strong><br \/>Nasceu em Fortaleza, Cear\u00e1, no dia 17 de novembro de 1910. Casou-se com o poeta Jos\u00e9 Auto da Cruz Oliveira, em 1932. Autora de destaque na fic\u00e7\u00e3o social nordestina, foi a primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras em 4 de novembro de 1977, sendo a quinta ocupante da cadeira 5, que tem como patrono Bernardo Guimar\u00e3es. Em 1993 foi a primeira mulher premiada com o Pr\u00eamio Cam\u00f5es, equivalente ao Nobel, na l\u00edngua portuguesa.<\/p>\n<p>Na literatura infanto juvenil destacou-se com O menino m\u00e1gico (1969), Cafute &#038; Pena-de-Prata (1986) e Andira (1992), al\u00e9m de outras pe\u00e7as. Rachel de Queiroz faleceu em 04 de novembro de 2003.<\/p>\n<table style=\"width: 100%; text-align: justify;\" border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Pr\u00eamio Alberto Porf\u00edrio, de Literatura de Cordel in\u00e9dita<\/strong><br \/>Nasceu em Quixad\u00e1, Cear\u00e1, em 23 de dezembro de 1926. Alfabetizou-se aos 10 anos com a pr\u00f3pria m\u00e3e, depois concluiu seu curso prim\u00e1rio no Gin\u00e1sio Santa Cruz, em Parangaba, e fez o curso de Pedagogia aos 40 anos na Universidade Federal de Fortaleza\/UFC. Se fez cantador violeiro e cordelista escrevendo quase 100 livrinhos de cordel. Dentre seus livros: Poetas Populares e Cantadores do Cear\u00e1 (1978), Livro da Cantoria (metodologia do repente e do cordel que foi escrito nas pequenas cavernas de Quixad\u00e1), As Noites das Violas na Casa de Juvenal Galeno, dentre outros.<\/p>\n<p>\u00c9 autor de v\u00e1rios folhetos, muitos deles publicados pela Tupynanquim Editora. Como escultor esculpiu as seguintes est\u00e1tuas: a est\u00e1tua de Cego Aderaldo em Quixad\u00e1 (em parceria) e a est\u00e1tua do Pe. Z\u00e9 Bezerra, no Chor\u00f3; a est\u00e1tua do cantador do Brasil, em Bras\u00edlia, inaugurada pelo ent\u00e3o presidente Sarney, as est\u00e1tuas do Frei Dami\u00e3o, em Apodi, no RN e a do cantador Eliseu Ventania, em Mossor\u00f3. Tem ele o seu espa\u00e7o cultural em Quixad\u00e1 onde escreveu, em alto relevo, nas pedras, in\u00fameros sonetos e, esculpiu est\u00e1tuas de personalidades como da escritora Rachel de Queiroz.<br \/>Faleceu em Fortaleza em 23 de setembro de 2009.<\/p>\n<table style=\"width: 100%; text-align: justify;\" border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Pr\u00eamio Otac\u00edlio de Azevedo, de Reedi\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>Pintor, desenhista e poeta, membro da Academia Cearense de Letras, nasceu na zona rural de Reden\u00e7\u00e3o em 1896 e foi morar em Fortaleza no ano de 1910, aos 14 anos. Come\u00e7ou nas artes pl\u00e1sticas como pintor de tabuletas de cinemas e de letreiros de lojas. Participou, juntamente com outros nomes cearenses, do Sal\u00e3o Regional realizado em Fortaleza no ano de 1924. Fundou em 1934, com G\u00e9rson Faria, Pretextato Bezerra e Cl\u00f3vis Costa o primeiro ateli\u00ea de pintura na cidade. Figurou como s\u00f3cio fundador do Centro Cultural de Belas Artes (CCBA) que tornou-se a Sociedade Cearense de Artes Pl\u00e1sticas (SCAP), chegando a ser eleito vice-presidente e participar, no anos 40, dos I, II e III Sal\u00f5es Cearenses de Pintura e de v\u00e1rios Sal\u00f5es de Abril.<br \/>Al\u00e9m de paisagista, Otac\u00edlio de Azevedo era grande retratista.<\/p>\n<p>\u00c9 autor da obra Fortaleza Descal\u00e7a, na qual apresenta tra\u00e7os biogr\u00e1ficos dos artistas e escritores de sua \u00e9poca. Faleceu em 3 de abril de 1978.<\/p>\n<table style=\"width: 100%; text-align: justify;\" border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Pr\u00eamio Eduardo Campos, de Dramaturgia in\u00e9dita<\/strong><br \/>Nasceu em Guai\u00faba, ent\u00e3o distrito de Pacatuba, no dia 11 de janeiro de 1923. \u00d3rf\u00e3o de pai, aos 4 meses, foi entregue aos cuidados dos tios Jo\u00e3o Pereira Campos e Isabel Eduardo Campos (Irm\u00e3 de Maria Dolores). At\u00e9 7 anos de idade viveu ao sop\u00e9 da Serra da Aratanha, em Pacatuba. Pelos 8 anos, em companhia dos pais adotivos, foi morar na Rua do Imperador, 90, em Fortaleza (1930), circunst\u00e2ncia que o inspirou, j\u00e1 adulto, ao resgate da mem\u00f3ria desses idos, quando a sala de visita das casas ia parar virtualmente nas cal\u00e7adas, os vizinhos a\u00ed reunidos depois do jantar. Eduardo Campos jamais se distanciaria da moldura ecol\u00f3gica da Serra, nem da paisagem rural desse territ\u00f3rio geogr\u00e1fico, com ares de sert\u00e3o.<\/p>\n<p>Escritor de grande desempenho, um dos fundadores do Grupo Cl\u00e3 e membro da Academia Cearense de Letras, teve prol\u00edfica atividade criativa, que se imp\u00f4s do teatro ao conto, alcan\u00e7ando a hist\u00f3ria, o folclore e os estudos de culin\u00e1ria.<\/p>\n<p>Estreou, como ator, em 1939, a interpretar o papel de Jesus em Jesus Crucificado, drama religioso encenado no teatrinho do Educand\u00e1rio Santa Maria, em Fortaleza. Em 1940 j\u00e1 atuava no Teatro S\u00e3o Gerardo em com\u00e9dia de sua autoria. Ano seguinte, ao lado de Artur Eduardo Benevides, atual presidente da Academia Cearense de Letras, funda o Teatro Escola Renato Viana, no qual atua repetidas vezes como diretor, ator e autor. Em agosto de 1950 marca de modo afirmativo presen\u00e7a no teatro, com a encena\u00e7\u00e3o da pe\u00e7a de vanguarda, O Dem\u00f4nio e a Rosa, assinalando importante momento da dramaturgia cearense. Dividindo a dire\u00e7\u00e3o com Valdemar Garcia, teve sucesso com Os Deserdados.<\/p>\n<p>\u00c9 autor das pe\u00e7as mais representadas no Cear\u00e1: O Morro do Ouro e Rosa do Lagamar. Textos que escreveu, para o teatro, marcam em conjunto at\u00e9 o ano de refer\u00eancia (2000), mil espet\u00e1culos vistos por plateias n\u00e3o apenas de Fortaleza, mas de v\u00e1rias cidades do Cear\u00e1, e em capitais como Rio, S\u00e3o Paulo, Bras\u00edlia, Porto Alegre, S\u00e3o Lu\u00eds, Recife, Vit\u00f3ria, Bel\u00e9m, Manaus, dentre outras.<br \/>Faleceu em 19 de setembro de 2007, v\u00edtima de acidente vascular cerebral.<\/p>\n<table style=\"width: 100%; text-align: justify;\" border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Pr\u00eamio Braga Montenegro, de Ensaio e\/ou Cr\u00edtica liter\u00e1ria in\u00e9ditos<\/strong><br \/>Nascido em 28 de fevereiro de 1907, em Maranguape, Cear\u00e1, Joaquim Braga Montenegro viveu na Amaz\u00f4nia durante sete anos, de 1925 a 1932 , no entanto,os melhores anos de sua vida de escritor ele os viveu em Fortaleza.<\/p>\n<p>Para muitos analistas da obra de Braga Montenegro, o melhor dele est\u00e1 nos estudos de cr\u00edtica liter\u00e1ria. Como cr\u00edtico liter\u00e1rio, publicou, dentre suas obras: Araripe J\u00fanior (Subs\u00eddios para um estudo), Fortaleza, separata da revista Cl\u00e3, 1951; Evolu\u00e7\u00e3o e Natureza do Conto Cearense (Estudo), Fortaleza, separata da revista Cl\u00e3, 1951; Jos\u00e9 Albano (Poesia, Antologia, Apresenta\u00e7\u00e3o Cr\u00edtica, Notas, Question\u00e1rio), Rio de Janeiro, AGIR (cole\u00e7\u00e3o Nossos Cl\u00e1ssicos n\u00ba 30), 1958; Correio Retardado (Estudos de Cr\u00edtica Liter\u00e1ria), Fortaleza, Imprensa Universit\u00e1ria do Cear\u00e1, 1966; Correio Retardado \u2013 II (Estudos de Cr\u00edtica Liter\u00e1ria), Secretaria de Cultura, Desporto e Promo\u00e7\u00e3o Social do Cear\u00e1, Fortaleza, 1974.<\/p>\n<p>Braga Montenegro faleceu aos 73 anos de idade em 20 de dezembro de 1979.<\/p>\n<table style=\"width: 100%; text-align: justify;\" border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Pr\u00eamio Guilherme Studart de Ensaio sobre Tema Cultural in\u00e9dito<\/strong><br \/>Nascido em Fortaleza em 5 de janeiro de 1856, filho do ingl\u00eas Willian Studart, c\u00f4nsul brit\u00e2nico no Cear\u00e1, e de Leonisia de Castro Studart, neta de Major Facundo, Guilherme Studart formou-se em Medicina pela Faculdade da Bahia, em 1877. Foi um dos fundadores do Instituto Hist\u00f3rico do Cear\u00e1, expoente da cultura Alencarina. Exerceu o cargo de m\u00e9dico da Santa Casa de Miseric\u00f3rdia por muitos anos; ap\u00f3s a morte do pai herdou a fun\u00e7\u00e3o de vice-c\u00f4nsul brit\u00e2nico no Cear\u00e1 e como historiador e intelectual produziu v\u00e1rios livros e artigos nos diversos campos do conhecimento destacando-se a Hist\u00f3ria do Cear\u00e1 onde viajando a Portugal, por conta pr\u00f3pria, conseguiu resgatar documenta\u00e7\u00e3o importante sobre o Cear\u00e1 e o Brasil dando cunho cient\u00edfico aos relatos que at\u00e9 ent\u00e3o eram informa\u00e7\u00f5es verbais solidificadas pela tradi\u00e7\u00e3o oral. Dentre a sua obra, publicou o Dicion\u00e1rio Bio-Bibliogr\u00e1fico Cearense destacando importantes informa\u00e7\u00f5es sobre os personagens que participaram da forma\u00e7\u00e3o do Estado e do Brasil; com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 medicina, escreveu sobre Climatologia, Endemias do Cear\u00e1 entre outros assuntos; escreveu mais de cem livros, e para isto montou sua pr\u00f3pria tipografia: Typographia Studart.<\/p>\n<p>Cat\u00f3lico praticante e politicamente conservador foi benem\u00e9rito de v\u00e1rias institui\u00e7\u00f5es; entre 1898 e 1931 \u00e0 frente do Conselho Central Metropolitano das Organiza\u00e7\u00f5es Vicentinas, recebeu pela sua atua\u00e7\u00e3o, o titulo de &#8220;Bar\u00e3o&#8221;, da Santa S\u00e9, concedido pelo Papa Le\u00e3o XII I, solicitado pelo Bispo de Fortaleza Dom Joaquim Vieira, em 1900. Fundou juntamente com Meton de Alencar, Jos\u00e9 Martiniano de Alencar e outras personalidades o Centro Abolicionista &#8211; 25 de Dezembro participando do processo abolicionista no Cear\u00e1, fundou ainda a Associa\u00e7\u00e3o M\u00e9dico-Farmac\u00eautica do Cear\u00e1 (1934), o Centro M\u00e9dico Cearense (1913), o Circulo Cat\u00f3lico (1913), o Circulo de Oper\u00e1rios Cat\u00f3licos (1915), o Instituto Pasteur (1918) e uma filial da Cruz Vermelha no Cear\u00e1 (1918).<\/p>\n<p>\u00c9 um dos fundadores da Academia Cearense de Letras (1840) onde \u00e9 patrono da cadeira n.\u00ba 11. O pesquisador que mais se destacou no Brasil, tamb\u00e9m pai da Hist\u00f3ria do Cear\u00e1, faleceu no dia 25 de setembro de 1938.<\/p>\n<table style=\"width: 100%; text-align: justify;\" border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Pr\u00eamio Luiz S\u00e1, de \u00c1lbum em Quadrinhos in\u00e9dito<\/strong><br \/>Uma das trajet\u00f3rias mais ricas na hist\u00f3ria dos quadrinhos e das artes gr\u00e1ficas no Brasil \u00e9 a do cearense Luiz S\u00e1 (1907-1979). Criador dos personagens Reco-Reco, Bol\u00e3o e Azeitona, que fizeram grande sucesso na revista em quadrinhos Tico-Tico, a primeira do g\u00eanero no Pa\u00eds, S\u00e1 tamb\u00e9m foi o criador de in\u00fameras imagens que ca\u00edram no imagin\u00e1rio do Pa\u00eds, dos bonequinhos que ilustravam as cr\u00edticas de cinema do jornal O Globo aos folhetos e cartilhas sobre sa\u00fade p\u00fablica que circulavam pelo Pa\u00eds entre os anos 40 e 50. Sua trajet\u00f3ria estendeu-se de 1930 a 1979. Com um tra\u00e7o arredondado, moderno e original, abriu caminho para a modernidade do desenho de humor em nosso pa\u00eds, rompendo com a estil\u00edstica figurativa que caracterizou a caricatura at\u00e9 a d\u00e9cada de 1930. \u00danico caricaturista do pa\u00eds a realizar cartuns para cinejornais brasileiros, Luiz S\u00e1 atuou em v\u00e1rios outros ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o, tornando-se o primeiro caricaturista multim\u00eddia brasileiro.<\/p>\n<table style=\"width: 100%; text-align: justify;\" border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Pr\u00eamio Manoel Coelho Raposo, de Publica\u00e7\u00e3o de Selo Editorial<\/strong><br \/>Poeta, escritor e editor, nasceu em Crate\u00fas, sert\u00e3o cearense. Mudou-se ainda jovem para Fortaleza. Ao longo de sua vida, militou pela causa social, utilizando-se de sua editora para publicar livros com teor marxistas. Foi preso pol\u00edtico durante o regime militar, mantendo sua confian\u00e7a no futuro da humanidade e na destrui\u00e7\u00e3o do velho sistema de explora\u00e7\u00e3o do homem pelo homem.<\/p>\n<p>Membro do Conselho Editorial de A Nova Democracia, exercia com vigor e entusiasmo o of\u00edcio de escritor e editor. Faleceu em 10 de novembro de 2009, aos 76 anos, ap\u00f3s interna\u00e7\u00e3o na UTI do Hospital de Messejana, em decorr\u00eancia de um enfisema pulmonar.<\/p>\n<table style=\"width: 100%; text-align: justify;\" border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Pr\u00eamio Edigar de Alencar, de Publica\u00e7\u00e3o de Revista Liter\u00e1ria\/Cultural<\/strong><br \/>Music\u00f3logo, jornalista, poeta e teatr\u00f3logo, nasceu em 06 de novembro de 1901 na cidade de Fortaleza, Cear\u00e1 e faleceu no Rio de Janeiro em 24 de abril de 1993. Foi para o Rio de Janeiro em 1926, dedicando-se ao com\u00e9rcio. Escreveu a revista Doce de coco, estrelada por Alda Garrido, no Teatro S\u00e3o Jos\u00e9, e foi cr\u00edtico de teatro, chegando a presidir o Ciclo Independente dos Cr\u00edticos Teatrais. Em 1932 publicou seu primeiro livro de poesias, Carna\u00faba. Cronista do jornal carioca O Dia desde sua funda\u00e7\u00e3o, onde assinava sob o pseud\u00f4nimo \u201cDig\u201d, foi conselheiro de m\u00fasica popular brasileira do MIS, do Rio de Janeiro. Publicou O Carnaval carioca atrav\u00e9s da m\u00fasica, 2 volumes, Rio de Janeiro, 1965; A modinha cearense, Rio de Janeiro, 1967; Nosso Sinh\u00f4 do samba, Rio de Janeiro, 1968.<\/p>\n<table style=\"width: 100%; text-align: justify;\" border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Pr\u00eamio J. Ribeiro, de Publica\u00e7\u00e3o de \u00c1lbum\/Livro de Arte<\/strong><br \/>J. Ribeiro, fot\u00f3grafo propriet\u00e1rio da foto Ribeiro da Pra\u00e7a do Ferreira, Fortaleza, Cear\u00e1, no in\u00edcio do s\u00e9culo XX, foi um dos primeiros da cidade a trabalhar com amplia\u00e7\u00e3o de fotografias. Era comum encontrar nas casas de fam\u00edlia fotografias de J. 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