{"id":756,"date":"2013-01-10T18:48:05","date_gmt":"2013-01-10T21:48:05","guid":{"rendered":"http:\/\/www.secult.ce.gov.br\/2013\/01\/10\/publicacoes-da-secult-ce\/"},"modified":"2013-01-10T18:48:05","modified_gmt":"2013-01-10T21:48:05","slug":"publicacoes-da-secult-ce","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2013\/01\/10\/publicacoes-da-secult-ce\/","title":{"rendered":"Publica\u00e7\u00f5es da Secult-CE"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Breve Hist\u00f3rico das atividades liter\u00e1rias\/Publica\u00e7\u00f5es da Secretaria da Cultura do Cear\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>Em 1946, durante o I Congresso Cearense de Escritores, o historiador Raimundo Gir\u00e3o sugere \u00e0 plateia que exijam, do governo estadual, a cria\u00e7\u00e3o e a instala\u00e7\u00e3o de um Departamento ou Secretaria da Cultura, o que efetivamente veio a acontecer, por meio da Lei n\u00ba 8.541, de 9 de agosto de 1966 \u2014 por motivos que n\u00e3o nos valem tratar aqui, a data oficial da instala\u00e7\u00e3o \u00e9 11 de setembro de 1966 \u2014, por desmembramento da Secretaria da Educa\u00e7\u00e3o, pelo ent\u00e3o governador Virg\u00edlio T\u00e1vora, tendo como seu primeiro secret\u00e1rio o pr\u00f3prio Raimundo Gir\u00e3o \u2014 nomeado em 3 de outubro de 1966 \u2014 que tamb\u00e9m fez parte do primeiro Conselho de Cultura \u2014 que tomou posse em 9 de dezembro de 1966 \u2014, composto por sete membros distribu\u00eddos nas \u00e1reas Ci\u00eancias Naturais, Ci\u00eancias Sociais, Literatura, Artes Pl\u00e1sticas, Artes de Movimento (Cinema, Teatro e Bal\u00e9) e M\u00fasica.<\/p>\n<p>A Secretaria da Cultura do Estado do Cear\u00e1, a primeira do Brasil, hoje com 45 anos de exist\u00eancia,<\/p>\n<table style=\"text-align: justify;\" border=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<td bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<td>\n<p>nasceu da necessidade de atender aos anseios culturais do povo cearense, propiciando maior desenvolvimento a todas as manifesta\u00e7\u00f5es de cultura e valorizando a tradi\u00e7\u00e3o do seu povo. Este pioneirismo na \u00e1rea cultural representa, em si, mais uma comprova\u00e7\u00e3o da tenacidade do cearense. Logo ap\u00f3s a sua cria\u00e7\u00e3o, as realiza\u00e7\u00f5es foram tantas que conseguiram ultrapassar as fronteiras do Cear\u00e1 e ressonaram em todos os meios culturais do pa\u00eds.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\">A nova SECULT, em seu primeiro organograma, mostrava as suas finalidades. Dentre os departamentos criados, encontr\u00e1vamos:<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li>Departamento de Administra\u00e7\u00e3o &#8211; respons\u00e1vel pela presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de administra\u00e7\u00e3o geral e outros de natureza propriamente cultural.<\/li>\n<li>Departamento do Patrim\u00f4nio Cultural &#8211; respons\u00e1vel pela Biblioteca P\u00fablica Governador Menezes Pimentel, Museu Hist\u00f3rico e Antropol\u00f3gico, Museu S\u00e3o Jos\u00e9 de Ribamar de Aquiraz, Arquivo P\u00fablico e a Divis\u00e3o de Tombamento.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Departamento de Publica\u00e7\u00f5es e Documenta\u00e7\u00e3o &#8211; na \u00e9poca, dirigido pelo escritor Braga Montenegro, e que era respons\u00e1vel em assegurar a comprova\u00e7\u00e3o das manifesta\u00e7\u00f5es culturais, nas suas in\u00fameras modalidades (documentos, iconografia, grava\u00e7\u00f5es, etc.) e, igualmente, publica\u00e7\u00f5es como cadernos de cultura, reedi\u00e7\u00f5es de obras valiosas e edi\u00e7\u00f5es novas anuais. Por meio das p\u00e1ginas publicadas em revistas, tencionava-se aquilatar a produ\u00e7\u00e3o da intelig\u00eancia cearense, nos dom\u00ednios do conhecimento humano. A revista Aspectos, \u00f3rg\u00e3o oficial da Secult, foi uma das primeiras atividades da primeira gest\u00e3o da Secretaria da Cultura do Cear\u00e1 e destacou-se pelo conte\u00fado de seus trabalhos e sua apresenta\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica. Em seu editorial (Revista Aspectos n\u00ba 1, Fortaleza, Cear\u00e1, ano 1967, pg 8 e 9), dizia:<\/li>\n<\/ul>\n<table style=\"text-align: justify;\" border=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<td bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<td>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 esta revista que n\u00f3s, os da Secretaria de Cultura do Cear\u00e1, entregamos ao p\u00fablico, aos homens da cultura, aos estudiosos do Cear\u00e1 e do Brasil, convencidos de que, no plano nacional \u2014 por vezes t\u00e3o carente de uma vis\u00e3o de conjunto das virtudes e possibilidades que se concentram em determinadas \u00e1reas geogr\u00e1ficas do Pa\u00eds \u2014, possa, uma publica\u00e7\u00e3o, desta natureza, atuar como elemento n\u00e3o s\u00f3 divulgador, mas ainda, por assim dizer, unificador do car\u00e1ter brasileiro em mat\u00e9ria de cultura.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Departamento de Publica\u00e7\u00f5es e Documenta\u00e7\u00e3o foi tamb\u00e9m respons\u00e1vel pela reedi\u00e7\u00e3o de Fatos de Linguagem, de Her\u00e1clito Gra\u00e7a; Obra Po\u00e9tica, de Ant\u00f4nio Sales, e uma monografia, Macumbira, do professor M. Negreiros Bessa.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li style=\"text-align: justify;\">Departamento de Difus\u00e3o da Cultura \u2013 tendo como respons\u00e1vel o Prof. Otac\u00edlio Colares, tinha a fun\u00e7\u00e3o de assegurar o movimento de atividades cient\u00edficas, liter\u00e1rias, folcl\u00f3ricas e art\u00edsticas. As atividades cient\u00edficas tiveram como sede o Instituto do Cear\u00e1, ao qual a Secretaria deu grande colabora\u00e7\u00e3o no que se refere \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o e cataloga\u00e7\u00e3o da biblioteca, al\u00e9m da sistematiza\u00e7\u00e3o dos arquivos. J\u00e1 as atividades liter\u00e1rias e folcl\u00f3ricas foram desenvolvidas na Casa de Juvenal Galeno, hoje pertencente ao Estado, sempre animadas pelo dinamismo de sua diretora, a acad\u00eamica C\u00e2ndida Maria Santiago Galeno. A Casa de Raimundo Cela, criada e corajosamente instalada pela Secretaria de Cultura, foi o centro das atividades das artes pl\u00e1sticas, expressando um grande e vitorioso esfor\u00e7o para congregar e estimular a juventude. Exposi\u00e7\u00f5es de pintura e escultura ali foram realizadas, numa demonstra\u00e7\u00e3o de que o Estado se preocupava desde aquela \u00e9poca com o desenvolvimento das artes visuais. Uma das grandes animadoras das atividades foi Helo\u00edsa Jua\u00e7aba. A M\u00fasica e Teatro tinham como centro o Theatro Jos\u00e9 de Alencar, sob a confian\u00e7a do maestro Orlando Leite. O Theatro, a maior casa de espet\u00e1culo de propriedade do Estado, tombada pelo Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional, foi objeto de grande aten\u00e7\u00e3o por parte da Secretaria, que consignou uma grande verba or\u00e7ament\u00e1ria do Fundo de Desenvolvimento do Cear\u00e1 para sua total recupera\u00e7\u00e3o. O levantamento dos servi\u00e7os ali feitos para o satisfat\u00f3rio funcionamento do Theatro foi realizado por alunos da Escola de Arquitetura da Universidade Federal do Cear\u00e1, sob a orienta\u00e7\u00e3o do engenheiro Jos\u00e9 Liberal de Castro. A Secretaria da Cultura trabalhou tamb\u00e9m para a difus\u00e3o da cultura no interior cearense.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Departamento de Turismo \u2013 respons\u00e1vel pela elabora\u00e7\u00e3o de levantamento do potencial tur\u00edstico cearense.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Integrados aos demais departamentos havia o Conselho da Cultura e a Junta de Planejamento.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1978, gest\u00e3o de Denizard Macedo, foi inaugurado o pr\u00e9dio que acolhe ainda hoje a Biblioteca P\u00fablica Governador Menezes Pimentel, at\u00e9 ent\u00e3o, Biblioteca P\u00fablica Estadual, biblioteca de refer\u00eancia do Estado. <\/p>\n<p>Eduardo Campos, secret\u00e1rio da Cultura no per\u00edodo de 1979 a 1983, foi respons\u00e1vel, at\u00e9 ent\u00e3o, pelo maior projeto editorial de publica\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria da Secretaria da Cultura. Na \u00e9poca, dividia o custo da obra em quatro partes, donde 25% cabiam ao autor e 75% cabiam \u00e0 Imprensa Oficial (respons\u00e1vel pela impress\u00e3o), Banco do Estado do Cear\u00e1\/BEC e SECULT. Geralmente, a tiragem era de, no m\u00e1ximo, 400 livros, donde 100 eram distribu\u00eddos \u00e0s bibliotecas e o restante da tiragem ficava com o autor. Segundo o pr\u00f3prio Eduardo Campos, a SECULT chegou a publicar 100 t\u00edtulos, o que resultou, ao final da gest\u00e3o, em exposi\u00e7\u00e3o intitulada \u201c100 obras publicadas\u201d.<\/p>\n<p>Na gest\u00e3o de Joaryvar Macedo, per\u00edodo de 1983 a 1987, a revista Aspectos foi publicada em seus \u00faltimos quatro n\u00fameros. Mais tarde, no governo L\u00facio Alc\u00e2ntara, em 2006, a n\u00famero 25 seria lan\u00e7ada, quase com car\u00e1ter comemorativo, pois que n\u00e3o teve mais continuidade.<\/p>\n<p>Em 1987-1988, Barros Pinho realizou a edi\u00e7\u00e3o de livros de autores cearenses. Como novidade, na \u00e9poca, criou e tentou dar sustentabilidade, sem \u00eaxito, \u00e0 Cooperativa do Escritor.<\/p>\n<p>Paulo Linhares (1993-1998), quando de sua passagem pela Secretaria da Cultura, criou uma pol\u00edtica de cria\u00e7\u00e3o de bibliotecas no interior do Estado. Tamb\u00e9m durante a gest\u00e3o de Paulo Linhares surgiu a I Feira Brasileira do Livro \u2013 FEBRALIVRO (que viria a ser, anos mais tarde, a Bienal Internacional do Livro do Cear\u00e1) e o Pr\u00eamio Cear\u00e1 de Literatura.<\/p>\n<p>Nilton Almeida, secret\u00e1rio da Cultura de 1998 a 2002, promoveu o reaparelhamento da Biblioteca P\u00fablica Governador Menezes Pimentel e contribuiu para a cria\u00e7\u00e3o de uma linha editorial de publica\u00e7\u00f5es, organizadas pelos equipamentos culturais da Secult, como, por exemplo, o Museu do Cear\u00e1 (Cole\u00e7\u00e3o Outras Hist\u00f3rias) e, posteriormente, o Arquivo P\u00fablico (Revista Documentos e outros). Durante a gest\u00e3o de Nilton, a 4\u00aa edi\u00e7\u00e3o da FEBRALIVRO passou a chamar-se IV Bienal Internacional do Livro do Cear\u00e1, nome adotado, at\u00e9 os dias atuais, para a maior festa popular do livro do Cear\u00e1.<\/p>\n<p>Em 23 de dezembro de 2004, o governador L\u00facio Alc\u00e2ntara decretou e sancionou a lei n\u00ba 13.549 que instituiu a Pol\u00edtica Estadual do Livro, al\u00e9m de outras provid\u00eancias. Afirmava, em seu Par\u00e1grafo \u00danico que<\/p>\n<table style=\"text-align: justify;\" border=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<td bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<td>\n<p style=\"text-align: justify;\">tem por objetivo reconhecer o livro como instrumento imprescind\u00edvel de desenvolvimento socioecon\u00f4mico e de valoriza\u00e7\u00e3o da identidade cultural do Estado, de forma\u00e7\u00e3o educacional, de promo\u00e7\u00e3o e inclus\u00e3o social, atrav\u00e9s do fomento ao desenvolvimento cultural, \u00e0 cria\u00e7\u00e3o intelectual, art\u00edstica e liter\u00e1ria, \u00e0 capacita\u00e7\u00e3o da cadeia produtiva que envolve o livro para sua confec\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o (&#8230;)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\">No decorrer do texto da Lei, dentre as diretrizes apontadas \u2014 doze ao todo \u2014 algumas enfatizamos a seguir:<\/p>\n<p>a) dinamizar a democratiza\u00e7\u00e3o do acesso ao livro e seu uso mais amplo como meio principal na difus\u00e3o da cultura e transmiss\u00e3o do conhecimento, fomento da pesquisa social e cient\u00edfica e conserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio cultural do Estado;<\/p>\n<p>b) estimular a produ\u00e7\u00e3o e valoriza\u00e7\u00e3o dos autores e editores radicados no Estado do Cear\u00e1, sem preju\u00edzo dos demais, e promover a circula\u00e7\u00e3o do livro;<\/p>\n<p>c) promover atividades com vistas ao est\u00edmulo \u00e0 leitura;<\/p>\n<p>d) preservar o patrim\u00f4nio liter\u00e1rio, bibliogr\u00e1fico e documental do Estado;<\/p>\n<p>e) apoiar iniciativas de entidades associativas, culturais e do Poder P\u00fablico que tenham por objetivo a divulga\u00e7\u00e3o do livro;<\/p>\n<p>Em seu artigo 2\u00ba, a Lei n\u00ba 13.549 assegura que:<\/p>\n<table style=\"text-align: justify;\" border=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<td bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<td>\n<p>A atividade editorial e toda a sua cadeia produtiva, como integrante do processo de desenvolvimento cultural, passa a ser considerada de import\u00e2ncia estrat\u00e9gica essencial para o desenvolvimento do Estado.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\">E em seu artigo 19 afirma:<\/p>\n<table style=\"text-align: justify;\" border=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<td bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<td>\n<p>Compete ao Poder Executivo, diretamente atrav\u00e9s de seus \u00f3rg\u00e3os ou em parceria com a iniciativa privada, a difus\u00e3o do livro e as campanhas em prol da forma\u00e7\u00e3o de leitores.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi tamb\u00e9m na gest\u00e3o de L\u00facio Alc\u00e2ntara, cuja secret\u00e1ria da Cultura era a Cl\u00e1udia Leit\u00e3o, que foi instalado o anual Edital de Incentivo \u00e0s Artes da SECULT, cujo objetivo \u00e9 selecionar, apoiar e premiar a execu\u00e7\u00e3o de projetos de arte e cultura, inclusive, de Literatura, sem d\u00favida, uma forma mais democr\u00e1tica de contribuir para a publica\u00e7\u00e3o de autores cearenses, eliminando o car\u00e1ter de \u201cpol\u00edtica de balc\u00e3o\u201d, muito comum em gest\u00f5es anteriores.<\/p>\n<p>Durante a gest\u00e3o de Cl\u00e1udia Leit\u00e3o, a Cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura se dividia em duas s\u00e9ries: Documenta e Pensamento.<\/p>\n<p>Na gest\u00e3o de Auto Filho, compreendido entre 2007 a 2010, \u00e9 que encontramos os maiores \u00edndices de investimentos na pol\u00edtica do livro e da leitura. Tanto no que diz respeito \u00e0 implanta\u00e7\u00e3o e moderniza\u00e7\u00e3o das bibliotecas p\u00fablicas municipais; na aquisi\u00e7\u00e3o de acervo (inclusive de autores cearenses); qualifica\u00e7\u00e3o do Sistema Estadual de Bibliotecas P\u00fablicas; fomento \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de bibliotecas comunit\u00e1rias, escolares, empresariais e tem\u00e1ticas; amplia\u00e7\u00e3o da Bienal Internacional do Livro e da Leitura, com o desenvolvimento do projeto Visita\u00e7\u00e3o Escolar, al\u00e9m da participa\u00e7\u00e3o maior do autor cearense em toda a programa\u00e7\u00e3o; cria\u00e7\u00e3o do Pr\u00eamio Liter\u00e1rio para Autor(a) Cearense (investimento do Tesouro Estadual na ordem de dois milh\u00f5es de reais, contemplando 110 projetos dentre 14 categorias, inclusive algumas nunca contempladas anteriormente, como a de quadrinhos), incentivo \u00e0 cria\u00e7\u00e3o do F\u00f3rum de Literatura, do Livro e da Leitura do Estado do Cear\u00e1, publica\u00e7\u00e3o de 4 n\u00fameros das revista da cultura Enredo, incremento do investimento nos Editais de Incentivo \u00e0s Artes e, finalmente, com a publica\u00e7\u00e3o de mais de 110 t\u00edtulos entre a Cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura, Edi\u00e7\u00f5es Theatro Jos\u00e9 de Alencar, Cole\u00e7\u00e3o Bar\u00e3o de Studart e apoios editoriais.<\/p>\n<p>Na gest\u00e3o atual, com o Prof. Francisco Jos\u00e9 Pinheiro, tamb\u00e9m historiador e pesquisador, a pol\u00edtica de publica\u00e7\u00f5es teve continuidade com incremento de algumas cole\u00e7\u00f5es e de novos t\u00edtulos.<\/p>\n<p><strong><br \/>A Cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura\/ Edi\u00e7\u00f5es Theatro Jos\u00e9 de Alencar\/ Cole\u00e7\u00e3o Bar\u00e3o de Studart e Apoios Editoriais<\/strong><\/p>\n<p>A <strong>Cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/strong> \u00e9 um est\u00edmulo do Governo do Estado do Cear\u00e1, por meio da Secretaria da Cultura do Estado do Cear\u00e1, no sentido de configurar uma pol\u00edtica do livro que atenda \u00e0 descoberta, ao registro e \u00e0 renova\u00e7\u00e3o de nosso patrim\u00f4nio cultural e liter\u00e1rio. Essa pol\u00edtica alcan\u00e7a seu melhor fundamento ao tornar poss\u00edveis os mecanismos de aquisi\u00e7\u00e3o, publica\u00e7\u00e3o e preserva\u00e7\u00e3o do livro, considerando ainda a manuten\u00e7\u00e3o e fomento do Sistema de Bibliotecas P\u00fablicas do Estado, al\u00e9m das bibliotecas de universidades, centros e entidades culturais.<\/p>\n<p>A Cole\u00e7\u00e3o, dividida em s\u00e9ries &#8220;Biblioteca Bolivariana&#8221;, &#8220;Luz do Cear\u00e1&#8221;, &#8220;Mem\u00f3ria&#8221; e &#8220;Panorama Nacional&#8221;, redimensiona a fortuna liter\u00e1ria e o patrim\u00f4nio cultural de todo o Estado, destacadamente no tocante \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o e revis\u00e3o cr\u00edtica de seu acervo, propiciando ainda, por uma sele\u00e7\u00e3o de obras de outras latitudes, sobremaneira no que diz respeito \u00e0 cultura ibero-americana, um conhecimento mais amplo dos diversos aspectos que determinam afinidades culturais, assim permitindo uma indispens\u00e1vel democratiza\u00e7\u00e3o de ideias.<\/p>\n<p>Intenta ainda contribuir para a viabiliza\u00e7\u00e3o da constru\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica de nossa cultura.<\/p>\n<p>Destaca a Cole\u00e7\u00e3o aspectos como a forma\u00e7\u00e3o mesti\u00e7a da cultura ibero-americana, a contribui\u00e7\u00e3o relevante de autores cearenses tanto na \u00e1rea de cria\u00e7\u00e3o quanto de reflex\u00e3o, a recupera\u00e7\u00e3o documental e patrimonial de nosso acervo liter\u00e1rio, objetivando o resgate da express\u00e3o cultural do povo cearense, em seus mais diversos matizes.<\/p>\n<p>As <strong>Edi\u00e7\u00f5es Theatro Jos\u00e9 de Alencar<\/strong> constituem a proposta in\u00e9dita da SECULT em registrar e difundir a produ\u00e7\u00e3o dramat\u00fargica cearense, al\u00e9m de fomentar a pesquisa de nosso texto teatral, a princ\u00edpio, por meio de 21 t\u00edtulos elencados por um Conselho Editorial composto por Maria Rejane Reinaldo, Fernanda Quinder\u00e9 (tamb\u00e9m consultora editorial da cole\u00e7\u00e3o), Ricardo Guilherme, Gilmar de Carvalho, Haroldo Serra, Izabel Gurel e Marcelo Costa.<\/p>\n<p>A <strong>Cole\u00e7\u00e3o Bar\u00e3o de Studart<\/strong> \u00e9 constitu\u00edda de alguns dos principais t\u00edtulos do historiador Guilherme Studart, refer\u00eancias obrigat\u00f3rias para grande parte das pesquisas sobre o Cear\u00e1.<\/p>\n<p>A Coordena\u00e7\u00e3o editorial das cole\u00e7\u00f5es e apoios editoriais da SECULT est\u00e1, desde 2009, sob a responsabilidade do escritor e produtor cultural Raymundo Netto, que tamb\u00e9m assina a autoria, organiza\u00e7\u00e3o, capa e projetos gr\u00e1ficos, al\u00e9m das fotos de grande parte dos t\u00edtulos abaixo listados. <\/p>\n<p><strong>S\u00e3o, at\u00e9 ent\u00e3o, 104 t\u00edtulos publicados e em processo de publica\u00e7\u00e3o (*), cada um com a tiragem variando entre 1.000 a 1.500 exemplares.<\/strong><\/p>\n<p>Podemos destacar:<\/p>\n<p>Not\u00edcia Hist\u00f3rica da Vida e Obra de Haydn (Ingrid Shwasborm e Jos\u00e9 Augusto Bezerra), apoio editorial (Conv\u00eanio com ACEP)<\/p>\n<p>O Circo: eterno tr\u00e1fego de vida e sonho (Jacques Antunes), apoio editorial (Conv\u00eanio APAECE)<\/p>\n<p>Arquitetura e Estrutura: o uso do concreto armado em Fortaleza (Beatriz Di\u00f3genes), apoio editorial.<\/p>\n<p>Marx no S\u00e9culo XXI (Francisco Teixeira e Celso Frederico), apoio editorial (coedi\u00e7\u00e3o com a Cortez Editora)<\/p>\n<p>Atlas Lingu\u00edstico do Cear\u00e1 \u2013 Vol I (Rog\u00e9rio Bessa, Jos\u00e9 Alves Fernandes e outros), apoio editorial, coedi\u00e7\u00e3o com a UFC<\/p>\n<p>Atlas Lingu\u00edstico do Cear\u00e1 \u2013 Vol II (Rog\u00e9rio Bessa, Jos\u00e9 Alves Fernandes e outros), apoio editorial, coedi\u00e7\u00e3o com a UFC<\/p>\n<p>Prel\u00fadios Po\u00e9ticos (Juvenal Galeno), S\u00e9rie Mem\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>A Machadada: poema fant\u00e1stico \/ Porangaba (Juvenal Galeno), S\u00e9rie Mem\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Quem com Ferro Fere, com Ferro ser\u00e1 Ferido \/ Can\u00e7\u00f5es da Escola (Juvenal Galeno), S\u00e9rie Mem\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Lendas e Can\u00e7\u00f5es Populares (Juvenal Galeno), S\u00e9rie Mem\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Lira Cearense \u2013 edi\u00e7\u00e3o fac-similar \u2013 (Juvenal Galeno), S\u00e9rie Mem\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Folhetins de Silvanus (Juvenal Galeno), S\u00e9rie Mem\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Cenas Populares (Juvenal Galeno), S\u00e9rie Mem\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Medicina Caseira (Juvenal Galeno), S\u00e9rie Mem\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Cantigas Populares (Juvenal Galeno), S\u00e9rie Mem\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Cronologia Comentada de Juvenal Galeno (Raymundo Netto), S\u00e9rie Mem\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Con Jos\u00e9 Mart\u00ed: cultivar los sentimientos (Justo Pereda Rodr\u00edguez, BC Neto e Lidia Esther Ortega), S\u00e9rie Biblioteca Bolivariana, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Iman\u00eancia Ind\u00edgena (Tito Barros Leal), S\u00e9rie Panorama Nacional, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Romanceiro de B\u00e1rbara (Caetano Ximenes de Arag\u00e3o), S\u00e9rie Luz do Cear\u00e1, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>O Enigma do Jano Caboclo: para uma leitura antropo-semiol\u00f3gica da narrativa popular em verso (Eduardo Diatahy Bezerra de Menezes), S\u00e9rie Panorama Nacional, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura (*)<\/p>\n<p>O Romance Cearense (Abelardo Montenegro), s\u00e9rie Luz do Cear\u00e1, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura (*)<\/p>\n<p>O Caso de Sobral: sociabilidade e cultura das elites urbanas \u2013 1880 a 1930 (Elza Marinho), s\u00e9rie Panorama Nacional, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Retratos e Lembran\u00e7as: reminisc\u00eancias liter\u00e1rias (Ant\u00f4nio Sales), s\u00e9rie Mem\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Fortaleza Descal\u00e7a (Otac\u00edlio de Azevedo), s\u00e9rie Mem\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura (*)<\/p>\n<p>A Tela Prateada (Ary Bezerra Leite), s\u00e9rie Mem\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Coroa de Rosas e de Espinhos (M\u00e1rio da Silveira), fac s\u00edmile, s\u00e9rie Luz do Cear\u00e1, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Protagonistas de Rachel: caminhos e descaminhos (Lourdinha Leite Barbosa), s\u00e9rie Panorama Nacional, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>O Canto Novo da Ra\u00e7a (J\u00e1der de Carvalho, Sidney Netto, Mozart Firmeza e Franklin Nascimento), s\u00e9rie Luz do Cear\u00e1, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>O Sangue da Terra (Jos\u00e9 Carlos Mendes Brand\u00e3o), apoio editorial, coedi\u00e7\u00e3o Pr\u00eamio Ideal Clube<\/p>\n<p>Minha Terra (Ant\u00f4nio Sales), s\u00e9rie Luz do Cear\u00e1, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>L\u00e2mina (Maur\u00edcio Cals), apoio editorial, coedi\u00e7\u00e3o Pr\u00eamio Ideal Clube<\/p>\n<p>Na Esfera das Letras (Joaryvar Macedo), s\u00e9rie Mem\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Am\u00e9rico Fac\u00f3: obra perdida (Am\u00e9rico Fac\u00f3), organiza\u00e7\u00e3o de Floriano Martins e Raymundo Netto, s\u00e9rie Luz do Cear\u00e1, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Cr\u00edtica &#8211; 2\u00aa s\u00e9rie (1946-1948) (Alu\u00edzio Medeiros), s\u00e9rie Mem\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura (*)<\/p>\n<p>Cr\u00edtica &#8211; 1\u00aa s\u00e9rie (1944-1945) (Alu\u00edzio Medeiros), s\u00e9rie Mem\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura (*)<\/p>\n<p>8 Verbetes (Carlos N\u00f3brega), apoio editorial, coedi\u00e7\u00e3o Pr\u00eamio Ideal Clube<\/p>\n<p>O Livro dos Enforcados (Gustavo Barroso), s\u00e9rie Luz do Cear\u00e1, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>O Simas (Papi J\u00fanior), s\u00e9rie Luz do Cear\u00e1, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura (*)<\/p>\n<p>Moreira Campos \u2013 Conto Completo I (Moreira Campos), organiza\u00e7\u00e3o Neuma Cavalcante, s\u00e9rie Mem\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura (*)<\/p>\n<p>Moreira Campos \u2013 Conto Completo II (Moreira Campos), organiza\u00e7\u00e3o Neuma Cavalcante, s\u00e9rie Mem\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura (*)<\/p>\n<p>Moreira Campos \u2013 Conto Completo III (Moreira Campos), organiza\u00e7\u00e3o Neuma Cavalcante, s\u00e9rie Mem\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura (*)<\/p>\n<p>Dolentes (L\u00edvio Barreto), s\u00e9rie Luz do Cear\u00e1, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Dolentes (L\u00edvio Barreto), s\u00e9rie Luz do Cear\u00e1, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura (reimpress\u00e3o da 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o)<\/p>\n<p>Autobiografia de Alberto Porf\u00edrio, s\u00e9rie Luz do Cear\u00e1, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Estudos sobre a L\u00edngua Culta Falada em Fortaleza (v\u00e1rios autores), organiza\u00e7\u00e3o de Clemilton Lopes, s\u00e9rie Panorama Nacional, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Oito Pe\u00e7as Curtas (Rafael Martins), s\u00e9rie Dramaturgia, Edi\u00e7\u00f5es Theatro Jos\u00e9 de Alencar<\/p>\n<p>Textos Para Teatro + 5 (Walden Luiz), s\u00e9rie Dramaturgia, Edi\u00e7\u00f5es Theatro Jos\u00e9 de Alencar (*)<\/p>\n<p>Curral Grande (Marcos Barbosa), s\u00e9rie Dramaturgia, Edi\u00e7\u00f5es Theatro Jos\u00e9 de Alencar<\/p>\n<p>Entre Ritos, Risos e Batalhas (Oswald Barroso), s\u00e9rie Dramaturgia, Edi\u00e7\u00f5es Theatro Jos\u00e9 de Alencar<\/p>\n<p>Princ\u00edpios da Dramaturgia Cearense (J Galeno, W. Alc\u00e2ntara e S. Serra), s\u00e9rie Mem\u00f3ria, Edi\u00e7\u00f5es Theatro Jos\u00e9 de Alencar<\/p>\n<p>Dramaturgia de Geraldo Markan (Geraldo Markan), s\u00e9rie Dramaturgia, Edi\u00e7\u00f5es Theatro Jos\u00e9 de Alencar<\/p>\n<p>Iracema dos L\u00e1bios de Mel: o musical (adapta\u00e7\u00e3o de Jos\u00e9 Ilclemar Nunes para a obra hom\u00f4nima de Jos\u00e9 de Alencar), s\u00e9rie Dramaturgia, Edi\u00e7\u00f5es Theatro Jos\u00e9 de Alencar<\/p>\n<p>Cariri 1 (v\u00e1rios autores), s\u00e9rie Dramaturgia, Edi\u00e7\u00f5es Theatro Jos\u00e9 de Alencar<\/p>\n<p>Cariri 2 (v\u00e1rios autores), s\u00e9rie Dramaturgia, Edi\u00e7\u00f5es Theatro Jos\u00e9 de Alencar<\/p>\n<p>Paurillo Barroso: o imperador dos sonhos (Fernanda Quinder\u00e9), s\u00e9rie Mem\u00f3ria, Edi\u00e7\u00f5es Theatro Jos\u00e9 de Alencar<\/p>\n<p>O Festival de Esquetes de Fortaleza (Rog\u00e9rio Mesquita), s\u00e9rie Mem\u00f3ria, Edi\u00e7\u00f5es Theatro Jos\u00e9 de Alencar<\/p>\n<p>Tributo ao Talento (Marcelo Costa), s\u00e9rie Mem\u00f3ria, Edi\u00e7\u00f5es Theatro Jos\u00e9 de Alencar (*)<\/p>\n<p>Quando o Cear\u00e1 entra em Cena (Magela Lima), s\u00e9rie Te\u00f3ricos, Edi\u00e7\u00f5es Theatro Jos\u00e9 de Alencar (*)<\/p>\n<p>O Espet\u00e1culo da Vida: a dan\u00e7a de Hugo Bianchi (J\u00falia C\u00e2ndida), s\u00e9rie Mem\u00f3ria, Edi\u00e7\u00f5es Theatro Jos\u00e9 de Alencar<\/p>\n<p>Teatro Completo de Gilmar de Carvalho (Gilmar de Carvalho), s\u00e9rie Dramaturgia, Edi\u00e7\u00f5es Theatro Jos\u00e9 de Alencar<\/p>\n<p>Dramaturgia de Caio Quinder\u00e9 (Caio Quinder\u00e9), s\u00e9rie Dramaturgia, Edi\u00e7\u00f5es Theatro Jos\u00e9 de Alencar<\/p>\n<p>Alarme Geral e outros textos (Zaza Sampaio), s\u00e9rie Dramaturgia, Edi\u00e7\u00f5es Theatro Jos\u00e9 de Alencar<\/p>\n<p>Dramaturgia de Eduardo Campos (Eduardo Campos), s\u00e9rie Dramaturgia, Edi\u00e7\u00f5es Theatro Jos\u00e9 de Alencar<\/p>\n<p>Ramos Cotoco e seus &#8220;Cantares Bohemios&#8221; (Weber dos Anjos), s\u00e9rie Te\u00f3ricos, Edi\u00e7\u00f5es Theatro Jos\u00e9 de Alencar<\/p>\n<p>Onde Mora a Cena Cearense (Hiroldo Serra), s\u00e9rie Te\u00f3ricos, Edi\u00e7\u00f5es Theatro Jos\u00e9 de Alencar (*)<\/p>\n<p>Theatro Jos\u00e9 de Alencar no in\u00edcio do s\u00e9culo XX (Carla Vieira), s\u00e9rie Te\u00f3ricos, Edi\u00e7\u00f5es Theatro Jos\u00e9 de Alencar<\/p>\n<p>Rebeldes Pelos Caminhos de Ferro: os ferrovi\u00e1rios na cartografia de Fortaleza (Nilton Almeida), apoio editorial (*)<\/p>\n<p>P\u00e1ginas escolhidas (Simon Bol\u00edvar), organiza\u00e7\u00e3o\/tradu\u00e7\u00e3o de Jos\u00e9 Alves de Sousa, s\u00e9rie Biblioteca Bolivariana, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Aventura Liter\u00e1ria da Mesti\u00e7agem (Pablo Antonio Cuadra), tradu\u00e7\u00e3o de Floriano Martins e Petra Ramos, s\u00e9rie Biblioteca Bolivariana, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Dentro do Poema (v\u00e1rios autores), organiza\u00e7\u00e3o de Eduardo Langagne e tradu\u00e7\u00e3o de Floriano Martins, s\u00e9rie Biblioteca Bolivariana, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Dibaxu\/Debaixo (Juan Gelman), tradu\u00e7\u00e3o de Andytias Soares, s\u00e9rie Biblioteca Bolivariana, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Ferramentas para participa\u00e7\u00e3o (Marta Harnecker), tradu\u00e7\u00e3o de Jos\u00e9 Alves de Sousa, s\u00e9rie Biblioteca Bolivariana, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>O Pict\u00f3rico na Poesia Cabo-verdiana: dos Claridosos \u00e0 Kiki Lima (Leite J\u00fanior), s\u00e9rie Panorama Nacional, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>ArteCr\u00edtica (Estrigas), s\u00e9rie Luz do Cear\u00e1, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Poesias de Natal (v\u00e1rios autores), organiza\u00e7\u00e3o Leda Maria\/REBRA<\/p>\n<p>A Estrutura Desmontada (F.S. Nascimento), s\u00e9rie Luz do Cear\u00e1, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>&#8220;Catirina, Minha N\u00eaga, T\u00e3o Querendo Te Vend\u00ea&#8230;&#8221; (Hil\u00e1rio Ferreira Sobrinho), s\u00e9rie Panorama Nacional, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>&#8220;Cab\u00f4cullos s\u00e3o os Brancos&#8221; (Maico Oliveira Xavier), s\u00e9rie Panorama Nacional, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura (*)<\/p>\n<p>Vendaval da Liberdade (Edmar Morel), s\u00e9rie Especiais da Cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura (*)<\/p>\n<p>A Grandeza \u00cdndia do Cear\u00e1 (Thomaz Pompeu Sobrinho), organiza\u00e7\u00e3o de Floriano Martins e Virg\u00ednia Markelene, s\u00e9rie Mem\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Arquitetura Ferrovi\u00e1ria do Cear\u00e1 (Jos\u00e9 Capelo Filho e L\u00eddia Sarmiento), s\u00e9rie Mem\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Cabelos Cor de Prata (Waldy Sombra), apoio editorial<\/p>\n<p>Efem\u00e9rides do Cariri (Irineu Pinheiro), Edi\u00e7\u00f5es URCA-UFC-SECULT, s\u00e9rie Mem\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>O Cariri (Irineu Pinheiro), Edi\u00e7\u00f5es URCA-UFC-SECULT, s\u00e9rie Mem\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>A Cidade do Crato (Irineu Pinheiro e Jos\u00e9 de Figueiredo Filho), Edi\u00e7\u00f5es URCA-UFC-SECULT, s\u00e9rie Mem\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Hist\u00f3ria do Cariri I (Jos\u00e9 de Figueiredo Filho), Edi\u00e7\u00f5es URCA-UFC-SECULT, s\u00e9rie Mem\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Hist\u00f3ria do Cariri II (Jos\u00e9 de Figueiredo Filho), Edi\u00e7\u00f5es URCA-UFC-SECULT, s\u00e9rie Mem\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Hist\u00f3ria do Cariri III (Jos\u00e9 de Figueiredo Filho), Edi\u00e7\u00f5es URCA-UFC-SECULT, s\u00e9rie Mem\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Hist\u00f3ria do Cariri IV (Jos\u00e9 de Figueiredo Filho), Edi\u00e7\u00f5es URCA-UFC-SECULT, s\u00e9rie Mem\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Engenhos de Rapadura do Cariri (Jos\u00e9 de Figueiredo Filho), Edi\u00e7\u00f5es URCA-UFC-SECULT, s\u00e9rie Mem\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Folguedos Infantis Caririenses (Jos\u00e9 de Figueiredo Filho), Edi\u00e7\u00f5es URCA-UFC-SECULT, s\u00e9rie Mem\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>O Juazeiro e o Padre C\u00edcero (Floro Bartolomeu), Edi\u00e7\u00f5es URCA-UFC-SECULT, s\u00e9rie Mem\u00f3ria, cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/p>\n<p>Dicion\u00e1rio Biobibliogr\u00e1fico Cearense I (Guilherme Studart), Cole\u00e7\u00e3o Bar\u00e3o de Studart (*)<\/p>\n<p>Dicion\u00e1rio Biobibliogr\u00e1fico Cearense II (Guilherme Studart), Cole\u00e7\u00e3o Bar\u00e3o de Studart (*)<\/p>\n<p>Dicion\u00e1rio Biobibliogr\u00e1fico Cearense III (Guilherme Studart), Cole\u00e7\u00e3o Bar\u00e3o de Studart (*)<\/p>\n<p>Datas e Fatos para a Hist\u00f3ria do Cear\u00e1 I (Guilherme Studart), Cole\u00e7\u00e3o Bar\u00e3o de Studart (*)<\/p>\n<p>Datas e Fatos para a Hist\u00f3ria do Cear\u00e1 II (Guilherme Studart), Cole\u00e7\u00e3o Bar\u00e3o de Studart (*)<\/p>\n<p>Datas e Fatos para a Hist\u00f3ria do Cear\u00e1 III (Guilherme Studart), Cole\u00e7\u00e3o Bar\u00e3o de Studart (*)<\/p>\n<p>Notas para a Hist\u00f3ria do Cear\u00e1: segunda metade do s\u00e9culo XVIII (Guilherme Studart), Cole\u00e7\u00e3o Bar\u00e3o de Studart (*)<\/p>\n<p>Documentos para a Hist\u00f3ria do Brasil e Principalmente do Cear\u00e1 I (Guilherme Studart), Cole\u00e7\u00e3o Bar\u00e3o de Studart (*)<\/p>\n<p>Documentos para a Hist\u00f3ria do Brasil e Principalmente do Cear\u00e1 II (Guilherme Studart), Cole\u00e7\u00e3o Bar\u00e3o de Studart (*)<\/p>\n<p>Documentos para a Hist\u00f3ria do Brasil e Principalmente do Cear\u00e1 III (Guilherme Studart), Cole\u00e7\u00e3o Bar\u00e3o de Studart (*)<\/p>\n<p>Documentos para a Hist\u00f3ria do Brasil e Principalmente do Cear\u00e1 IV (Guilherme Studart), Cole\u00e7\u00e3o Bar\u00e3o de Studart (*)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Estrangeiros e Cear\u00e1 (Gulherme Studart), Cole\u00e7\u00e3o Bar\u00e3o de Studart (*)<\/p>\n<table style=\"text-align: justify;\" border=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<td>\n<p><strong>Destaques:<\/strong><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li><a href=\"index.php?option=com_content&#038;view=article&#038;id=43609\" target=\"_self\">Cole\u00e7\u00e3o Nossa Cultura<\/a><\/li>\n<li><a href=\"index.php?option=com_content&#038;view=article&#038;id=43622\" target=\"_self\">Cole\u00e7\u00e3o Outras hist\u00f3rias (Museu do Cear\u00e1)<\/a><\/li>\n<li><a href=\"index.php?option=com_content&#038;view=article&#038;id=43621\" target=\"_self\">Cole\u00e7\u00e3o Documentos (Arquivo P\u00fablico) <\/a><\/li>\n<li><a href=\"index.php?option=com_content&#038;view=article&#038;id=43614\" target=\"_self\">Publica\u00e7\u00f5es por meio de editais (Apoio editorial)<\/a><\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Breve Hist\u00f3rico das atividades liter\u00e1rias\/Publica\u00e7\u00f5es da Secretaria da Cultura do Cear\u00e1 Em 1946, durante o I Congresso Cearense de Escritores, o historiador Raimundo Gir\u00e3o sugere \u00e0 plateia que exijam, do governo estadual, a cria\u00e7\u00e3o e a instala\u00e7\u00e3o de um Departamento ou Secretaria da Cultura, o que efetivamente veio a acontecer, por meio da Lei n\u00ba [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":12,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-756","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.9 - 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