{"id":702,"date":"2013-01-10T11:27:40","date_gmt":"2013-01-10T14:27:40","guid":{"rendered":"http:\/\/www.secult.ce.gov.br\/2013\/01\/10\/memoria\/"},"modified":"2013-01-10T11:27:40","modified_gmt":"2013-01-10T14:27:40","slug":"memoria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2013\/01\/10\/memoria\/","title":{"rendered":"Mem\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo:<\/strong> A Machadada: poema fant\u00e1stico (1860) \u2013 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o\/ A Porangaba: lenda americana (1861) \u2013 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong>S\u00e9rie: <\/strong>Mem\u00f3ria \u2013 Juvenal Galeno: obra completa<\/p>\n<p><strong>Autor:<\/strong> Juvenal Galeno<\/p>\n<p><strong>Organiza\u00e7\u00e3o:<\/strong> Raymundo Netto<\/p>\n<p><strong>Apresenta\u00e7\u00e3o:<\/strong> Batista de Lima<\/p>\n<p><strong>Coordena\u00e7\u00e3o Editorial:<\/strong> Raymundo Netto<\/p>\n<p><strong>Edi\u00e7\u00e3o:<\/strong> Secult<\/p>\n<p><strong>Assunto:<\/strong> Literatura Poesia<\/p>\n<p><strong>N\u00ba de p\u00e1ginas:<\/strong> 136<\/p>\n<p><strong>Dimens\u00f5es:<\/strong> 14,2 x 20,8 cm<\/p>\n<p><strong>Outros: <\/strong>Fotos de Juvenal, folha de rosto original da primeira edi\u00e7\u00e3o (acervo pessoal de Jos\u00e9 Augusto Bezerra) e da 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o de A Porangaba, capa da primeira edi\u00e7\u00e3o de A Machadada, \u00f3leo sobre tela de Jane Blumberg e de Otac\u00edlio de Azevedo, fotografia do audit\u00f3rio restaurado da Casa de Juvenal Galeno.<\/p>\n<p><strong>Ano de publica\u00e7\u00e3o:<\/strong> 2010<\/p>\n<p><strong>Sinopse: <\/strong>Sobre A Machadada: O que se deu foi que, uma dessas paradas para revista do Batalh\u00e3o da Guarda Nacional, na pra\u00e7a da Matriz, aconteceria justamente no dia e hor\u00e1rio marcados para um almo\u00e7o, na casa da Lagoa Funda, Jacarecanga, \u00e0 convite do Dr. Coutinho. Gon\u00e7alves Dias, que estava doente \u00e0 \u00e9poca, e hospedado na casa do Dr. Ratisbona, chegou ao almo\u00e7o com Freire Alem\u00e3o, Tom\u00e1s Pompeu, Bandeira de Melo, Ratisbona e Numa Pomp\u00edlio, onde se encontrava tamb\u00e9m o Dr. Capanema. Galeno faltou \u00e0 parada, participou do almo\u00e7o, degustando um peru e desgostando seu comandante, um dos homens mais importantes da cidade, que, como pena disciplinar, mandou recolh\u00ea-lo durante seis dias na pris\u00e3o do Estado-Maior da tropa. Juvenal tinha apenas 24 anos. Revolta-se e, como resposta, escreve e publica, na Tipografia Americana de Teot\u00f4nio Esteves de Almeida, mesmo diante de apelos para n\u00e3o faz\u00ea-lo, A Machadada: poema fant\u00e1stico, onde, al\u00e9m de outras coisas, compara o \u201cmiserando Jo\u00e3o\u201d com um camelo. Os amigos de Galeno, em pirra\u00e7a, distribuem a obra a quem podem. Esta, possivelmente, a primeira obra liter\u00e1ria impressa no Cear\u00e1.<\/p>\n<p>A Porangaba: lenda americana, poemeto indianista de Galeno, \u00e9 publicado pela Tipografia Cearense de Joaquim Jos\u00e9 de Oliveira. Distribu\u00eddo em quinze cantos, A Porangaba \u00e9 uma lenda contada por um caboclo a Galeno, conforme o pr\u00f3prio Autor explica. Nela, discorre a hist\u00f3ria tr\u00e1gica de Porangaba, bela \u00edndia tabajara, oferecida, aos quinze anos, ao portugu\u00eas visitante (o personagem n\u00e3o tem nome, sendo chamado pelo narrador de Luso, Lusitano, Emboaba ou Branco), tradi\u00e7\u00e3o da tribo. O aventureiro, entretanto, parte, na manh\u00e3 seguinte, deixando triste a \u00edndia que o esperaria durante tr\u00eas anos. Pirahu\u00e1, valoroso guerreiro tabajara, entretanto, nesse \u00ednterim, recebe Porangaba em casamento, como presente da tribo, pela sua atua\u00e7\u00e3o heroica nas guerras travadas. Porangaba aceita-o com apatia, afinal, a sua alma j\u00e1 havia sido oferecida ao branco ingrato. Passados os tr\u00eas anos, o Emboaba regressa \u00e0 procura daquela por quem se apaixonara \u2014 n\u00e3o o percebera de imediato \u2014 e, ao encontr\u00e1-la, suplicar seu perd\u00e3o e jurar seu amor, amam-se, \u00e0s margens da lagoa de Arronches, sendo logo surpreendidos pelo ca\u00e7ador Pirauh\u00e1 que mata, em batalha feroz, o seu opositor, e condena \u00e0 morte, crivada por flechadas, a amada esposa que o tra\u00eda.<\/p>\n<p><strong>Biografia breve do Autor:<\/strong><\/p>\n<p>Juvenal Galeno, nascido, em Fortaleza, Cear\u00e1, em 27 de setembro de 1836, foi poeta de profunda inspira\u00e7\u00e3o social, al\u00e9m de contista e dramaturgo. Filho de abastado agricultor, aprendeu a ler (conhecendo inclusive o Latim) em Pacatuba, e mais tarde ingressaria no Liceu do Cear\u00e1. Em 1855, desembarcou no Rio de Janeiro, onde conheceu Paula Brito, Machado de Assis, Quintino Bocai\u00fava e Joaquim Manuel de Macedo, dentre outros, e passou a escrever para o Marmota Fluminense. Em 1856, ainda no Rio, com o dinheiro que seu pai lhe deu para aprofundar-se na cultura cafeeira, publicou Prel\u00fadios Po\u00e9ticos, seu primeiro livro, marco inaugural do romantismo cearense. Em 1857, regressou a Fortaleza, passando a atuar na pol\u00edtica local. Em 1860, publicou A Machadada. Nesse per\u00edodo, colaborou com diversos peri\u00f3dicos como O Cearense, Pedro II, A Constitui\u00e7\u00e3o e o carioca Revista Popular. Em 1861, Quem com ferro fere, com ferro ser\u00e1 ferido, com\u00e9dia de Galeno, foi levada \u00e0 cena, e A Porangaba, poema indianista, \u00e9 publicado. Em 1865, lan\u00e7ou Lendas e Can\u00e7\u00f5es Populares, \u00e1pice de sua maturidade po\u00e9tica, e, em 1871, Can\u00e7\u00f5es da Escola, destinada \u00e0s escolas p\u00fablicas, e Cenas Populares, o primeiro livro cearense de contos. No ano seguinte publicaria a colet\u00e2nea Lira Cearense. Padeiro-mor honor\u00e1rio (1895), participou do Clube Liter\u00e1rio e foi um dos fundadores do Instituto do Cear\u00e1 (1887). De 1889 a 1908 foi diretor da Biblioteca P\u00fablica do Estado, afastando-se quando da constata\u00e7\u00e3o da cegueira definitiva. Entretanto, em 1891, publicou Folhetins de Silvanus, livro de s\u00e1tiras sociais e pol\u00edticas. Faleceu em 7 de mar\u00e7o de 1931. Em 1969, por ocasi\u00e3o do 50\u00ba anivers\u00e1rio da Casa de Juvenal Galeno, foram publicados os in\u00e9ditos Medicina Caseira e Cantigas Populares, frutos de seu derradeiro recolhimento.<\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-690\" src=\"https:\/\/www.secult.ce.gov.br\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2013\/01\/arquitetura-ferroviria-no-cear-registro-grfico-e-iconogrfico.jpg\" border=\"0\" width=\"220\" height=\"320\" style=\"border: 1px solid black; margin-left: 4px; margin-right: 4px; margin-top: 2px; margin-bottom: 2px;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo:<\/strong> Arquitetura Ferrovi\u00e1ria no Cear\u00e1: registro gr\u00e1fico e iconogr\u00e1fico<\/p>\n<p><strong>S\u00e9rie:<\/strong> Mem\u00f3ria<\/p>\n<p><strong>Autor:<\/strong> Jos\u00e9 Capelo Filho e L\u00eddia Sarmiento<\/p>\n<p><strong>Coordena\u00e7\u00e3o Editorial:<\/strong> Raymundo Netto e Moacir Ribeiro da Silva<\/p>\n<p><strong>Coedi\u00e7\u00e3o:<\/strong> Secult \u2013 Edi\u00e7\u00f5es UFC<\/p>\n<p><strong>Assunto:<\/strong> Hist\u00f3ria \u2013 Arquitetura &#8211; Patrim\u00f4nio<\/p>\n<p><strong>N\u00ba de p\u00e1ginas:<\/strong> 272<\/p>\n<p><strong>Dimens\u00f5es:<\/strong> 21 x 21 cm<\/p>\n<p><strong>Outros:<\/strong> Fotos, plantas das esta\u00e7\u00f5es e pontes, ilustra\u00e7\u00f5es, material de pesquisa hist\u00f3rica e arquitet\u00f4nica do acervo do engenheiro Mr. Hull.<\/p>\n<p><strong>Ano de publica\u00e7\u00e3o:<\/strong> 2010<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> Com o objetivo de garantir o registro de informa\u00e7\u00f5es para futuros trabalhos de restaura\u00e7\u00e3o, os arquitetos Capelo Filho e L\u00eddia Sarmiento organizaram, a partir do acervo especial\u00edssimo do engenheiro Frank Reginald Hull, uma s\u00e9rie de documentos, dentre os quais, a synopse hist\u00f3rica da Estrada de Ferro de Baturit\u00e9 e o contrato de arrendamento da Uni\u00e3o com a South American Railway Construction Company, Limited, al\u00e9m de dados principais das esta\u00e7\u00f5es ferrovi\u00e1rias em munic\u00edpios cearenses (nas linhas da Estrada de Ferro de Baturit\u00e9 e Sobral, principalmente) e a pesquisa hist\u00f3rica sobre as locomotivas e seu desenvolvimento.<\/p>\n<p><strong>Biografia breve dos Autores:<\/strong><\/p>\n<p>Jos\u00e9 Capelo Filho \u00e9 arquiteto, graduado pela Faculdade de Artes e Arquitetura da Universidade Federal do Cear\u00e1, em 1972. Doutorado pela Universidade Polit\u00e9cnica Superior de Arquitetura de Barcelona, Espanha.Foi Professor Assistente do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Cear\u00e1 e Professor Adjunto do Instituto Superior Polit\u00e9cnico Jos\u00e9 Ant\u00f4nio Echeverr\u00eda em Havana, Cuba. Diretor do Departamento de Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico-Cultural da Funda\u00e7\u00e3o Cultural da Prefeitura Municipal de Fortaleza.<\/p>\n<p>L\u00eddia Sarmiento Garc\u00eda San Miguel \u00e9 arquiteta de nacionalidade cubana, graduada em 1979 pelo Instituto Superior Polit\u00e9cnico Jos\u00e9 Antonio Echeverr\u00eda em La Habana, Cuba. Doutorado, pela Universidade Polit\u00e9cnica de Barcelona, em C\u00e1tedra Gaudi sobre Conserva\u00e7\u00e3o e Restaura\u00e7\u00e3o de Monumentos. Diretora do Departamento de Arquitetura da Oficina do Historiador da Cidade de La Habana, Cuba.<\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-691\" src=\"https:\/\/www.secult.ce.gov.br\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2013\/01\/cantigas-populares-2-edio.jpg\" border=\"0\" width=\"220\" height=\"320\" style=\"margin-left: 4px; margin-right: 4px; margin-top: 2px; margin-bottom: 2px;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo:<\/strong> Cantigas Populares \u2013 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong>S\u00e9rie:<\/strong> Mem\u00f3ria \u2013 Juvenal Galeno: obra completa<\/p>\n<p><strong>Autor: <\/strong>Juvenal Galeno<\/p>\n<p><strong>Organiza\u00e7\u00e3o:<\/strong> Raymundo Netto<\/p>\n<p><strong>Apresenta\u00e7\u00e3o (\u00e0 primeira edi\u00e7\u00e3o):<\/strong> Jos\u00e9 Aur\u00e9lio S. C\u00e2mara<\/p>\n<p><strong>Coordena\u00e7\u00e3o Editorial: <\/strong>Raymundo Netto<\/p>\n<p><strong>Edi\u00e7\u00e3o: <\/strong>Secult<\/p>\n<p><strong>Assunto: <\/strong>Literatura Poesia<\/p>\n<p><strong>N\u00ba de p\u00e1ginas: <\/strong>152<br \/><strong><br \/>Dimens\u00f5es: <\/strong>14,2 x 20,8 cm<\/p>\n<p><strong>Outros:<\/strong> Fotos de Juvenal, capa da partitura Hino a Juvenal Galeno (Filgueiras Lima e Silva Novo), \u00f3leo sobre tela de Jane Blumberg e de Otac\u00edlio de Azevedo, foto da herma de Galeno, poemas de Galeno publicados at\u00e9 o n\u00famero 12 da revista Fortaleza, textos e \/ou poemas de Freitas Nobre, Juvenal Galeno, Austreg\u00e9silo de Athayde, Ant\u00f4nio Sales, reprodu\u00e7\u00e3o de original de poema de Juvenal.<\/p>\n<p><strong>Ano de publica\u00e7\u00e3o:<\/strong> 2010<\/p>\n<p><strong>Sinopse: <\/strong>Livro p\u00f3stumo de Juvenal Galeno, lan\u00e7ado pela Casa de Juvenal Galeno em comemora\u00e7\u00e3o aos 50 anos de sua funda\u00e7\u00e3o. Composto por poesias com tem\u00e1ticas variadas, do l\u00edrico ao folcl\u00f3rico. A data apresentada ao final do livro, corresponde ao per\u00edodo em que se encontrava absolutamente cego. Alguns poemas, como O Cearense, tiveram bastante repercuss\u00e3o entre seus leitores o que levou \u00e0 sua reprodu\u00e7\u00e3o, juntamente com a 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o de A Porangaba, em 1991.<\/p>\n<p><strong>Biografia breve do Autor:<\/strong><\/p>\n<p>Juvenal Galeno, nascido, em Fortaleza, Cear\u00e1, em 27 de setembro de 1836, foi poeta de profunda inspira\u00e7\u00e3o social, al\u00e9m de contista e dramaturgo. Filho de abastado agricultor, aprendeu a ler (conhecendo inclusive o Latim) em Pacatuba, e mais tarde ingressaria no Liceu do Cear\u00e1. Em 1855, desembarcou no Rio de Janeiro, onde conheceu Paula Brito, Machado de Assis, Quintino Bocai\u00fava e Joaquim Manuel de Macedo, dentre outros, e passou a escrever para o Marmota Fluminense. Em 1856, ainda no Rio, com o dinheiro que seu pai lhe deu para aprofundar-se na cultura cafeeira, publicou Prel\u00fadios Po\u00e9ticos, seu primeiro livro, marco inaugural do romantismo cearense. Em 1857, regressou a Fortaleza, passando a atuar na pol\u00edtica local. Em 1860, publicou A Machadada. Nesse per\u00edodo, colaborou com diversos peri\u00f3dicos como O Cearense, Pedro II, A Constitui\u00e7\u00e3o e o carioca Revista Popular. Em 1861, Quem com ferro fere, com ferro ser\u00e1 ferido, com\u00e9dia de Galeno, foi levada \u00e0 cena, e A Porangaba, poema indianista, \u00e9 publicado. Em 1865, lan\u00e7ou Lendas e Can\u00e7\u00f5es Populares, \u00e1pice de sua maturidade po\u00e9tica, e, em 1871, Can\u00e7\u00f5es da Escola, destinada \u00e0s escolas p\u00fablicas, e Cenas Populares, o primeiro livro cearense de contos. No ano seguinte publicaria a colet\u00e2nea Lira Cearense. Padeiro-mor honor\u00e1rio (1895), participou do Clube Liter\u00e1rio e foi um dos fundadores do Instituto do Cear\u00e1 (1887). De 1889 a 1908 foi diretor da Biblioteca P\u00fablica do Estado, afastando-se quando da constata\u00e7\u00e3o da cegueira definitiva. Entretanto, em 1891, publicou Folhetins de Silvanus, livro de s\u00e1tiras sociais e pol\u00edticas. Faleceu em 7 de mar\u00e7o de 1931. Em 1969, por ocasi\u00e3o do 50\u00ba anivers\u00e1rio da Casa de Juvenal Galeno, foram publicados os in\u00e9ditos Medicina Caseira e Cantigas Populares, frutos de seu derradeiro recolhimento.<\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-692\" src=\"https:\/\/www.secult.ce.gov.br\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2013\/01\/cenas-populares-4-edio.jpg\" border=\"0\" width=\"220\" height=\"320\" style=\"border: 1px solid black; margin: 2px 4px;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo:<\/strong> Cenas Populares \u2013 4\u00aa edi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong>S\u00e9rie:<\/strong> Mem\u00f3ria \u2013 Juvenal Galeno: obra completa<\/p>\n<p><strong>Autor: <\/strong>Juvenal Galeno<\/p>\n<p><strong>Organiza\u00e7\u00e3o:<\/strong> Raymundo Netto<\/p>\n<p><strong>Apresenta\u00e7\u00e3o: <\/strong>S\u00e2nzio de Azevedo<\/p>\n<p><strong>Coordena\u00e7\u00e3o Editorial:<\/strong> Raymundo Netto<\/p>\n<p><strong>Edi\u00e7\u00e3o:<\/strong> Secult<\/p>\n<p><strong>Assunto:<\/strong> Literatura Conto<\/p>\n<p><strong>N\u00ba de p\u00e1ginas:<\/strong> 244<\/p>\n<p><strong>Dimens\u00f5es:<\/strong> 14,2 x 20,8 cm<\/p>\n<p><strong>Outros:<\/strong> Fotos de Juvenal, capa da 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o (1902), \u00f3leo sobre tela de Jane Blumberg e de Otac\u00edlio de Azevedo, fotos de utens\u00edlios e trajes de Galeno, carta de Jos\u00e9 de Alencar e pref\u00e1cio \u00e0 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o assinado por Florival Seraine.<\/p>\n<p><strong>Ano de publica\u00e7\u00e3o:<\/strong> 2010<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> Primeiro livro de contos cearenses, Cenas foi publicado em 1871. Obra composta por oito contos de Galeno, dentre eles: Os Pescadores, Senhor das Ca\u00e7as, Folhas Secas, Clara e O Ser\u00e3o. \u00danico livro de Galeno totalmente em prosa.<\/p>\n<p><strong>Biografia breve do Autor:<\/strong><\/p>\n<p>Juvenal Galeno, nascido, em Fortaleza, Cear\u00e1, em 27 de setembro de 1836, foi poeta de profunda inspira\u00e7\u00e3o social, al\u00e9m de contista e dramaturgo. Filho de abastado agricultor, aprendeu a ler (conhecendo inclusive o Latim) em Pacatuba, e mais tarde ingressaria no Liceu do Cear\u00e1. Em 1855, desembarcou no Rio de Janeiro, onde conheceu Paula Brito, Machado de Assis, Quintino Bocai\u00fava e Joaquim Manuel de Macedo, dentre outros, e passou a escrever para o Marmota Fluminense. Em 1856, ainda no Rio, com o dinheiro que seu pai lhe deu para aprofundar-se na cultura cafeeira, publicou Prel\u00fadios Po\u00e9ticos, seu primeiro livro, marco inaugural do romantismo cearense. Em 1857, regressou a Fortaleza, passando a atuar na pol\u00edtica local. Em 1860, publicou A Machadada. Nesse per\u00edodo, colaborou com diversos peri\u00f3dicos como O Cearense, Pedro II, A Constitui\u00e7\u00e3o e o carioca Revista Popular. Em 1861, Quem com ferro fere, com ferro ser\u00e1 ferido, com\u00e9dia de Galeno, foi levada \u00e0 cena, e A Porangaba, poema indianista, \u00e9 publicado. Em 1865, lan\u00e7ou Lendas e Can\u00e7\u00f5es Populares, \u00e1pice de sua maturidade po\u00e9tica, e, em 1871, Can\u00e7\u00f5es da Escola, destinada \u00e0s escolas p\u00fablicas, e Cenas Populares, o primeiro livro cearense de contos. No ano seguinte publicaria a colet\u00e2nea Lira Cearense. Padeiro-mor honor\u00e1rio (1895), participou do Clube Liter\u00e1rio e foi um dos fundadores do Instituto do Cear\u00e1 (1887). De 1889 a 1908 foi diretor da Biblioteca P\u00fablica do Estado, afastando-se quando da constata\u00e7\u00e3o da cegueira definitiva. Entretanto, em 1891, publicou Folhetins de Silvanus, livro de s\u00e1tiras sociais e pol\u00edticas. Faleceu em 7 de mar\u00e7o de 1931. Em 1969, por ocasi\u00e3o do 50\u00ba anivers\u00e1rio da Casa de Juvenal Galeno, foram publicados os in\u00e9ditos Medicina Caseira e Cantigas Populares, frutos de seu derradeiro recolhimento.<\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-693\" src=\"https:\/\/www.secult.ce.gov.br\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2013\/01\/cronologia-comentada-de-juvenal-galeno.jpg\" border=\"0\" width=\"220\" height=\"320\" style=\"margin-top: 2px; margin-bottom: 2px; margin-left: 4px; margin-right: 4px;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo:<\/strong> Cronologia Comentada de Juvenal Galeno<\/p>\n<p><strong>S\u00e9rie:<\/strong> Mem\u00f3ria \u2013 Juvenal Galeno: obra completa<\/p>\n<p><strong>Autor: <\/strong>Raymundo Netto<\/p>\n<p><strong>Organiza\u00e7\u00e3o e Nota Editorial:<\/strong> Raymundo Netto<\/p>\n<p><strong>Coordena\u00e7\u00e3o Editorial:<\/strong> Raymundo Netto<\/p>\n<p><strong>Edi\u00e7\u00e3o:<\/strong> Secult<\/p>\n<p><strong>Assunto:<\/strong> Literatura Biografia<\/p>\n<p><strong>N\u00ba de p\u00e1ginas:<\/strong> 98<\/p>\n<p><strong>Dimens\u00f5es: <\/strong>14,2 x 20,8 cm<\/p>\n<p><strong>Ano de publica\u00e7\u00e3o:<\/strong> 2010<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> Pesquisa cronol\u00f3gica sobre Juvenal Galeno e sua obra, destacando trechos de livros e analisando quest\u00f5es sobre a sua import\u00e2ncia e produ\u00e7\u00e3o textual. Um convite, fartamente ilustrado, \u00e0 reflex\u00e3o sobre autor e obra.<\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-694\" src=\"https:\/\/www.secult.ce.gov.br\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2013\/01\/folhetins-de-silvanus-3-edio.jpg\" border=\"0\" width=\"220\" height=\"320\" style=\"border: 1px solid black; margin-top: 2px; margin-bottom: 2px; margin-left: 4px; margin-right: 4px;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: <\/strong>Folhetins de Silvanus \u2013 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong>S\u00e9rie:<\/strong> Mem\u00f3ria \u2013 Juvenal Galeno: obra completa<\/p>\n<p><strong>Autor:<\/strong> Juvenal Galeno<\/p>\n<p><strong>Organiza\u00e7\u00e3o:<\/strong> Raymundo Netto<\/p>\n<p><strong>Apresenta\u00e7\u00e3o (\u00e0 primeira edi\u00e7\u00e3o):<\/strong> Renato Braga<\/p>\n<p><strong>Coordena\u00e7\u00e3o Editorial: <\/strong>Raymundo Netto<\/p>\n<p><strong>Edi\u00e7\u00e3o:<\/strong> Secult<\/p>\n<p><strong>Assunto:<\/strong> Literatura Poesia e Prosa &#8211; s\u00e1tira<\/p>\n<p><strong>N\u00ba de p\u00e1ginas:<\/strong> 250<\/p>\n<p><strong>Dimens\u00f5es:<\/strong> 14,2 x 20,8 cm<\/p>\n<p><strong>Outros:<\/strong> Fotos de Juvenal, capa da 1\u00aa edi\u00e7\u00e3o de Folhetins de Silvanus (1891), \u00f3leo sobre tela de Jane Blumberg e de Otac\u00edlio de Azevedo, foto da herma de Galeno.<\/p>\n<p><strong>Ano de publica\u00e7\u00e3o:<\/strong> 2010<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> Livro de s\u00e1tiras e cr\u00edticas de costumes, em verso e em prosa, Folhetins de Silvanus \u00e9 uma colet\u00e2nea de textos extra\u00eddos do jornal A Constitui\u00e7\u00e3o, onde Galeno, sob pseud\u00f4nimo, publicava. Obra, at\u00e9 ent\u00e3o, de pouco acesso. Entretanto, com sua publica\u00e7\u00e3o, os leitores perceber\u00e3o a mudan\u00e7a dos tempos, final do s\u00e9culo XIX, pelo olhar atento do Poeta, al\u00e9m de conhecer um pouco mais do homem por tr\u00e1s das letras em suas ang\u00fastias e reflex\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Biografia breve do Autor:<\/strong><\/p>\n<p>Juvenal Galeno, nascido, em Fortaleza, Cear\u00e1, em 27 de setembro de 1836, foi poeta de profunda inspira\u00e7\u00e3o social, al\u00e9m de contista e dramaturgo. Filho de abastado agricultor, aprendeu a ler (conhecendo inclusive o Latim) em Pacatuba, e mais tarde ingressaria no Liceu do Cear\u00e1. Em 1855, desembarcou no Rio de Janeiro, onde conheceu Paula Brito, Machado de Assis, Quintino Bocai\u00fava e Joaquim Manuel de Macedo, dentre outros, e passou a escrever para o Marmota Fluminense. Em 1856, ainda no Rio, com o dinheiro que seu pai lhe deu para aprofundar-se na cultura cafeeira, publicou Prel\u00fadios Po\u00e9ticos, seu primeiro livro, marco inaugural do romantismo cearense. Em 1857, regressou a Fortaleza, passando a atuar na pol\u00edtica local. Em 1860, publicou A Machadada. Nesse per\u00edodo, colaborou com diversos peri\u00f3dicos como O Cearense, Pedro II, A Constitui\u00e7\u00e3o e o carioca Revista Popular. Em 1861, Quem com ferro fere, com ferro ser\u00e1 ferido, com\u00e9dia de Galeno, foi levada \u00e0 cena, e A Porangaba, poema indianista, \u00e9 publicado. Em 1865, lan\u00e7ou Lendas e Can\u00e7\u00f5es Populares, \u00e1pice de sua maturidade po\u00e9tica, e, em 1871, Can\u00e7\u00f5es da Escola, destinada \u00e0s escolas p\u00fablicas, e Cenas Populares, o primeiro livro cearense de contos. No ano seguinte publicaria a colet\u00e2nea Lira Cearense. Padeiro-mor honor\u00e1rio (1895), participou do Clube Liter\u00e1rio e foi um dos fundadores do Instituto do Cear\u00e1 (1887). De 1889 a 1908 foi diretor da Biblioteca P\u00fablica do Estado, afastando-se quando da constata\u00e7\u00e3o da cegueira definitiva. Entretanto, em 1891, publicou Folhetins de Silvanus, livro de s\u00e1tiras sociais e pol\u00edticas. Faleceu em 7 de mar\u00e7o de 1931. Em 1969, por ocasi\u00e3o do 50\u00ba anivers\u00e1rio da Casa de Juvenal Galeno, foram publicados os in\u00e9ditos Medicina Caseira e Cantigas Populares, frutos de seu derradeiro recolhimento.<\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-695\" src=\"https:\/\/www.secult.ce.gov.br\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2013\/01\/lendas-e-canes-populares-5-edio.jpg\" border=\"0\" width=\"278\" height=\"400\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo:<\/strong> Lendas e Can\u00e7\u00f5es Populares \u2013 5\u00aa edi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong>S\u00e9rie: <\/strong>Mem\u00f3ria \u2013 Juvenal Galeno: obra completa<\/p>\n<p><strong>Autor:<\/strong> Juvenal Galeno<\/p>\n<p><strong>Organiza\u00e7\u00e3o: <\/strong>Raymundo Netto<\/p>\n<p><strong>Estudo Biobibliogr\u00e1fico: <\/strong>Dimas Macedo<\/p>\n<p><strong>Coordena\u00e7\u00e3o Editorial:<\/strong> Raymundo Netto<\/p>\n<p><strong>Edi\u00e7\u00e3o:<\/strong> Secult<\/p>\n<p><strong>Assunto:<\/strong> Literatura Poesia<\/p>\n<p><strong>N\u00ba de p\u00e1ginas:<\/strong> 560<\/p>\n<p><strong>Dimens\u00f5es:<\/strong> 14,2 x 20,8 cm<\/p>\n<p><strong>Outros:<\/strong> Fotos de Juvenal, folha de rosto da primeiras edi\u00e7\u00f5es de Lendas e Can\u00e7\u00f5es&#8230; (acervo da Biblioteca P\u00fablica Governador Menezes Pimentel, da Casa de Juvenal Galeno e de Raymundo Netto), \u00f3leo sobre tela de Jane Blumberg, de Otac\u00edlio de Azevedo e de Vicente Leite (acervo da Casa de Juvenal Galeno).<\/p>\n<p><strong>Ano de publica\u00e7\u00e3o: <\/strong>2010<\/p>\n<p><strong>Sinopse: <\/strong>Lendas e Can\u00e7\u00f5es Populares \u00e9 considerada, por muitos, a obra-prima de Galeno. Foi publicada pela Tipografia de Jo\u00e3o Evangelista. A poesia simples, nativista, aparentemente ing\u00eanua e profundamente social seria logo utilizada como instrumento de agita\u00e7\u00e3o. Em meio a campanhas abolicionistas na Fortaleza, recitavam-se lado a lado a poesia de Castro Alves e de Galeno, visto ent\u00e3o, como poeta abolicionista. Jos\u00e9 Aur\u00e9lio Saraiva C\u00e2mara enfatiza ser o Lendas e Can\u00e7\u00f5es \u201clivro de alta express\u00e3o humana e folcl\u00f3rica, onde reluz um protesto contra a escravid\u00e3o e a justi\u00e7a social\u201d.<\/p>\n<p>Ant\u00f4nio Sales, em Retratos e Lembran\u00e7as: reminisc\u00eancias liter\u00e1rias afirma que \u201cJuvenal foi tamb\u00e9m talvez, o primeiro poeta abolicionista do Brasil\u201d.<\/p>\n<p>Nas palavras de Galeno, em junho de 1864, na apresenta\u00e7\u00e3o de Lendas e Can\u00e7\u00f5es&#8230;, o lamento por saber sua obra incompreendida entre a intelectualidade e a classe dominante, entretanto, valorizada pelo povo: \u201cSei que mal recebido serei nos sal\u00f5es aristocratas e entre os cr\u00edticos que, estudando no livro do estrangeiro o nosso povo, desconhecem-no a tal ponto de escreverem que o Brasil n\u00e3o tem poesia popular! (&#8230;) Desprezado nos sal\u00f5es, encontrarei bom gasalhado na oficina, na cho\u00e7a, no seio do povo; o oper\u00e1rio entoar\u00e1 no trabalho estas can\u00e7\u00f5es, as crian\u00e7as repeti-las-\u00e3o no lar, e o veterano recrutado, o escravo, o oprimido&#8230; derramar\u00e3o muitas l\u00e1grimas ao escut\u00e1-las. E, assim, cumprirei a minha miss\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p><strong>Biografia breve do Autor:<\/strong><\/p>\n<p>Juvenal Galeno, nascido, em Fortaleza, Cear\u00e1, em 27 de setembro de 1836, foi poeta de profunda inspira\u00e7\u00e3o social, al\u00e9m de contista e dramaturgo. Filho de abastado agricultor, aprendeu a ler (conhecendo inclusive o Latim) em Pacatuba, e mais tarde ingressaria no Liceu do Cear\u00e1. Em 1855, desembarcou no Rio de Janeiro, onde conheceu Paula Brito, Machado de Assis, Quintino Bocai\u00fava e Joaquim Manuel de Macedo, dentre outros, e passou a escrever para o Marmota Fluminense. Em 1856, ainda no Rio, com o dinheiro que seu pai lhe deu para aprofundar-se na cultura cafeeira, publicou Prel\u00fadios Po\u00e9ticos, seu primeiro livro, marco inaugural do romantismo cearense. Em 1857, regressou a Fortaleza, passando a atuar na pol\u00edtica local. Em 1860, publicou A Machadada. Nesse per\u00edodo, colaborou com diversos peri\u00f3dicos como O Cearense, Pedro II, A Constitui\u00e7\u00e3o e o carioca Revista Popular. Em 1861, Quem com ferro fere, com ferro ser\u00e1 ferido, com\u00e9dia de Galeno, foi levada \u00e0 cena, e A Porangaba, poema indianista, \u00e9 publicado. Em 1865, lan\u00e7ou Lendas e Can\u00e7\u00f5es Populares, \u00e1pice de sua maturidade po\u00e9tica, e, em 1871, Can\u00e7\u00f5es da Escola, destinada \u00e0s escolas p\u00fablicas, e Cenas Populares, o primeiro livro cearense de contos. No ano seguinte publicaria a colet\u00e2nea Lira Cearense. Padeiro-mor honor\u00e1rio (1895), participou do Clube Liter\u00e1rio e foi um dos fundadores do Instituto do Cear\u00e1 (1887). De 1889 a 1908 foi diretor da Biblioteca P\u00fablica do Estado, afastando-se quando da constata\u00e7\u00e3o da cegueira definitiva. Entretanto, em 1891, publicou Folhetins de Silvanus, livro de s\u00e1tiras sociais e pol\u00edticas. Faleceu em 7 de mar\u00e7o de 1931. Em 1969, por ocasi\u00e3o do 50\u00ba anivers\u00e1rio da Casa de Juvenal Galeno, foram publicados os in\u00e9ditos Medicina Caseira e Cantigas Populares, frutos de seu derradeiro recolhimento.<\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-696\" src=\"https:\/\/www.secult.ce.gov.br\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2013\/01\/lira-cearense-2-edio-fac-similar.jpg\" border=\"0\" width=\"220\" height=\"320\" style=\"margin-top: 2px; margin-bottom: 2px; margin-left: 4px; margin-right: 4px;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo:<\/strong> Lira Cearense \u2013 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o \u2013 fac-similar<\/p>\n<p><strong>S\u00e9rie:<\/strong> Mem\u00f3ria \u2013 Juvenal Galeno: obra completa<\/p>\n<p><strong>Autor: <\/strong>Juvenal Galeno<\/p>\n<p><strong>Organiza\u00e7\u00e3o:<\/strong> Raymundo Netto<\/p>\n<p><strong>Coordena\u00e7\u00e3o Editorial:<\/strong> Raymundo Netto<\/p>\n<p><strong>Edi\u00e7\u00e3o:<\/strong> Secult<\/p>\n<p><strong>Assunto:<\/strong> Literatura Poesia<\/p>\n<p><strong>N\u00ba de p\u00e1ginas:<\/strong> 140<\/p>\n<p><strong>Dimens\u00f5es:<\/strong> 28 x 14 cm<\/p>\n<p><strong>Outros:<\/strong> Fotos de Juvenal, utens\u00edlios dom\u00e9sticos da fam\u00edlia Galeno, \u00f3leo sobre tela de Jane Blumberg, de Otac\u00edlio de Azevedo e de Alejandre Shutka (acervo da Casa de Juvenal Galeno).<\/p>\n<p><strong>Ano de publica\u00e7\u00e3o:<\/strong> 2010<\/p>\n<p>Sinopse: Na Prov\u00edncia, Juvenal Galeno se tornara a figura dominante no meio liter\u00e1rio, chegando a montar uma tipografia, denominada \u201cdo Com\u00e9rcio\u201d, para publicar suas obras, o que, depois dele, tamb\u00e9m faria o Bar\u00e3o de Studart. Na referida oficina foi editado, pelo propriet\u00e1rio, o peri\u00f3dico Lira Cearense, que sa\u00eda aos domingos, sempre com novas produ\u00e7\u00f5es po\u00e9ticas\u201d (Nobre, Geraldo em A Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 Hist\u00f3ria do Jornalismo Cearense). De fato, de janeiro a fevereiro, o Lira era distribu\u00eddo, semanalmente, num total de oito n\u00fameros. Nelas, encontravam-se poesias datadas de 1866 e 1872, sob o t\u00edtulo de Can\u00e7\u00f5es Populares (Lira Popular). Em mar\u00e7o, entretanto, o folheto passou a ser distribu\u00eddo mensalmente, e apresentava poesias sob o t\u00edtulo de Ecos Silvestres (Lira Americana). Ent\u00e3o intitulado Porangaba: lagoa de Arronches, a saga da \u00edndia tabajara, editada em 1861, seria impressa no n\u00ba. 9, de mar\u00e7o de 1872.<\/p>\n<p>Em abril, Juvenal publica as Folhas do Cora\u00e7\u00e3o (Lira \u00cdntima). Ao final do ano, re\u00fane todas as suas publica\u00e7\u00f5es e imprime a edi\u00e7\u00e3o Lira Cearense, com o subt\u00edtulo Poesias Populares \u2014 Americanas \u2014 e \u00cdntimas.<\/p>\n<p><strong>Biografia breve do Autor:<\/strong><\/p>\n<p>Juvenal Galeno, nascido, em Fortaleza, Cear\u00e1, em 27 de setembro de 1836, foi poeta de profunda inspira\u00e7\u00e3o social, al\u00e9m de contista e dramaturgo. Filho de abastado agricultor, aprendeu a ler (conhecendo inclusive o Latim) em Pacatuba, e mais tarde ingressaria no Liceu do Cear\u00e1. Em 1855, desembarcou no Rio de Janeiro, onde conheceu Paula Brito, Machado de Assis, Quintino Bocai\u00fava e Joaquim Manuel de Macedo, dentre outros, e passou a escrever para o Marmota Fluminense. Em 1856, ainda no Rio, com o dinheiro que seu pai lhe deu para aprofundar-se na cultura cafeeira, publicou Prel\u00fadios Po\u00e9ticos, seu primeiro livro, marco inaugural do romantismo cearense. Em 1857, regressou a Fortaleza, passando a atuar na pol\u00edtica local. Em 1860, publicou A Machadada. Nesse per\u00edodo, colaborou com diversos peri\u00f3dicos como O Cearense, Pedro II, A Constitui\u00e7\u00e3o e o carioca Revista Popular. Em 1861, Quem com ferro fere, com ferro ser\u00e1 ferido, com\u00e9dia de Galeno, foi levada \u00e0 cena, e A Porangaba, poema indianista, \u00e9 publicado. Em 1865, lan\u00e7ou Lendas e Can\u00e7\u00f5es Populares, \u00e1pice de sua maturidade po\u00e9tica, e, em 1871, Can\u00e7\u00f5es da Escola, destinada \u00e0s escolas p\u00fablicas, e Cenas Populares, o primeiro livro cearense de contos. No ano seguinte publicaria a colet\u00e2nea Lira Cearense. Padeiro-mor honor\u00e1rio (1895), participou do Clube Liter\u00e1rio e foi um dos fundadores do Instituto do Cear\u00e1 (1887). De 1889 a 1908 foi diretor da Biblioteca P\u00fablica do Estado, afastando-se quando da constata\u00e7\u00e3o da cegueira definitiva. Entretanto, em 1891, publicou Folhetins de Silvanus, livro de s\u00e1tiras sociais e pol\u00edticas. Faleceu em 7 de mar\u00e7o de 1931. Em 1969, por ocasi\u00e3o do 50\u00ba anivers\u00e1rio da Casa de Juvenal Galeno, foram publicados os in\u00e9ditos Medicina Caseira e Cantigas Populares, frutos de seu derradeiro recolhimento.<\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-697\" src=\"https:\/\/www.secult.ce.gov.br\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2013\/01\/medicina-caseira-2-edio.jpg\" border=\"0\" width=\"220\" height=\"320\" style=\"border: 1px solid black; margin-left: 4px; margin-right: 4px; margin-top: 2px; margin-bottom: 2px;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: <\/strong>Medicina Caseira \u2013 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong>S\u00e9rie: <\/strong>Mem\u00f3ria \u2013 Juvenal Galeno: obra completa<\/p>\n<p><strong>Autor: <\/strong>Juvenal Galeno<\/p>\n<p><strong>Organiza\u00e7\u00e3o:<\/strong> Raymundo Netto<\/p>\n<p><strong>Apresenta\u00e7\u00e3o (\u00e0 1\u00aa edi\u00e7\u00e3o):<\/strong> Oswaldo Riedel, m\u00e9dico e farmac\u00eautico.<\/p>\n<p><strong>Ap\u00eandice:<\/strong> estudo da historiadora Georgina da Silva Gadelha<\/p>\n<p><strong>Coordena\u00e7\u00e3o Editorial:<\/strong> Raymundo Netto<\/p>\n<p><strong>Edi\u00e7\u00e3o:<\/strong> Secult<\/p>\n<p><strong>Assunto:<\/strong> Literatura Poesia<\/p>\n<p><strong>N\u00ba de p\u00e1ginas:<\/strong> 192<\/p>\n<p><strong>Dimens\u00f5es:<\/strong> 14,2 x 20,8 cm<\/p>\n<p><strong>Outros:<\/strong> Fotos de Juvenal e de momentos da Casa de Juvenal Galeno, capa da 1\u00aa edi\u00e7\u00e3o, \u00f3leo sobre tela de Jane Blumberg e de Otac\u00edlio de Azevedo, fotos de vidraria de Galeno.<\/p>\n<p><strong>Ano de publica\u00e7\u00e3o:<\/strong> 2010<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> Livro p\u00f3stumo de Juvenal Galeno, lan\u00e7ado pela Casa de Juvenal Galeno em comemora\u00e7\u00e3o aos 50 anos de sua funda\u00e7\u00e3o. Composto por poesias sobre temas medicinais e meizinhas, onde o Poeta, que havia anos colecionava anota\u00e7\u00f5es e recortes de jornais e revistas, crente que era na medicina caseira e na necessidade do povo de dar continuidade \u00e0 pr\u00e1tica, mesmo na \u00e9poca em que a medicina avan\u00e7ava em tecnologia, por saber que tal avan\u00e7o custava caro e o povo n\u00e3o poderia usufruir dos novos milagres anunciados.<\/p>\n<p><strong>Biografia breve do Autor:<\/strong><\/p>\n<p>Juvenal Galeno, nascido, em Fortaleza, Cear\u00e1, em 27 de setembro de 1836, foi poeta de profunda inspira\u00e7\u00e3o social, al\u00e9m de contista e dramaturgo. Filho de abastado agricultor, aprendeu a ler (conhecendo inclusive o Latim) em Pacatuba, e mais tarde ingressaria no Liceu do Cear\u00e1. Em 1855, desembarcou no Rio de Janeiro, onde conheceu Paula Brito, Machado de Assis, Quintino Bocai\u00fava e Joaquim Manuel de Macedo, dentre outros, e passou a escrever para o Marmota Fluminense. Em 1856, ainda no Rio, com o dinheiro que seu pai lhe deu para aprofundar-se na cultura cafeeira, publicou Prel\u00fadios Po\u00e9ticos, seu primeiro livro, marco inaugural do romantismo cearense. Em 1857, regressou a Fortaleza, passando a atuar na pol\u00edtica local. Em 1860, publicou A Machadada. Nesse per\u00edodo, colaborou com diversos peri\u00f3dicos como O Cearense, Pedro II, A Constitui\u00e7\u00e3o e o carioca Revista Popular. Em 1861, Quem com ferro fere, com ferro ser\u00e1 ferido, com\u00e9dia de Galeno, foi levada \u00e0 cena, e A Porangaba, poema indianista, \u00e9 publicado. Em 1865, lan\u00e7ou Lendas e Can\u00e7\u00f5es Populares, \u00e1pice de sua maturidade po\u00e9tica, e, em 1871, Can\u00e7\u00f5es da Escola, destinada \u00e0s escolas p\u00fablicas, e Cenas Populares, o primeiro livro cearense de contos. No ano seguinte publicaria a colet\u00e2nea Lira Cearense. Padeiro-mor honor\u00e1rio (1895), participou do Clube Liter\u00e1rio e foi um dos fundadores do Instituto do Cear\u00e1 (1887). De 1889 a 1908 foi diretor da Biblioteca P\u00fablica do Estado, afastando-se quando da constata\u00e7\u00e3o da cegueira definitiva. Entretanto, em 1891, publicou Folhetins de Silvanus, livro de s\u00e1tiras sociais e pol\u00edticas. Faleceu em 7 de mar\u00e7o de 1931. Em 1969, por ocasi\u00e3o do 50\u00ba anivers\u00e1rio da Casa de Juvenal Galeno, foram publicados os in\u00e9ditos Medicina Caseira e Cantigas Populares, frutos de seu derradeiro recolhimento.<\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-698\" src=\"https:\/\/www.secult.ce.gov.br\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2013\/01\/na-esfera-das-letras-registros-e-apresentaes.jpg\" border=\"0\" width=\"220\" height=\"320\" style=\"border: 1px solid black; margin-left: 4px; margin-right: 4px; margin-top: 2px; margin-bottom: 2px;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo:<\/strong> Na Esfera das Letras: registros e apresenta\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p><strong>S\u00e9rie:<\/strong> Mem\u00f3ria<\/p>\n<p><strong>Autor:<\/strong> Joaryvar Macedo<\/p>\n<p><strong>Pref\u00e1cio e Roteiro Biogr\u00e1fico:<\/strong> Dimas Macedo<\/p>\n<p><strong>Coordena\u00e7\u00e3o Editorial:<\/strong> Raymundo Netto<\/p>\n<p><strong>Imagem de capa:<\/strong> Nanquim de Geraldo Jesu\u00edno<\/p>\n<p><strong>Assunto:<\/strong> Literatura &#8211; Resenhas<\/p>\n<p><strong>N\u00ba de p\u00e1ginas:<\/strong> 115<\/p>\n<p><strong>Dimens\u00f5es:<\/strong> 14,2 x 20,8 cm<\/p>\n<p><strong>Ano de publica\u00e7\u00e3o:<\/strong> 2010<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> Reuni\u00e3o de diversas resenhas escritas por Joaryvar Macedo e publicadas em peri\u00f3dicos como O Estado do Cariri (Juazeiro do Norte), A A\u00e7\u00e3o (Crato), Correio do Cear\u00e1, Tribuna do Cear\u00e1 e O Catol\u00e9 (os tr\u00eas em Fortaleza), ou em forma de apresenta\u00e7\u00f5es de livros redigidas por solicita\u00e7\u00e3o dos autores. Dentre os autores resenhados por Macedo, neste livro: Mozart Soriano Aderaldo, Carlso Studart Filho, Risette Cabral Fernandes, J. Cal\u00edope, Raimundo Gir\u00e3o, Jurandy Tem\u00f3teo, Orlando Tejo, Jos\u00e9 Pereira Gondim, Deusdedit Leit\u00e3o, C\u00e2ndida Galeno, Everardo Nobre, Ludmila Mendon\u00e7a, Pe. Sadoc Ara\u00fajo, Geraldo Nobre, Elias Sobral, Ribeiro Ramos, Aldenor Benevides e muitos outros.<\/p>\n<p><strong>Biografia breve do Autor:<\/strong><\/p>\n<p>Joaquim Lobo de Macedo, o Joaryvar Macedo, filho de Ant\u00f4nio Lobo de Macedo, pol\u00edtico e poeta popular, e Maria Torquato Gon\u00e7alves de Macedo, nasceu no dia 20 de maio de 1937, no S\u00edtio Calaba\u00e7o, Lavras da Mangabeira, Cear\u00e1. Cursou as primeiras letras em sua terra natal. Foi aluno do Semin\u00e1rio Diocesano do Crato e do Arquidiocesano de Fortaleza. Cursou Teologia nos Semin\u00e1rios de Recife\/PE e Olinda\/PB. Ingressou na Faculdade de Filosofia do Crato em 1965. P\u00f3s-graduou-se em Metodologia do Ensino Superior pela Universidade Cat\u00f3lica de Salvador\/BA. Lecionou em estabelecimentos de ensino de Juazeiro do Norte, na Faculdade de Filosofia do Crato e na Universidade Regional do Cariri. Escritor, ensa\u00edsta e historiador, dedicou-se ao estudo da forma\u00e7\u00e3o \u00e9tnica, hist\u00f3rica e cultural da Regi\u00e3o do Cariri. Fundou e dirigiu, por mais de dez anos, o Instituto Cultural do Vale Caririense. Em 1983, transferiu-se para Fortaleza onde assumiu o cargo de Assessor Especial do Presidente do Conselho de Educa\u00e7\u00e3o do Cear\u00e1. Foi Secret\u00e1rio da Cultura e Desporto do Estado do Cear\u00e1 (1983-1987) e Presidente do Conselho Estadual de Cultura. Recebeu do Governo do Estado a Medalha Jos\u00e9 de Alencar. \u00c9 Patrono da Cadeira n\u00ba. 5 da Academia Lavrense de Letras. Integrou diversas institui\u00e7\u00f5es culturais, no Brasil e no exterior, dentre elas: Instituto Cultural do Cariri, Academia Cearense de Letras, Instituto Geneal\u00f3gico Brasileiro, Instituto do Cear\u00e1, Academia Internacional de Letras &#8220;3 Fronteiras&#8221;, Academia Internacional de Ci\u00eancias Human\u00edsticas, Academia Castro Alves\/BA e Instituto Hist\u00f3rico e Geogr\u00e1fico Paraibano. Faleceu em Fortaleza, a 29 de janeiro de 1991.<\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-699\" src=\"https:\/\/www.secult.ce.gov.br\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2013\/01\/preldios-poticos-2-edio.jpg\" border=\"0\" width=\"220\" height=\"320\" style=\"border: 1px solid black; margin: 2px 4px;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: <\/strong>Prel\u00fadios Po\u00e9ticos \u2013 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong>S\u00e9rie:<\/strong> Mem\u00f3ria \u2013 Juvenal Galeno: obra completa<\/p>\n<p><strong>Autor:<\/strong> Juvenal Galeno<\/p>\n<p><strong>Organiza\u00e7\u00e3o:<\/strong> Raymundo Netto<\/p>\n<p><strong>Apresenta\u00e7\u00e3o: <\/strong>S\u00e2nzio de Azevedo<br \/><strong><br \/>Coordena\u00e7\u00e3o Editorial:<\/strong> Raymundo Netto<\/p>\n<p><strong>Edi\u00e7\u00e3o: <\/strong>Secult<\/p>\n<p><strong>Assunto:<\/strong> Literatura Poesia<\/p>\n<p><strong>N\u00ba de p\u00e1ginas:<\/strong> 160<\/p>\n<p><strong>Dimens\u00f5es:<\/strong> 14,2 x 20,8 cm<\/p>\n<p><strong>Outros:<\/strong> Fotos de Juvenal, folha de rosto da primeira edi\u00e7\u00e3o de Prel\u00fadios Po\u00e9ticos (acervo da Biblioteca P\u00fablica Governador Menezes Pimentel), \u00f3leo sobre tela de Jane Blumberg e de Otac\u00edlio de Azevedo, fotografia de Galeno jovem colhida na serra da Aratanha, por daguerre\u00f3tipo da Comiss\u00e3o Cient\u00edfica em passagem no Cear\u00e1, em 1860. Ano de publica\u00e7\u00e3o: 2010<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> Livro de estreia de Juvenal Galeno, impresso na Tipografia Americana de Jos\u00e9 Soares de Pinho, Rio de Janeiro, com o dinheiro que seu pai havia dado para que viajasse e conhecesse as novas t\u00e9cnicas agr\u00edcolas de cafeicultura. S\u00e2nzio de Azevedo, em sua apresenta\u00e7\u00e3o \u00e0 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o de Prel\u00fadios Po\u00e9ticos, afirma: \u201cJuvenal Galeno, j\u00e1 em seu livro de estreia, fazia palpitar, ainda que timidamente em seus versos de principiante, a alma do povo cearense, da qual ele seria, nove anos mais tarde, o leg\u00edtimo int\u00e9rprete, nas Lendas e Can\u00e7\u00f5es Populares. A obra \u00e9 o marco do Romantismo no Cear\u00e1.<\/p>\n<p><strong>Biografia breve do Autor:<\/strong><\/p>\n<p>Juvenal Galeno, nascido, em Fortaleza, Cear\u00e1, em 27 de setembro de 1836, foi poeta de profunda inspira\u00e7\u00e3o social, al\u00e9m de contista e dramaturgo. Filho de abastado agricultor, aprendeu a ler (conhecendo inclusive o Latim) em Pacatuba, e mais tarde ingressaria no Liceu do Cear\u00e1. Em 1855, desembarcou no Rio de Janeiro, onde conheceu Paula Brito, Machado de Assis, Quintino Bocai\u00fava e Joaquim Manuel de Macedo, dentre outros, e passou a escrever para o Marmota Fluminense. Em 1856, ainda no Rio, com o dinheiro que seu pai lhe deu para aprofundar-se na cultura cafeeira, publicou Prel\u00fadios Po\u00e9ticos, seu primeiro livro, marco inaugural do romantismo cearense. Em 1857, regressou a Fortaleza, passando a atuar na pol\u00edtica local. Em 1860, publicou A Machadada. Nesse per\u00edodo, colaborou com diversos peri\u00f3dicos como O Cearense, Pedro II, A Constitui\u00e7\u00e3o e o carioca Revista Popular. Em 1861, Quem com ferro fere, com ferro ser\u00e1 ferido, com\u00e9dia de Galeno, foi levada \u00e0 cena, e A Porangaba, poema indianista, \u00e9 publicado. Em 1865, lan\u00e7ou Lendas e Can\u00e7\u00f5es Populares, \u00e1pice de sua maturidade po\u00e9tica, e, em 1871, Can\u00e7\u00f5es da Escola, destinada \u00e0s escolas p\u00fablicas, e Cenas Populares, o primeiro livro cearense de contos. No ano seguinte publicaria a colet\u00e2nea Lira Cearense. Padeiro-mor honor\u00e1rio (1895), participou do Clube Liter\u00e1rio e foi um dos fundadores do Instituto do Cear\u00e1 (1887). De 1889 a 1908 foi diretor da Biblioteca P\u00fablica do Estado, afastando-se quando da constata\u00e7\u00e3o da cegueira definitiva. Entretanto, em 1891, publicou Folhetins de Silvanus, livro de s\u00e1tiras sociais e pol\u00edticas. Faleceu em 7 de mar\u00e7o de 1931. Em 1969, por ocasi\u00e3o do 50\u00ba anivers\u00e1rio da Casa de Juvenal Galeno, foram publicados os in\u00e9ditos Medicina Caseira e Cantigas Populares, frutos de seu derradeiro recolhimento.<\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-700\" src=\"https:\/\/www.secult.ce.gov.br\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2013\/01\/quem-com-ferro-fere-com-ferro-ser-ferido-1859-.jpg\" border=\"0\" width=\"220\" height=\"320\" style=\"border: 1px solid black; margin: 2px 4px;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo:<\/strong> Quem com Ferro Fere com Ferro ser\u00e1 Ferido (1859) &#8211; 1\u00aa edi\u00e7\u00e3o\/Can\u00e7\u00f5es da Escola (1871) \u2013 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>S\u00e9rie:<\/strong> Mem\u00f3ria \u2013 Juvenal Galeno: obra completa<\/p>\n<p><strong>Autor:<\/strong> Juvenal Galeno<\/p>\n<p><strong>Organiza\u00e7\u00e3o:<\/strong> Raymundo Netto<\/p>\n<p><strong>Apresenta\u00e7\u00e3o:<\/strong> Ricardo Guilherme<\/p>\n<p><strong>Coordena\u00e7\u00e3o Editorial:<\/strong> Raymundo Netto<\/p>\n<p><strong>Edi\u00e7\u00e3o: <\/strong>Secult<\/p>\n<p><strong>Assunto:<\/strong> Dramaturgia Literatura Poesia<\/p>\n<p><strong>N\u00ba de p\u00e1ginas:<\/strong> 96<\/p>\n<p><strong>Dimens\u00f5es:<\/strong> 14,2 x 20,8 cm<\/p>\n<p><strong>Outros:<\/strong> Fotos de Juvenal, folha de rosto da primeira edi\u00e7\u00e3o de Can\u00e7\u00f5es da Escola (acervo da Biblioteca P\u00fablica Governador Menezes Pimentel), capa do manuscrito original de Quem com Ferro Fere&#8230; (acervo da Biblioteca P\u00fablica Governador Menezes Pimentel), \u00f3leo sobre tela de Jane Blumberg e de Otac\u00edlio de Azevedo.<\/p>\n<p><strong>Ano de publica\u00e7\u00e3o:<\/strong> 2010<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> Em Quem Com Ferro Fere, Com Ferro Ser\u00e1 Ferido, Juvenal denuncia e critica o abuso da autoridade dos delegados nas pequenas cidades do interior, a utiliza\u00e7\u00e3o do recrutamento e da cadeia p\u00fablica como instrumentos de vingan\u00e7a, a omiss\u00e3o e a parceria dos latifundi\u00e1rios, dos ricos e dos padres aos desmandos do poder, a hipocrisia e discrimina\u00e7\u00e3o social, a defici\u00eancia e corrup\u00e7\u00e3o da justi\u00e7a, o estado de pobreza e pen\u00faria da maior parte da popula\u00e7\u00e3o indefesa. \u00c9 Galeno que, mesmo em condi\u00e7\u00f5es financeiras privilegiadas, com 23 anos j\u00e1 manifestava a sua posi\u00e7\u00e3o de defensor de um povo oprimido. Marcelo Costa, estudioso e pesquisador do teatro cearense, em sua colet\u00e2nea de artigos, acusa: \u201cseria oportuno pesquisar se n\u00e3o teria sido esse trabalho [Quem com Ferro Fere&#8230;] de Juvenal Galeno o primeiro trabalho teatral cearense. Assim, o grande poeta criador da poesia popular no Brasil seria tamb\u00e9m o iniciador do teatro escrito e encenado no Cear\u00e1.\u201d<\/p>\n<p>Pela Tipografia do Com\u00e9rcio, com venda na livraria de Joaquim J. d\u2019Oliveira, Can\u00e7\u00f5es da Escola, obra adaptada pelo Conselho de Instru\u00e7\u00e3o P\u00fablica do Cear\u00e1 para uso nas aulas do Curso Prim\u00e1rio, tinha o objetivo, segundo o Poeta, de \u201cdesenfadar o menino, alegrando-lhe o esp\u00edrito e de predisp\u00f4-lo, portanto, para continuar o trabalho, \u2014 ensina-lhes \u00fateis preceitos e serve-lhes de est\u00edmulo, pr\u00eamio e castigo, acabando por uma vez com a palmat\u00f3ria, esse brutal recurso da in\u00e9pcia no Magist\u00e9rio. \u00c9, sem d\u00favida, condi\u00e7\u00e3o essencial do progresso no ensino, que a crian\u00e7a ame o mestre e a escola, e deleite encontre na lida que lhe cabe na idade dos brinquedos e sorrisos; que veja no seu mestre um amigo carinhoso, e n\u00e3o o desapiedado algoz; n\u2019aula a casa do contentamento, e n\u00e3o a do mart\u00edrio; e na conviv\u00eancia dos livros sinta entusiasmo e gosto, e n\u00e3o o t\u00e9dio e o sono. Conseguindo isto, nada mais falta conseguir. E qual o meio mais eficaz do que a can\u00e7\u00e3o, a harmonia, esse doce poder que tudo vence na terra?\u201d<\/p>\n<p><strong>Biografia breve do Autor:<\/strong><\/p>\n<p>Juvenal Galeno, nascido, em Fortaleza, Cear\u00e1, em 27 de setembro de 1836, foi poeta de profunda inspira\u00e7\u00e3o social, al\u00e9m de contista e dramaturgo. Filho de abastado agricultor, aprendeu a ler (conhecendo inclusive o Latim) em Pacatuba, e mais tarde ingressaria no Liceu do Cear\u00e1. Em 1855, desembarcou no Rio de Janeiro, onde conheceu Paula Brito, Machado de Assis, Quintino Bocai\u00fava e Joaquim Manuel de Macedo, dentre outros, e passou a escrever para o Marmota Fluminense. Em 1856, ainda no Rio, com o dinheiro que seu pai lhe deu para aprofundar-se na cultura cafeeira, publicou Prel\u00fadios Po\u00e9ticos, seu primeiro livro, marco inaugural do romantismo cearense. Em 1857, regressou a Fortaleza, passando a atuar na pol\u00edtica local. Em 1860, publicou A Machadada. Nesse per\u00edodo, colaborou com diversos peri\u00f3dicos como O Cearense, Pedro II, A Constitui\u00e7\u00e3o e o carioca Revista Popular. Em 1861, Quem com ferro fere, com ferro ser\u00e1 ferido, com\u00e9dia de Galeno, foi levada \u00e0 cena, e A Porangaba, poema indianista, \u00e9 publicado. Em 1865, lan\u00e7ou Lendas e Can\u00e7\u00f5es Populares, \u00e1pice de sua maturidade po\u00e9tica, e, em 1871, Can\u00e7\u00f5es da Escola, destinada \u00e0s escolas p\u00fablicas, e Cenas Populares, o primeiro livro cearense de contos. No ano seguinte publicaria a colet\u00e2nea Lira Cearense. Padeiro-mor honor\u00e1rio (1895), participou do Clube Liter\u00e1rio e foi um dos fundadores do Instituto do Cear\u00e1 (1887). De 1889 a 1908 foi diretor da Biblioteca P\u00fablica do Estado, afastando-se quando da constata\u00e7\u00e3o da cegueira definitiva. Entretanto, em 1891, publicou Folhetins de Silvanus, livro de s\u00e1tiras sociais e pol\u00edticas. Faleceu em 7 de mar\u00e7o de 1931. Em 1969, por ocasi\u00e3o do 50\u00ba anivers\u00e1rio da Casa de Juvenal Galeno, foram publicados os in\u00e9ditos Medicina Caseira e Cantigas Populares, frutos de seu derradeiro recolhimento.<\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-701\" src=\"https:\/\/www.secult.ce.gov.br\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2013\/01\/retratos-e-lembranas-reminiscncias-literrias-2-edio.jpg\" border=\"0\" width=\"220\" height=\"320\" style=\"border: 1px solid black; margin-left: 4px; margin-right: 4px; margin-top: 2px; margin-bottom: 2px;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo:<\/strong> Retratos e Lembran\u00e7as: reminisc\u00eancias liter\u00e1rias \u2013 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong>S\u00e9rie:<\/strong> Mem\u00f3ria<\/p>\n<p><strong>Autor:<\/strong> Ant\u00f4nio Sales<\/p>\n<p><strong>Apresenta\u00e7\u00e3o e notas:<\/strong> S\u00e2nzio de Azevedo<\/p>\n<p><strong>Coordena\u00e7\u00e3o Editorial:<\/strong> Raymundo Netto<\/p>\n<p><strong>Edi\u00e7\u00e3o:<\/strong> Secult<\/p>\n<p><strong>Assunto: <\/strong>Literatura &#8211; Artigos<\/p>\n<p><strong>Imagem de capa:<\/strong> \u201cAnt\u00f4nio Sales\u201d, \u00f3leo sobre madeira de Otac\u00edlio de Azevedo.<\/p>\n<p><strong>N\u00ba de p\u00e1ginas:<\/strong> 140<\/p>\n<p><strong>Dimens\u00f5es:<\/strong> 14,2 x 20,8 cm<\/p>\n<p><strong>Ano de publica\u00e7\u00e3o:<\/strong> 2010<\/p>\n<p><strong>Sinopse: <\/strong>Reuni\u00e3o de 34 artigos, publicados anteriormente na imprensa (entre 1901 e 1937), focalizando personalidades da literatura brasileira. Dentre elas: L\u00edvio Barreto, Juvenal Galeno, Machado de Assis, Jos\u00e9 de Alencar, L\u00facio Mendon\u00e7a, \u00c1lvaro Martins, M\u00e1rio da Silveira, Ant\u00f4nio Bezerra, \u00c9rico Ver\u00edssimo, Gra\u00e7a Aranha, Visconde de Taunay e outros.<\/p>\n<p><strong>Biografia breve do Autor:<\/strong><\/p>\n<p>Ant\u00f4nio Sales nasceu em Paracuru (antigo Parazinho), em 1868. Aos 14 anos veio a Fortaleza, onde trabalhou como caixeiro em casas comerciais. Publicou seu primeiro soneto em A Quinzena, do Clube Liter\u00e1rio (1886). Estreou, em livro, com Versos Diversos (1890). Aos 22 anos, era funcion\u00e1rio P\u00fablico. Mais tarde, Secret\u00e1rio da Justi\u00e7a e Interior e, em 1893\/96, Deputado Provincial. Em 1892 fundou, como \u201cMoacir Jurema\u201d, o gr\u00eamio liter\u00e1rio mais original da hist\u00f3ria cearense, a Padaria Espiritual, formulando seu famoso Programa de Instala\u00e7\u00e3o. Em 1896, transferiu-se para o Rio de Janeiro quando ingressou no Tesouro Nacional. Conhecido como idealizador e correspondente da Padaria Espiritual, foi rapidamente acolhido, destacando-se como uma grande express\u00e3o de seu tempo. Em 1901 era um dos redatores do Correio da Manh\u00e3. No Rio, tinha a amizade de Machado de Assis, Afonso Celso, Olavo Bilac, L\u00facio de Mendon\u00e7a, Gra\u00e7a Aranha e outros. Por solicita\u00e7\u00e3o de Jos\u00e9 Ver\u00edssimo, biografou os quarenta imortais da Academia Brasileira de Letras na Revista Brasileira. Dentre suas obras: A Pol\u00edtica \u00e9 a Mesma (em parceria com Alfredo Peixoto, 1891), Trovas do Norte (1895), Poesias (1902), Aves de Arriba\u00e7\u00e3o (em livro, 1914), Minha Terra (1919), Panteon (op\u00fasculo, 1919), O Mata-Pau (1931), Retratos e Lembran\u00e7as (1938) e, postumamente, \u00c1guas Passadas (1944) e F\u00e1bulas Brasileiras (1944). 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