{"id":682,"date":"2013-01-09T13:38:20","date_gmt":"2013-01-09T16:38:20","guid":{"rendered":"http:\/\/www.secult.ce.gov.br\/2013\/01\/09\/luz-do-ceara\/"},"modified":"2013-01-09T13:38:20","modified_gmt":"2013-01-09T16:38:20","slug":"luz-do-ceara","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2013\/01\/09\/luz-do-ceara\/","title":{"rendered":"Luz do Cear\u00e1"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo:<\/strong> Dolentes &#8211; 3\u00ba edi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong>S\u00e9rie:<\/strong> Luz do Cear\u00e1<\/p>\n<p><strong>Autor:<\/strong> L\u00edvio Barreto<\/p>\n<p><strong>Organiza\u00e7\u00e3o: <\/strong>Braga Montenegro<\/p>\n<p><strong>Apresenta\u00e7\u00e3o: <\/strong>S\u00e2nzio de Azevedo<\/p>\n<p><strong>Ap\u00eandice:<\/strong> Waldemiro Cavalc\u00e2nti<\/p>\n<p><strong>Coordena\u00e7\u00e3o Editorial:<\/strong> Moacir Ribeiro da Silva e Jorge Pieiro<\/p>\n<p><strong>Coedi\u00e7\u00e3o:<\/strong> Secult \u2013 Edi\u00e7\u00f5es UFC<\/p>\n<p><strong>Assunto:<\/strong> Literatura Poesia<\/p>\n<p><strong>N\u00ba de p\u00e1ginas:<\/strong> 240<\/p>\n<p><strong>Dimens\u00f5es: <\/strong>14,2 x 20,8 cm<\/p>\n<p><strong>Outros:<\/strong> L\u00e1pis de Otac\u00edlio de Azevedo.<\/p>\n<p><strong>Ano de publica\u00e7\u00e3o: <\/strong>2009<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> Livro maior do Simbolismo no Cear\u00e1, obra p\u00f3stuma de L\u00edvio Barreto (1870-1895), um dos fundadores do gr\u00eamio Padaria Espiritual. O livro foi publicado em 1897, por amigos, ap\u00f3s a sua morte.<\/p>\n<p><strong>Biografia breve do Autor:<\/strong><\/p>\n<p>L\u00edvio Barreto nasceu na fazenda dos Angicos, distrito de Iboa\u00e7u, comarca de Granja, Cear\u00e1, em 18 de fevereiro de 1870. Cedo, tinha apenas o Ensino Prim\u00e1rio, teve que abandonar os estudos para atuar como caixeiro no com\u00e9rcio. Foi quando conheceu o magistrado Ant\u00f4nio Augusto de Vasconcelos que o ensinava, nas horas de folga, li\u00e7\u00f5es de Portugu\u00eas, Geografia e Franc\u00eas. Assim, com amigos, fundou o jornal liter\u00e1rio Iracema publicando seus primeiros versos e cr\u00f4nicas humor\u00edsticas. Com esperan\u00e7as de conseguir melhor condi\u00e7\u00e3o de vida, viajou ao Par\u00e1 (1888) onde teve acesso \u00e0 leitura dos maiores poetas portugueses e conheceu Jo\u00e3o de Deus do Rego, que contribuiu para a forma\u00e7\u00e3o de sua orienta\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria. Em 1891, com berib\u00e9ri e saudoso de casa, retornou ao Cear\u00e1. Nesse per\u00edodo, viu-se envolvido por uma intensa e triste paix\u00e3o que o acompanharia at\u00e9 os \u00faltimos de seus versos e suspiros. Ainda em 1891, publicou \u201cVersos a Estela\u201d, al\u00e9m de sonetos e cr\u00f4nicas em A Luz. Em fevereiro de 1892, na busca do po\u00e9tico \u201cfugir para esquecer\u201d, dirigiu-se a Fortaleza, passando a trabalhar como caixeiro e a publicar versos no Libertador. Fundou e participou, como \u201cLucas Bizarro\u201d, da agremia\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria Padaria Espiritual. Por\u00e9m, desgostoso com o seu of\u00edcio no com\u00e9rcio, retornou \u00e0 Granja (junho de 1982) a bordo do vapor Alc\u00e2ntara que naufragou, lan\u00e7ando ao mar revolto seus livros e um poema in\u00e9dito. Em 1893, ingressou na Companhia Maranhense de Navega\u00e7\u00e3o a Vapor, em Camocim, na qual, sobre sua banca, na tarde de 29 de setembro de 1895, caiu morto.<\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-674\" src=\"https:\/\/www.secult.ce.gov.br\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2013\/01\/a-estrutura-desmontada-2-edio.jpg\" border=\"0\" width=\"218\" height=\"321\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo:<\/strong> A Estrutura Desmontada &#8211; 2\u00ba edi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong>S\u00e9rie:<\/strong> Luz do Cear\u00e1<\/p>\n<p><strong>Autor:<\/strong> F.S. Nascimento<\/p>\n<p><strong>Apresenta\u00e7\u00e3o:<\/strong> Newton Gon\u00e7alves<\/p>\n<p><strong>Orelha:<\/strong> F\u00e1bio Lucas<\/p>\n<p><strong>Coordena\u00e7\u00e3o Editorial:<\/strong> Moacir Ribeiro da Silva e Jorge Pieiro<\/p>\n<p><strong>Coedi\u00e7\u00e3o:<\/strong> Secult \u2013 Edi\u00e7\u00f5es UFC<\/p>\n<p><strong>Assunto:<\/strong> Literatura Cr\u00edtica Liter\u00e1ria<\/p>\n<p><strong>N\u00ba de p\u00e1ginas:<\/strong> 192<\/p>\n<p><strong>Dimens\u00f5es:<\/strong> 14,2 x 20,8 cm<\/p>\n<p><strong>Ano de publica\u00e7\u00e3o:<\/strong> 2009<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> Estudo do acad\u00eamico F.S. Nascimento sobre as obras Os Amigos do Governador e Barra da Solid\u00e3o, do jornalista cearense Durval Aires. Verdadeira e criteriosa aula de an\u00e1lise dos recursos de produ\u00e7\u00e3o e criatividade liter\u00e1ria.<\/p>\n<p><strong>Biografia breve do Autor:<\/strong> n\u00e3o dispon\u00edvel<\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-675\" src=\"https:\/\/www.secult.ce.gov.br\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2013\/01\/amrico-fac-obra-perdida.jpg\" border=\"0\" width=\"259\" height=\"400\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo:<\/strong> Am\u00e9rico Fac\u00f3: Obra Perdida<\/p>\n<p><strong>S\u00e9rie:<\/strong> Luz do Cear\u00e1<\/p>\n<p><strong>Autor:<\/strong> Am\u00e9rico Fac\u00f3<\/p>\n<p><strong>Apresenta\u00e7\u00e3o:<\/strong> Floriano Martins<\/p>\n<p><strong>Coordena\u00e7\u00e3o Editorial:<\/strong> Raymundo Netto<\/p>\n<p><strong>Edi\u00e7\u00e3o:<\/strong> Secult<\/p>\n<p><strong>Assunto:<\/strong> Literatura Poesia\/Narrativas<\/p>\n<p><strong>Imagem de capa:<\/strong> \u201cAm\u00e9rico Fac\u00f3\u201d, \u00f3leo sobre madeira de Otac\u00edlio de Azevedo.<\/p>\n<p><strong>N\u00ba de p\u00e1ginas: <\/strong>160<\/p>\n<p><strong>Dimens\u00f5es:<\/strong> 14,2 x 20,8 cm<\/p>\n<p><strong>Ano de publica\u00e7\u00e3o:<\/strong> 2010<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> Obra completa de Am\u00e9rico Fac\u00f3: Sinfonia Negra (1946), colet\u00e2nea de narrativas envolvendo a cultura negra, e Poesia Perdida (1951), poemas, ambas publicadas no Rio de Janeiro.<\/p>\n<p><strong>Biografia breve do Autor:<\/strong><\/p>\n<p>Am\u00e9rico Fac\u00f3, jornalista, poeta e escritor, nasceu em Beberibe, Cear\u00e1, em 21 de outubro de 1885. Seu pai o enviou a Fortaleza para completar os estudos no Liceu do Cear\u00e1. Nos pr\u00f3ximos dois meses, ap\u00f3s a conclus\u00e3o dos preparat\u00f3rios do Liceu, foi professor do Instituto de Humanidades de Joaquim Nogueira. Em seguida, passou a dedicar-se \u00e0 literatura e ao jornalismo no Jornal do Cear\u00e1, de Waldemiro Cavalcanti (posteriormente de Agapito dos Santos), no qual, al\u00e9m de publicar seus sonetos, assinava a coluna \u201cOlho da Rua\u201d (entre 1907 e 1908). Tamb\u00e9m em 1908 publicava no \u00c1lbum Imperial, de S\u00e3o Paulo. Como Jo\u00e3o Br\u00edgido, d&#8217;Unit\u00e1rio, assumiu forte resist\u00eancia \u00e0 oligarquia de Nogueira Acioly, Presidente da Prov\u00edncia, o que lhe rendeu, em repres\u00e1lia, em 21 de dezembro de 1908, uma violenta e quase tr\u00e1gica surra por parte de policiais. Assim, aos 25 anos (1910) viu-se for\u00e7ado a mudar-se para o Rio de Janeiro, na \u00e9poca a capital brasileira. Trabalhou em diversos jornais, fundou e dirigiu revistas como a Ideia Ilustrada (1924) \u2014 que tinha dentre os colaboradores o amigo S\u00e9rgio Buarque de Holanda \u2014, Est\u00e9tica (1924), O Espelho (1930) e Pan (que sob sua dire\u00e7\u00e3o, em 1940, publicou \u201cTriunfo\u201d, o primeiro conto de Clarice Lispector). Foi um dos fundadores da Ag\u00eancia Brasileira de Not\u00edcias (1924), diretor do Instituto Nacional do Livro e redator de debates do Senado Federal. Durante alguns anos dirigiu a parte liter\u00e1ria da revista Fon-Fon. Publicou Sinfonia Negra em 1946 e, em 1951, Poesia Perdida. Faleceu no Rio de Janeiro em 3 de janeiro de 1953.<\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-676\" src=\"https:\/\/www.secult.ce.gov.br\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2013\/01\/artecrtica-coletnea-de-textos-de-artigos-de-estrigas-para-jornais.jpg\" border=\"0\" width=\"209\" height=\"321\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo:<\/strong> Artecr\u00edtica (colet\u00e2nea de textos de artigos de Estrigas para jornais)<\/p>\n<p><strong>S\u00e9rie:<\/strong> Luz do Cear\u00e1<\/p>\n<p><strong>Autor:<\/strong> Estrigas<\/p>\n<p><strong>Revis\u00e3o de Edi\u00e7\u00e3o: <\/strong>Cristina Holanda (tamb\u00e9m assina a orelha do livro) e Ana Am\u00e9lia Rodrigues de Oliveira<\/p>\n<p><strong>Apresenta\u00e7\u00e3o:<\/strong> R\u00e9gis Lopes<\/p>\n<p><strong>Coordena\u00e7\u00e3o Editorial:<\/strong> Moacir Ribeiro da Silva e Jorge Pieiro<\/p>\n<p><strong>Coedi\u00e7\u00e3o:<\/strong> Secult \u2013 Edi\u00e7\u00f5es UFC<\/p>\n<p><strong>Assunto: <\/strong>Vis\u00e3o e cr\u00edtica art\u00edstica (artigos)<\/p>\n<p><strong>N\u00ba de p\u00e1ginas:<\/strong> 288<\/p>\n<p><strong>Dimens\u00f5es:<\/strong> 14,2 x 20,8 cm<\/p>\n<p><strong>Outros:<\/strong> Pintura, em tons de cinza, de Estrigas.<\/p>\n<p><strong>Ano de publica\u00e7\u00e3o:<\/strong> 2009<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> Colet\u00e2nea de artigos assinados por Estrigas, artista e memorialista, e publicados em jornais de Fortaleza desde 1958. Uma rica sele\u00e7\u00e3o que revela e constroi um panorama das artes cearenses.<\/p>\n<p><strong>Biografia breve do Autor:<\/strong><\/p>\n<p>Nilo de Brito Firmeza, o Estrigas, cearense de Fortaleza, nasceu em 19 de setembro de 1919. Odont\u00f3logo por forma\u00e7\u00e3o integrou-se ao grupo da SCAP (Sociedade Cearense de Artes Pl\u00e1sticas) em 1950. Em 1953 foi seu Presidente. Escrevendo, colaborou em diversos \u00f3rg\u00e3os de imprensa local, comentando artes e artistas, al\u00e9m de outros aspectos do trabalho art\u00edstico, fazendo apresenta\u00e7\u00e3o, em cat\u00e1logo, de in\u00fameros expositores, al\u00e9m de participar do j\u00fari de muitos Sal\u00f5es de Artes. Pintando, participou de mostras art\u00edsticas do Estado e exp\u00f4s em individuais. Em 1969 fundou o mini-museu Firmeza com um acervo de slides, jornais, revistas, cat\u00e1logos e fotografias de momentos e pe\u00e7as que representam um recorte da hist\u00f3ria das artes no Cear\u00e1.<\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-677\" src=\"https:\/\/www.secult.ce.gov.br\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2013\/01\/autobiografia.jpg\" border=\"0\" width=\"259\" height=\"400\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo:<\/strong> Autobiografia<\/p>\n<p><strong>S\u00e9rie:<\/strong> Luz do Cear\u00e1<\/p>\n<p><strong>Autor:<\/strong> Alberto Porf\u00edrio<\/p>\n<p><strong>Apresenta\u00e7\u00e3o:<\/strong> Orlando Queiroz<\/p>\n<p><strong>Esbo\u00e7o Biogr\u00e1fico:<\/strong> Arievaldo Viana<\/p>\n<p><strong>Coordena\u00e7\u00e3o Editorial:<\/strong> Raymundo Netto<\/p>\n<p><strong>Imagem de capa:<\/strong> Foto colorizada de Alberto Porf\u00edrio<\/p>\n<p><strong>Ilustra\u00e7\u00f5es do miolo:<\/strong> Alberto Porf\u00edrio<\/p>\n<p><strong>Outros:<\/strong> Capa do primeiro folheto de Alberto Porf\u00edrio e fotos<\/p>\n<p><strong>Assunto:<\/strong> Biografia &#8211; Literatura de Cordel<\/p>\n<p><strong>N\u00ba de p\u00e1ginas:<\/strong> &#8211;<\/p>\n<p><strong>Dimens\u00f5es:<\/strong> 14,2 x 20,8 cm<\/p>\n<p><strong>Ano de publica\u00e7\u00e3o:<\/strong> 2010<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> Biografia descrita por Alberto Porf\u00edrio de forma original e criativa, contando a sua vida, na maioria das vezes, por meio da poesia. O texto desfila, segundo o Autor, de 1926 a 2006 (o biografado faleceu em 2009).<\/p>\n<p><strong>Biografia breve do Autor:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Alberto Porf\u00edrio, poeta popular, xilogravurista e escultor, nasceu, numa fam\u00edlia de sete filhos, em Quixad\u00e1, Cear\u00e1, em 23 de dezembro de 1926. Porf\u00edrio desenvolveu sua leitura por meio de cord\u00e9is de Leandro Gomes de Barros, Jo\u00e3o Martins de Ata\u00edde, Lu\u00eds da Costa Pinheiro e outros. Com a seca de 42, em plena II Grande Guerra, partiu, com a viola e cantoria, para ganhar a vida. Por\u00e9m, alistou-se como \u201csoldado da borracha\u201d, desistindo pouco antes da partida. O navio que levou os demais companheiros foi torpedeado e todos mortos. Retornou aos estudos com mais idade, estudando na sala ginasial ao lado da de seu filho mais velho. Mais tarde, tornaria-se professor pela Universidade Federal do Cear\u00e1. Foi autor de centenas de folhetos de cord\u00e9is e, dentre as suas obras, Poetas Populares e Cantadores do Cear\u00e1 (1977), O Livro da Cantoria (1997) e outras, inclusive, in\u00e9ditas. Viajou pelo Brasil divulgando a arte do repente, da cantoria e a poesia popular; participou de pelejas, congressos e da funda\u00e7\u00e3o da Casa do Poeta Brasileiro em Bras\u00edlia; ministrou cursos de cantoria pelo r\u00e1dio e criou esculturas em diversas partes do Brasil, dentre as quais a do Cego Aderaldo e de Domingos Fonseca. Depois de sofrer um Acidente Vascular Cerebral que o debilitou, decidiu escrever sua Autobiografia oferecendo-a para publica\u00e7\u00e3o desta Secretaria da Cultura, ap\u00f3s ser, por ela, homenageado em sua Feira do Sebo. Bastante conhecido e admirado no meio da cantoria e do cordel, estranhamente, nunca obteve o devido reconhecimento pela m\u00eddia. Faleceu em Fortaleza, em 23 de setembro de 2009.<\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-678\" src=\"https:\/\/www.secult.ce.gov.br\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2013\/01\/coroa-de-rosas-e-espinhos-2-edio.jpg\" border=\"0\" width=\"259\" height=\"400\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo:<\/strong> Coroa de Rosas e Espinhos \u2013 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong>S\u00e9rie:<\/strong> Mem\u00f3ria (Fac-Similar)<\/p>\n<p><strong>Autor:<\/strong> M\u00e1rio da Silveira<\/p>\n<p><strong>Apresenta\u00e7\u00e3o:<\/strong> Roberto Pontes<\/p>\n<p><strong>Estudo Introdut\u00f3rio:<\/strong> Tito Barros Leal<\/p>\n<p><strong>Pref\u00e1cio (\u00e0 primeira edi\u00e7\u00e3o):<\/strong> Ant\u00f4nio Sales<\/p>\n<p><strong>Ap\u00eandice:<\/strong> ensaio de Edigar de Alencar<\/p>\n<p><strong>Coordena\u00e7\u00e3o Editorial:<\/strong> Raymundo Netto<\/p>\n<p><strong>Edi\u00e7\u00e3o:<\/strong> Secult<\/p>\n<p><strong>Assunto:<\/strong> Literatura Poesia<\/p>\n<p><strong>N\u00ba de p\u00e1ginas:<\/strong> 125<\/p>\n<p><strong>Dimens\u00f5es:<\/strong> 14,2 x 20,8 cm<\/p>\n<p><strong>Outros:<\/strong> Foto de M\u00e1rio da Silveira, capa da 1\u00aa edi\u00e7\u00e3o de Coroa de Rosas e de Espinhos (1922) e \u00f3leo sobre madeira de Otac\u00edlio de Azevedo.<\/p>\n<p><strong>Ano de publica\u00e7\u00e3o:<\/strong> 2010<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> Livro p\u00f3stumo de poesias de M\u00e1rio da Silveira, composto tamb\u00e9m da homenagem de amigos como M\u00e1rio Linhares, Sales Campos, Gast\u00e3o Justa e Sidney Netto. Na organiza\u00e7\u00e3o para nossa Cole\u00e7\u00e3o, anexamos-lhe, na grafia original, o No Sil\u00eancio da Noite (fragmentos), publicado em 1916, e A Eterna Emotividade Hel\u00eanica, confer\u00eancia proferida por ele na Casa de Juvenal Galeno, em 1919.<\/p>\n<p><strong>Biografia breve do Autor:<\/strong><\/p>\n<p>M\u00e1rio da Silveira, poeta, nasceu em Fortaleza, Cear\u00e1, em 17 de setembro de 1899. Filho de Raimundo da Silveira Gomes e Teodolinda Matos da Silveira, estudou nos col\u00e9gios N.S\u00aa. do Carmo e no Instituto de Humanidades. Grande leitor de cl\u00e1ssicos, erudito e precoce, publica, em 1916, No Sil\u00eancio da Noite: fragmentos (de um de seus poemas) pela Tipografia de Irm\u00e3os Jatahy. Em 1919 realiza a confer\u00eancia A Eterna Emotividade Hel\u00eanica na programa\u00e7\u00e3o da Casa de Juvenal Galeno. Em breve passagem pelo Rio de Janeiro, trabalhou como secret\u00e1rio de Jo\u00e3o do Rio, em A P\u00e1tria, cultivando amizade com Raul de Leoni e Ronald de Carvalho. Em 1920\/21, bem antes da Semana de Arte Moderna (1922) em S\u00e3o Paulo e da chegada, nas livrarias, de Luz Mediterr\u00e2nea, de Raul de Leoni, escreve o inquietante poema \u201cLaus Purissimae\u201d, composto n\u00e3o somente de versos polim\u00e9tricos, mas de versos livres, o que o credencia como leg\u00edtimo precursor da corrente modernista no Cear\u00e1. Em 1921 retorna a Fortaleza e, neste ano, na noite de 22 de julho, com pouco mais de 21 anos, \u00e9 brutalmente alvejado por cinco tiros, em plena Pra\u00e7a do Ferreira, o \u201ccora\u00e7\u00e3o da cidade\u201d. Coroa de Rosas e de Espinhos foi publicado por amigos e admiradores, ap\u00f3s a sua morte, numa tiragem de apenas 500 exemplares. O estudo O Canto da Beleza Nova, comentado por Sales Campos, permanece in\u00e9dito.<\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-679\" src=\"https:\/\/www.secult.ce.gov.br\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2013\/01\/dolentes-3-edio-.jpg\" border=\"0\" width=\"208\" height=\"321\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo:<\/strong> Dolentes &#8211; 3\u00ba edi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong>S\u00e9rie:<\/strong> Luz do Cear\u00e1<\/p>\n<p><strong>Autor:<\/strong> L\u00edvio Barreto<\/p>\n<p><strong>Organiza\u00e7\u00e3o: <\/strong>Braga Montenegro<\/p>\n<p><strong>Apresenta\u00e7\u00e3o e Notas:<\/strong> S\u00e2nzio de Azevedo<\/p>\n<p><strong>Ap\u00eandice:<\/strong> Waldemiro Cavalc\u00e2nti<\/p>\n<p><strong>Coordena\u00e7\u00e3o Editorial:<\/strong> Raymundo Netto<\/p>\n<p><strong>Edi\u00e7\u00e3o:<\/strong> Secult<\/p>\n<p><strong>Assunto:<\/strong> Literatura Poesia<\/p>\n<p><strong>N\u00ba de p\u00e1ginas:<\/strong> 244<\/p>\n<p><strong>Dimens\u00f5es:<\/strong> 14,2 x 20,8 cm<\/p>\n<p><strong>Outros:<\/strong> L\u00e1pis e \u00f3leo em tela de Otac\u00edlio de Azevedo; Capa da 1\u00aa edi\u00e7\u00e3o de Dolentes, acervo de S\u00e2nzio de Azevedo; foto colorizada de L\u00edvio Barreto, acervo de fam\u00edlia; texto p\u00f3stumo de Juvenal Galeno a L\u00edvio Barreto.<\/p>\n<p><strong>Ano de publica\u00e7\u00e3o:<\/strong> 2010<\/p>\n<p>Sinopse: Livro maior do Simbolismo no Cear\u00e1, obra p\u00f3stuma de L\u00edvio Barreto (1870-1895), um dos fundadores do gr\u00eamio Padaria Espiritual. O livro foi publicado em 1897, por amigos, ap\u00f3s a sua morte.<\/p>\n<p><strong>Biografia breve do Autor:<\/strong><\/p>\n<p>L\u00edvio Barreto nasceu na fazenda dos Angicos, distrito de Iboa\u00e7u, comarca de Granja, Cear\u00e1, em 18 de fevereiro de 1870. Cedo, tinha apenas o Ensino Prim\u00e1rio, teve que abandonar os estudos para atuar como caixeiro no com\u00e9rcio. Foi quando conheceu o magistrado Ant\u00f4nio Augusto de Vasconcelos que o ensinava, nas horas de folga, li\u00e7\u00f5es de Portugu\u00eas, Geografia e Franc\u00eas. Assim, com amigos, fundou o jornal liter\u00e1rio Iracema publicando seus primeiros versos e cr\u00f4nicas humor\u00edsticas. Com esperan\u00e7as de conseguir melhor condi\u00e7\u00e3o de vida, viajou ao Par\u00e1 (1888) onde teve acesso \u00e0 leitura dos maiores poetas portugueses e conheceu Jo\u00e3o de Deus do Rego, que contribuiu para a forma\u00e7\u00e3o de sua orienta\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria. Em 1891, com berib\u00e9ri e saudoso de casa, retornou ao Cear\u00e1. Nesse per\u00edodo, viu-se envolvido por uma intensa e triste paix\u00e3o que o acompanharia at\u00e9 os \u00faltimos de seus versos e suspiros. Ainda em 1891, publicou \u201cVersos a Estela\u201d, al\u00e9m de sonetos e cr\u00f4nicas em A Luz. Em fevereiro de 1892, na busca do po\u00e9tico \u201cfugir para esquecer\u201d, dirigiu-se a Fortaleza, passando a trabalhar como caixeiro e a publicar versos no Libertador. Fundou e participou, como \u201cLucas Bizarro\u201d, da agremia\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria Padaria Espiritual. Por\u00e9m, desgostoso com o seu of\u00edcio no com\u00e9rcio, retornou \u00e0 Granja (junho de 1982) a bordo do vapor Alc\u00e2ntara que naufragou, lan\u00e7ando ao mar revolto seus livros e um poema in\u00e9dito. Em 1893, ingressou na Companhia Maranhense de Navega\u00e7\u00e3o a Vapor, em Camocim, na qual, sobre sua banca, na tarde de 29 de setembro de 1895, caiu morto.<\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-680\" src=\"https:\/\/www.secult.ce.gov.br\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2013\/01\/minha-terra-2-edio.jpg\" border=\"0\" width=\"259\" height=\"400\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo:<\/strong> Minha Terra \u2013 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong>S\u00e9rie: <\/strong>Luz do Cear\u00e1<\/p>\n<p><strong>Autor: <\/strong>Ant\u00f4nio Sales<\/p>\n<p><strong>Apresenta\u00e7\u00e3o e notas:<\/strong> S\u00e2nzio de Azevedo<\/p>\n<p><strong>Coordena\u00e7\u00e3o Editorial: <\/strong>Raymundo Netto<\/p>\n<p><strong>Edi\u00e7\u00e3o:<\/strong> Secult<\/p>\n<p><strong>Assunto:<\/strong> Literatura Poesia<\/p>\n<p><strong>Imagem de capa:<\/strong> \u201cAnt\u00f4nio Sales\u201d, \u00f3leo sobre madeira de Otac\u00edlio de Azevedo.<\/p>\n<p><strong>Dimens\u00f5es:<\/strong> 14,2 x 20,8 cm<\/p>\n<p><strong>Ano de publica\u00e7\u00e3o:<\/strong> 2010<\/p>\n<p><strong>Sinopse:<\/strong> Obra parnasiana de Ant\u00f4nio Sales, publicada em 1919, embora escrita durante seu \u201cex\u00edlio for\u00e7ado\u201d de sete meses na cidade ga\u00facha de Rio Grande, em 1904. Segundo S\u00e2nzio de Azevedo, Minha Terra \u00e9 \u201co ponto mais alto do telurismo do poeta e o testemunho mais robusto de seu profundo amor \u00e1 terra que o viu nascer\u201d.<\/p>\n<p><strong>Biografia breve do Autor:<\/strong><\/p>\n<p>Ant\u00f4nio Sales nasceu em Paracuru (antigo Parazinho), em 1868. Aos 14 anos veio a Fortaleza, onde trabalhou como caixeiro em casas comerciais. Publicou seu primeiro soneto em A Quinzena, do Clube Liter\u00e1rio (1886). Estreou, em livro, com Versos Diversos (1890). Aos 22 anos, era funcion\u00e1rio P\u00fablico. Mais tarde, Secret\u00e1rio da Justi\u00e7a e Interior e, em 1893\/96, Deputado Provincial. Em 1892 fundou, como \u201cMoacir Jurema\u201d, o gr\u00eamio liter\u00e1rio mais original da hist\u00f3ria cearense, a Padaria Espiritual, formulando seu famoso Programa de Instala\u00e7\u00e3o. Em 1896, transferiu-se para o Rio de Janeiro quando ingressou no Tesouro Nacional. Conhecido como idealizador e correspondente da Padaria Espiritual, foi rapidamente acolhido, destacando-se como uma grande express\u00e3o de seu tempo. Em 1901 era um dos redatores do Correio da Manh\u00e3. No Rio, tinha a amizade de Machado de Assis, Afonso Celso, Olavo Bilac, L\u00facio de Mendon\u00e7a, Gra\u00e7a Aranha e outros. Por solicita\u00e7\u00e3o de Jos\u00e9 Ver\u00edssimo, biografou os quarenta imortais da Academia Brasileira de Letras na Revista Brasileira. Dentre suas obras: A Pol\u00edtica \u00e9 a Mesma (em parceria com Alfredo Peixoto, 1891), Trovas do Norte (1895), Poesias (1902), Aves de Arriba\u00e7\u00e3o (em livro, 1914), Minha Terra (1919), Panteon (op\u00fasculo, 1919), O Mata-Pau (1931), Retratos e Lembran\u00e7as (1938) e, postumamente, \u00c1guas Passadas (1944) e F\u00e1bulas Brasileiras (1944). Em 1920 retorna ao Cear\u00e1, onde falece em 1940. <\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td height=\"1\" bgcolor=\"#5f8b65\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-681\" src=\"https:\/\/www.secult.ce.gov.br\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2013\/01\/romanceiro-de-brbara.jpg\" border=\"0\" width=\"260\" height=\"400\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: <\/strong>Romanceiro de B\u00e1rbara<\/p>\n<p><strong>S\u00e9rie:<\/strong> Luz do Cear\u00e1<\/p>\n<p><strong>Autor:<\/strong> Caetano Ximenes de Arag\u00e3o<\/p>\n<p><strong>Apresenta\u00e7\u00e3o:<\/strong> Francisco Carvalho<\/p>\n<p><strong>Estudo Biobliogr\u00e1fico:<\/strong> Alves de Aquino<\/p>\n<p><strong>Coordena\u00e7\u00e3o Editorial:<\/strong> Raymundo Netto<\/p>\n<p><strong>Edi\u00e7\u00e3o:<\/strong> Secult<\/p>\n<p><strong>Assunto:<\/strong> Literatura Poesia<\/p>\n<p><strong>Imagem de capa:<\/strong> \u201cCaetano Ximenes Arag\u00e3o\u201d, por Jo\u00e3o Monteiro, acervo da fam\u00edlia do autor.<\/p>\n<p><strong>N\u00ba de p\u00e1ginas:<\/strong> 140<\/p>\n<p><strong>Dimens\u00f5es:<\/strong> 14,2 x 20,8 cm<\/p>\n<p><strong>Ano de publica\u00e7\u00e3o:<\/strong> 2010<\/p>\n<p><strong>Sinopse: <\/strong>Obra de grande import\u00e2ncia liter\u00e1ria do poeta Caetano Ximenes Arag\u00e3o. Composto por 77 poemas, o \u201cpoema-livro\u201d retrata a personagem B\u00e1rbara de Alencar e os eventos da Confedera\u00e7\u00e3o do equador. Segundo Alves de Aquino \u201c(&#8230;) o poeta transfigura a personagem, dela extraindo todo o potencial m\u00edtico e supra-hist\u00f3rico. Pairar\u00e1 a imagem da Matriarca para al\u00e9m da limita\u00e7\u00e3o temporal, numa transmuta\u00e7\u00e3o de sua pessoa na pr\u00f3pria encarna\u00e7\u00e3o da rebeldia e da liberdade que, em si mesmas, n\u00e3o t\u00eam tempo: \u201cB\u00e1rbara n\u00e3o tinha idade\/ cinquenta e sete janeiros\/ era a idade do seu sonho\u201d. A Mulher transforma-se em s\u00edmbolo, em sinal transtemporal de uma po\u00e9tica que, a exemplo de Pessoa e de Mensagem, fundem fato e mito numa \u00fanica apresenta\u00e7\u00e3o de realidade. Porque a B\u00e1rbara de Caetano Ximenes ultrapassa as dimens\u00f5es da espaciotemporalidade, pode percorrer todo o poema-livro, \u201clivre do dilema\u201d, personificada ou, melhor, transubstanciada no \u201csal da terra\u201d, no \u201cprimeiro canto\u201d, na \u201cboa-nova\u201d.<\/p>\n<p><strong>Biografia breve do Autor:<\/strong><\/p>\n<p>Caetano Ximenes de Arag\u00e3o nasceu em 24 de fevereiro de 1927, em Alc\u00e2ntaras, Cear\u00e1. Filho de Roberto e Edite Ximenes de Arag\u00e3o, concluiu o curso Prim\u00e1rio em Sobral. Na d\u00e9cada de 40, seu pai o matriculou no Col\u00e9gio Castelo Branco, em Fortaleza. Ap\u00f3s a conclus\u00e3o do Ginasial, e por n\u00e3o haver escola m\u00e9dica no Cear\u00e1, dirigiu-se a Salvador, Bahia, onde concluiu o Cient\u00edfico, ingressando &#8211; o mais jovem entre os colegas &#8211; na Faculdade de Medicina da Universidade Federal. Graduado em 1952, foi orador de sua turma. Cl\u00ednico, regressou a Alc\u00e2ntaras onde passou a consultar, gratuitamente, durante um m\u00eas, para os pobres do munic\u00edpio, logo depois exercendo o of\u00edcio em Tiangu\u00e1. M\u00e9dico de natureza extremamente humanista e coletiva, exerceu sua admir\u00e1vel carreira em Fortaleza no Hospital Geral (HGF) e Instituto Jos\u00e9 Frota. Talvez como compensa\u00e7\u00e3o \u00e0s dores que presenciou, confeccionou os versos que, em 1975, enfeixaram O Pastoreio da Nuvem e da Morte, seu primeiro livro, prefaciado pelo amigo Francisco Carvalho. Dividido entre a Medicina e a Literatura, participou, em 1979, da Revista Siriar\u00e1, com o poema \u201cDo G\u00eanese\u201d. Em 1980, viria o \u00e9pico livro-poema Romanceiro de B\u00e1rbara, em que ainda mais amplamente apareciam os anseios de transforma\u00e7\u00e3o social do Poeta, simpatizante confesso do Socialismo. Seguem-se Sangue de Palavra (1981), Canto Intemporal (1982) e Caetanias (1985). Foi, ent\u00e3o, acometido de grave enfermidade que, em apenas dois meses, em 14 de julho de 1995, o fez desviver. Deixou in\u00e9ditos o humorado Ilha dos Cornos e Canto pela Paz, ambas publica\u00e7\u00f5es p\u00f3stumas de 1996 e 2004, respectivamente.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 T\u00edtulo: Dolentes &#8211; 3\u00ba edi\u00e7\u00e3o S\u00e9rie: Luz do Cear\u00e1 Autor: L\u00edvio Barreto Organiza\u00e7\u00e3o: Braga Montenegro Apresenta\u00e7\u00e3o: S\u00e2nzio de Azevedo Ap\u00eandice: Waldemiro Cavalc\u00e2nti Coordena\u00e7\u00e3o Editorial: Moacir Ribeiro da Silva e Jorge Pieiro Coedi\u00e7\u00e3o: Secult \u2013 Edi\u00e7\u00f5es UFC Assunto: Literatura Poesia N\u00ba de p\u00e1ginas: 240 Dimens\u00f5es: 14,2 x 20,8 cm Outros: L\u00e1pis de Otac\u00edlio de Azevedo. [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":12,"featured_media":673,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-682","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.9 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Luz do Cear\u00e1 - Secult<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2013\/01\/09\/luz-do-ceara\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Luz do Cear\u00e1 - Secult\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"\u00a0 T\u00edtulo: Dolentes &#8211; 3\u00ba edi\u00e7\u00e3o S\u00e9rie: Luz do Cear\u00e1 Autor: L\u00edvio Barreto Organiza\u00e7\u00e3o: Braga Montenegro Apresenta\u00e7\u00e3o: S\u00e2nzio de Azevedo Ap\u00eandice: Waldemiro Cavalc\u00e2nti Coordena\u00e7\u00e3o Editorial: Moacir Ribeiro da Silva e Jorge Pieiro Coedi\u00e7\u00e3o: Secult \u2013 Edi\u00e7\u00f5es UFC Assunto: Literatura Poesia N\u00ba de p\u00e1ginas: 240 Dimens\u00f5es: 14,2 x 20,8 cm Outros: L\u00e1pis de Otac\u00edlio de Azevedo. [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2013\/01\/09\/luz-do-ceara\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Secult\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2013-01-09T16:38:20+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2013\/01\/livrobarretodolentes.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"216\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"321\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Felipe Regino\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Written by\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Felipe Regino\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. reading time\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"15 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2013\/01\/09\/luz-do-ceara\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2013\/01\/09\/luz-do-ceara\/\"},\"author\":{\"name\":\"Felipe Regino\",\"@id\":\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/#\/schema\/person\/98cfc5ab393b3ae8249357c5024a620e\"},\"headline\":\"Luz do Cear\u00e1\",\"datePublished\":\"2013-01-09T16:38:20+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2013\/01\/09\/luz-do-ceara\/\"},\"wordCount\":3122,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/#organization\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2013\/01\/09\/luz-do-ceara\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2013\/01\/livrobarretodolentes.jpg\",\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2013\/01\/09\/luz-do-ceara\/\",\"url\":\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2013\/01\/09\/luz-do-ceara\/\",\"name\":\"Luz do Cear\u00e1 - Secult\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2013\/01\/09\/luz-do-ceara\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2013\/01\/09\/luz-do-ceara\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2013\/01\/livrobarretodolentes.jpg\",\"datePublished\":\"2013-01-09T16:38:20+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2013\/01\/09\/luz-do-ceara\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2013\/01\/09\/luz-do-ceara\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2013\/01\/09\/luz-do-ceara\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2013\/01\/livrobarretodolentes.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2013\/01\/livrobarretodolentes.jpg\",\"width\":216,\"height\":321},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2013\/01\/09\/luz-do-ceara\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Luz do Cear\u00e1\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/#website\",\"url\":\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/\",\"name\":\"Secretaria da Cultura\",\"description\":\"Portal Secult\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/#organization\",\"name\":\"Secretaria da Cultura\",\"url\":\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"http:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/wp-content\/uploads\/sites\/43\/2018\/05\/secult-clara-3.png\",\"contentUrl\":\"http:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/wp-content\/uploads\/sites\/43\/2018\/05\/secult-clara-3.png\",\"width\":559,\"height\":106,\"caption\":\"Secretaria da Cultura\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/#\/schema\/logo\/image\/\"}},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/#\/schema\/person\/98cfc5ab393b3ae8249357c5024a620e\",\"name\":\"Felipe Regino\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/#\/schema\/person\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/c5948532bfed4bf995ab94c145699ff618fbb1a11e1bffe93097e84e5ffdeec3?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/c5948532bfed4bf995ab94c145699ff618fbb1a11e1bffe93097e84e5ffdeec3?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"Felipe Regino\"},\"url\":\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/author\/sspdsfeliperegino\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Luz do Cear\u00e1 - Secult","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2013\/01\/09\/luz-do-ceara\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Luz do Cear\u00e1 - Secult","og_description":"\u00a0 T\u00edtulo: Dolentes &#8211; 3\u00ba edi\u00e7\u00e3o S\u00e9rie: Luz do Cear\u00e1 Autor: L\u00edvio Barreto Organiza\u00e7\u00e3o: Braga Montenegro Apresenta\u00e7\u00e3o: S\u00e2nzio de Azevedo Ap\u00eandice: Waldemiro Cavalc\u00e2nti Coordena\u00e7\u00e3o Editorial: Moacir Ribeiro da Silva e Jorge Pieiro Coedi\u00e7\u00e3o: Secult \u2013 Edi\u00e7\u00f5es UFC Assunto: Literatura Poesia N\u00ba de p\u00e1ginas: 240 Dimens\u00f5es: 14,2 x 20,8 cm Outros: L\u00e1pis de Otac\u00edlio de Azevedo. [&hellip;]","og_url":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2013\/01\/09\/luz-do-ceara\/","og_site_name":"Secult","article_published_time":"2013-01-09T16:38:20+00:00","og_image":[{"width":216,"height":321,"url":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2013\/01\/livrobarretodolentes.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"Felipe Regino","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Written by":"Felipe Regino","Est. reading time":"15 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2013\/01\/09\/luz-do-ceara\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2013\/01\/09\/luz-do-ceara\/"},"author":{"name":"Felipe Regino","@id":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/#\/schema\/person\/98cfc5ab393b3ae8249357c5024a620e"},"headline":"Luz do Cear\u00e1","datePublished":"2013-01-09T16:38:20+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2013\/01\/09\/luz-do-ceara\/"},"wordCount":3122,"publisher":{"@id":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/#organization"},"image":{"@id":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2013\/01\/09\/luz-do-ceara\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2013\/01\/livrobarretodolentes.jpg","inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2013\/01\/09\/luz-do-ceara\/","url":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2013\/01\/09\/luz-do-ceara\/","name":"Luz do Cear\u00e1 - Secult","isPartOf":{"@id":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2013\/01\/09\/luz-do-ceara\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2013\/01\/09\/luz-do-ceara\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2013\/01\/livrobarretodolentes.jpg","datePublished":"2013-01-09T16:38:20+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2013\/01\/09\/luz-do-ceara\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2013\/01\/09\/luz-do-ceara\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2013\/01\/09\/luz-do-ceara\/#primaryimage","url":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2013\/01\/livrobarretodolentes.jpg","contentUrl":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2013\/01\/livrobarretodolentes.jpg","width":216,"height":321},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2013\/01\/09\/luz-do-ceara\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Luz do Cear\u00e1"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/#website","url":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/","name":"Secretaria da Cultura","description":"Portal Secult","publisher":{"@id":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/#organization","name":"Secretaria da Cultura","url":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"http:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/wp-content\/uploads\/sites\/43\/2018\/05\/secult-clara-3.png","contentUrl":"http:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/wp-content\/uploads\/sites\/43\/2018\/05\/secult-clara-3.png","width":559,"height":106,"caption":"Secretaria da Cultura"},"image":{"@id":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/#\/schema\/logo\/image\/"}},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/#\/schema\/person\/98cfc5ab393b3ae8249357c5024a620e","name":"Felipe Regino","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/c5948532bfed4bf995ab94c145699ff618fbb1a11e1bffe93097e84e5ffdeec3?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/c5948532bfed4bf995ab94c145699ff618fbb1a11e1bffe93097e84e5ffdeec3?s=96&d=mm&r=g","caption":"Felipe Regino"},"url":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/author\/sspdsfeliperegino\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/682","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/wp-json\/wp\/v2\/users\/12"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=682"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/682\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/wp-json\/wp\/v2\/media\/673"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=682"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=682"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=682"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}