{"id":31468,"date":"2024-01-12T12:35:25","date_gmt":"2024-01-12T15:35:25","guid":{"rendered":"http:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/?p=31468"},"modified":"2024-01-12T12:35:25","modified_gmt":"2024-01-12T15:35:25","slug":"ultimos-dias-mac-ce-encerra-exposicao-terra-de-gigantes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/2024\/01\/12\/ultimos-dias-mac-ce-encerra-exposicao-terra-de-gigantes\/","title":{"rendered":"\u00daltimos dias | MAC-CE encerra exposi\u00e7\u00e3o &#8220;Terra de Gigantes&#8221;"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-31470 aligncenter\" src=\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2024\/01\/TERRA-DE-GIGANTES-600x603.jpg\" alt=\"\" width=\"849\" height=\"853\" srcset=\"https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2024\/01\/TERRA-DE-GIGANTES-600x603.jpg 600w, https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2024\/01\/TERRA-DE-GIGANTES-768x772.jpg 768w, https:\/\/ww16.ce.gov.br\/secult\/wp-content\/uploads\/sites\/83\/2024\/01\/TERRA-DE-GIGANTES.jpg 806w\" sizes=\"auto, (max-width: 849px) 100vw, 849px\" \/><em>Em cartaz no Museu de Arte Contempor\u00e2nea, &#8220;Terra de Gigantes&#8221; proporciona ao p\u00fablico uma imers\u00e3o em po\u00e9ticas a partir de perspectivas negras e ind\u00edgenas de artistas brasileiros.<\/em><\/p>\n<p>Museu da Rede P\u00fablica de Equipamentos Culturais da Secretaria da Cultura do Cear\u00e1 (Secult Cear\u00e1) que integra o Centro Drag\u00e3o do Mar de Arte e Cultura (CDMAC), gerido em parceria com o Instituto Drag\u00e3o do Mar (IDM), o Museu de Arte Contempor\u00e2nea do Cear\u00e1 (MAC-CE) encerra no dia 21 de janeiro (domingo) a exposi\u00e7\u00e3o &#8220;Terra de Gigantes&#8221;, uma mostra imersiva e interativa com concep\u00e7\u00e3o e curadoria de Daniel Lima. As visita\u00e7\u00f5es podem ser feitas de quarta a sexta, das 9h \u00e0s 18h (com acesso at\u00e9 as 17h30), e aos s\u00e1bados, domingos e feriados, das 13h \u00e0s 18h (com acesso at\u00e9 as 17h30).<\/p>\n<p>Em cartaz desde setembro de 2023, a exposi\u00e7\u00e3o traz performances, textos, m\u00fasicas, entrevistas e anima\u00e7\u00f5es, transitando entre cria\u00e7\u00f5es audiovisuais, teatro e cinema para proporcionar ao p\u00fablico uma imers\u00e3o em po\u00e9ticas a partir de perspectivas negras e ind\u00edgenas de artistas brasileiros. A partir disso, imagens de Kat\u00fa Mirim abrem o percurso da exposi\u00e7\u00e3o, seguidas de 10 pinturas animadas com cantos ind\u00edgenas de Daiara Tukano, coreografia com m\u00e3os a partir de texto de Jota Momba\u00e7a, performance de c\u00f3digos e gestos do Coletivo Leg\u00edtima Defesa, bem como outras instala\u00e7\u00f5es que permitem intera\u00e7\u00e3o. Somam-se \u00e0 imers\u00e3o trabalhos de Davi Kopenawa Yanomami, Naruna Costa, Marcelino Freire, Nan\u00e1 Vasconcelos, Jonathan Neguebites, Ju\u00e7ara Mar\u00e7al e Denilson Baniwa.<\/p>\n<p>Ao todo, 11 cenas audiovisuais comp\u00f5em a ambi\u00eancia fant\u00e1stica e provocativa sobre os significados de ser negro e ser ind\u00edgena no mundo contempor\u00e2neo, abrindo espa\u00e7o para a proposi\u00e7\u00e3o de novos referenciais de futuro-na\u00e7\u00e3o. Sons, luzes e imagens conduzem o p\u00fablico a um mergulho nas for\u00e7as po\u00e9ticas e mitol\u00f3gicas da cultura afroamer\u00edndia.<\/p>\n<p>Originada a partir das mem\u00f3rias do curador sobre os parques tem\u00e1ticos (trem fantasma, labirinto de espelhos, montanhas e rodas), a mostra convida \u00e0 explora\u00e7\u00e3o do desconhecido, dispondo de modernos recursos tecnol\u00f3gicos, como v\u00eddeo-instala\u00e7\u00e3o, mapping, interatividade de sensores e proje\u00e7\u00f5es hologr\u00e1ficas. &#8220;\u00c9 um passeio no escuro em que o espectador ativa, atrav\u00e9s de sensores \u00f3ticos, diferentes cenas&#8221;, afirma o curador. Um dos trabalhos que acabam despertando muita aten\u00e7\u00e3o dos visitantes, em virtude da experi\u00eancia gerada com a ativa\u00e7\u00e3o da obra pelo pr\u00f3prio espectador, \u00e9 a cobra. &#8220;O entretenimento em sua forma viva e cr\u00edtica garante a intera\u00e7\u00e3o do p\u00fablico&#8221;, comenta Daniel.<\/p>\n<p><strong>Sobre o curador<\/strong><\/p>\n<p>Daniel Lima \u00e9 artista, curador, editor e pesquisador. Bacharel em Artes Pl\u00e1sticas, Mestre em Psicologia Cl\u00ednica e Doutor em Meios e Processos Audiovisuais pela Universidade de S\u00e3o Paulo, onde participa do laborat\u00f3rio LabArteM\u00eddia. Desde 2001, cria investiga\u00e7\u00f5es-a\u00e7\u00f5es em pesquisas relacionadas \u00e0 m\u00eddia, quest\u00f5es raciais, resist\u00eancias coletivas, presente colonial e an\u00e1lises geopol\u00edticas. Membro fundador de diversos coletivos, entre eles, a Frente 3 de Fevereiro com trabalhos desenvolvidos em v\u00e1rias cidades do mundo. Recebeu diversos pr\u00eamios nas \u00e1reas de Artes Visuais, Cinema e Estudos Sociais &#8211; recentemente reconhecido com o 64\u00ba Pr\u00eamio Jabuti (2022) como editor na categoria &#8220;Artes&#8221;. Participou de diversas exposi\u00e7\u00f5es, festivais e semin\u00e1rios nacionais e internacionais. Dirige a produtora e editora Invis\u00edveis Produ\u00e7\u00f5es. www.danielcflima.com.<\/p>\n<p><strong>Sobre os artistas<\/strong><\/p>\n<p><em>Daiara Tukano<\/em><\/p>\n<p>Daiara Hori Figueroa Sampaio &#8211; Duhig\u00f4, do povo ind\u00edgena Tukano &#8211; Y\u00e9&#8217;p\u00e1 Mahs\u00e3, cl\u00e3 Eremiri H\u00e3usiro Parameri do Alto Rio Negro na amaz\u00f4nia brasileira, nascida em S\u00e3o Paulo. Artista, ativista, educadora e comunicadora. Graduada em Artes Visuais e Mestre em direitos humanos pela Universidade de Bras\u00edlia &#8211; UnB; pesquisa o direito \u00e0 mem\u00f3ria e \u00e0 verdade dos povos ind\u00edgenas. Foi coordenadora da R\u00e1dio Yand\u00ea, primeira web-r\u00e1dio ind\u00edgena do Brasil &#8211; www.radioyande.com de 2015 \u00e0 2021. Ganhadora do Pr\u00eamio PIPA Online 2021, organizado pelo Instituto PIPA como mais relevante pr\u00eamio brasileiro de artes visuais. Estuda a cultura, hist\u00f3ria e espiritualidade tradicional de seu povo junto \u00e0 sua fam\u00edlia. Reside em Bras\u00edlia, DF.<\/p>\n<p><em>Davi Kopenawa Yanomami<\/em><\/p>\n<p>Lideran\u00e7a reconhecida internacionalmente em sua luta pela defesa do territ\u00f3rio. Foi tradutor e chefe de posto da Funai (Funda\u00e7\u00e3o Nacional do \u00cdndio). Na d\u00e9cada de 1970, percorreu a \u00e1rea ianom\u00e2mi em fun\u00e7\u00e3o de diversos trabalhos, tomando consci\u00eancia de sua extens\u00e3o e de sua unidade cultural. No auge da invas\u00e3o garimpeira, engajou-se na luta pela demarca\u00e7\u00e3o do seu territ\u00f3rio, junto da CCPY (Comiss\u00e3o pela Cria\u00e7\u00e3o do Parque Ianom\u00e2mi), numa campanha que durou cerca de 14 anos. Por sua atua\u00e7\u00e3o, recebeu o pr\u00eamio global 500 da ONU e diversas outras homenagens nacionais e internacionais, como o pr\u00eamio Ita\u00fa Cultural 30 anos, em 2017. \u00c9 doutor Honoris-Causa pela Unifesp, outorgado em mar\u00e7o de 2023. Autor do livro &#8220;A Queda do C\u00e9u&#8221;, \u00e9 codiretor do document\u00e1rio experimental &#8220;Xapiri&#8221;, e assina o roteiro do filme &#8220;A \u00faltima Floresta&#8221; em parceria com Luis Bolognesi.<\/p>\n<p><em>Denilson Baniwa<\/em><\/p>\n<p>Nasceu em Mariu\u00e1, Rio Negro, Amazonas. \u00c9 artista visual e comunicador que tem, a partir do Movimento Ind\u00edgena Amaz\u00f4nico e tr\u00e2nsito pelo universo n\u00e3o-ind\u00edgena, seus processos art\u00edsticos e sociais. \u00c0s vezes o desafio n\u00e3o \u00e9 ocupar posi\u00e7\u00f5es. Por exemplo, quando as que existem n\u00e3o servem, \u00e9 necess\u00e1rio criar algo novo. Denilson Baniwa \u00e9 um artista ind\u00edgena; \u00e9 ind\u00edgena e \u00e9 artista, e seu ser ind\u00edgena lhe leva a inventar um outro jeito de fazer arte, onde processos de imaginar e fazer s\u00e3o por for\u00e7a interven\u00e7\u00f5es em uma din\u00e2mica hist\u00f3rica (a hist\u00f3ria da coloniza\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios ind\u00edgenas que hoje conhecemos como Brasil) e interpela\u00e7\u00f5es a aqueles que o encontram a abra\u00e7ar suas responsabilidades.<\/p>\n<p><em>Jonathan Neguebites<\/em><\/p>\n<p>Cria de Realengo, Zona Oeste do Rio de Janeiro, Neguebites conquistou o Brasil e o mundo com a sua dan\u00e7a. O dan\u00e7arino e professor ficou conhecido em 2016, quando come\u00e7ou a ganhar suas primeiras Batalhas de Passinho, tendo sido campe\u00e3o de 4 delas: Batalha da Flupp, Batalha do Batan, Desafio do Passinho e Hip Funk Festival. Foi na \u00e9poca das suas primeiras batalhas que foi convidado a participar de um evento do Heavy Baile e, depois disso, nunca mais saiu: hoje ele \u00e9 um dos artistas que comp\u00f5em o coletivo de funk carioca.<\/p>\n<p><em>Jota Momba\u00e7a<\/em><\/p>\n<p>Artista e escritora indisciplinar cujo trabalho deriva de poesia, teoria cr\u00edtica e performance. Sua pr\u00e1tica est\u00e1 relacionada \u00e0 cr\u00edtica anticolonial e \u00e0 desobedi\u00eancia de g\u00eanero. Atrav\u00e9s da performance, da fic\u00e7\u00e3o vision\u00e1ria e de estrat\u00e9gias situacionais de produ\u00e7\u00e3o de conhecimento, pretende ensaiar o fim do mundo tal como o conhecemos e a figura\u00e7\u00e3o do que vem depois de desalojarmos o sujeito colonial-moderno de seu p\u00f3dio. J\u00e1 apresentou trabalhos em diversos contextos institucionais, como as 32\u00aa e 34\u00aa Bienal de S\u00e3o Paulo, 10\u00aa Bienal de Berlim, 22\u00aa Bienal de Sydney e 46\u00aa Sal\u00e3o Nacional de Artistas da Col\u00f4mbia. \u00c9 autora do livro &#8220;N\u00e3o v\u00e3o nos matar agora&#8221;, publicado em Portugal em 2019 pela EGEAC e no Brasil em 2021 pela Editora Cobog\u00f3.<\/p>\n<p><em>Ju\u00e7ara Mar\u00e7al<\/em><\/p>\n<p>Cantora do grupo Met\u00e1 Met\u00e1. Integrou os grupos V\u00e9sper Vocal, A Barca e Ilu Ob\u00e1 De Min. Lan\u00e7ou em 2014 o disco solo &#8220;Encarnado&#8221;. O \u00e1lbum ganhou o Pr\u00eamio APCA &#8211; Melhor \u00c1lbum de 2014, Pr\u00eamio Governador do Estado &#8211; Melhor \u00c1lbum &#8211; Voto do J\u00fari, e Pr\u00eamio Multishow de M\u00fasica Compartilhada, entre outros. Em 2015, lan\u00e7ou &#8220;Anganga&#8221;, parceria com o m\u00fasico carioca Cadu Ten\u00f3rio. Com Rodrigo Campos e Gui Amabis, criou o projeto &#8220;Sambas do Absurdo&#8221;, inspirado no livro de Albert Camus, &#8220;O mito de S\u00edsifo&#8221;. Realiza, ao lado de Kiko Dinucci e Thais Nicodemo, o show Brigitte Fontaine, em que canta o repert\u00f3rio dessa artista. Em 2019 estreou como atriz na pe\u00e7a &#8220;Gota d&#8217;\u00e1gua {Preta}&#8221;. Em 2021 lan\u00e7a seu segundo disco solo, &#8220;Delta Est\u00e1cio Blues&#8221;.<\/p>\n<p><em>Kat\u00fa Mirim<\/em><\/p>\n<p>Mulher l\u00e9sbica, ind\u00edgena, rapper, compositora, atriz e criadora de conte\u00fado, reconhecida por suas letras, que atrav\u00e9s do rap\/rock, reconta a hist\u00f3ria da coloniza\u00e7\u00e3o pela \u00f3tica ind\u00edgena. Sua arte e conte\u00fados s\u00e3o sobre as tem\u00e1ticas que atravessam sua vida, identidade, g\u00eanero, lesbianidade e maternidade. Sempre fazendo o recorte entre o futuro e a ancestralidade, ela traz uma vis\u00e3o decolonial sobre o futurismo e a tecnologia. O futuro s\u00f3 pode ser ancestral.<\/p>\n<p><em>Leg\u00edtima Defesa<\/em><\/p>\n<p>Grupo de artistas, atores e atrizes, dj&#8217;s e m\u00fasicos, de a\u00e7\u00e3o po\u00e9tica, portanto pol\u00edtica, que tem como foco a reflex\u00e3o e representa\u00e7\u00e3o da negritude, seus desdobramentos sociais hist\u00f3ricos e seus reflexos na constru\u00e7\u00e3o da persona negra no \u00e2mbito das linguagens art\u00edsticas. Constituindo, desta forma, um di\u00e1logo com outras vozes po\u00e9ticas que tenham a negritude como tema e pesquisa. Formado em 2015, o coletivo Leg\u00edtima Defesa apresentou a performance po\u00e9tico-pol\u00edtica &#8220;Em Leg\u00edtima Defesa&#8221; na Mostra Internacional de Teatro de S\u00e3o Paulo de 2016. Em 2017, estreou o espet\u00e1culo &#8220;A miss\u00e3o em fragmentos: 12 cenas de descoloniza\u00e7\u00e3o em leg\u00edtima defesa&#8221; na programa\u00e7\u00e3o da Mostra Internacional de Teatro. Tem em sua bagagem uma s\u00e9rie de interven\u00e7\u00f5es urbanas, como &#8220;Racismo \u00e9 Golpe?&#8221; e &#8220;Um rosto \u00e0 procura de um nome&#8221;. Em 2019 estreou o espet\u00e1culo &#8220;Black Brecht &#8211; E se Brecht fosse negro?&#8221; projeto contemplado pelo Pr\u00eamio Z\u00e9 Renato, considerado pelo guia da folha como um dos mais relevantes do ano de 2019. Em 2022 estreou sua mais nova pe\u00e7a &#8220;Am\u00e9frica: em Tr\u00eas Atos&#8221; tamb\u00e9m contemplado pelo Pr\u00eamio Z\u00e9 Renato.<\/p>\n<p><em>Marcelino Freire<\/em><\/p>\n<p>Escritor, nasceu em 1967, em Sert\u00e2nia, Pernambuco. Viveu no Recife e desde 1991 reside em S\u00e3o Paulo. \u00c9 autor, entre outros, dos livros &#8220;Angu de Sangue&#8221; (Ateli\u00ea Editorial) e &#8220;Contos Negreiros&#8221; (Editora Record &#8211; Pr\u00eamio Jabuti 2006). Em 2004, idealizou e organizou a antologia de microcontos &#8220;Os Cem Menores Contos Brasileiros do S\u00e9culo&#8221; (Ateli\u00ea). Alguns de seus contos foram adaptados para teatro. Participou de v\u00e1rias antologias no Brasil e no exterior. &#8220;Contos Negreiros&#8221; foi publicado em 2013 na Argentina, pela Editora Santiago Arcos e com tradu\u00e7\u00e3o de Luc\u00eda Tennina, e no M\u00e9xico, pela Librosampleados, com tradu\u00e7\u00e3o de Armando Escobar. Criou a Balada Liter\u00e1ria, evento que acontece em S\u00e3o Paulo desde 2006, com edi\u00e7\u00f5es em Teresina (desde 2017) e Salvador (desde 2015). No final de 2013, publicou seu primeiro romance, intitulado &#8220;Nossos Ossos&#8221; (Record &#8211; Vencedor do Pr\u00eamio Machado de Assis), publicado tamb\u00e9m na Argentina, pela editora Adriana Hidalgo, na Fran\u00e7a pela editora Anacaona, e em Portugal pela editora Nova Dheli. Em 2018, lan\u00e7ou pela Jos\u00e9 Olympio, o livro &#8220;Bagageiro&#8221;, que re\u00fane o que ele chama de &#8220;ensaios de fic\u00e7\u00e3o&#8221;. Coordena oficinas de cria\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria desde o ano de 2003.<\/p>\n<p><em>Nan\u00e1 Vasconcelos<\/em><\/p>\n<p>Nasceu no Recife. Dotado de uma curiosidade intensa, indo da m\u00fasica erudita do brasileiro Villa-Lobos ao roqueiro Jimi Hendrix, Nan\u00e1 aprendeu a tocar praticamente todos os instrumentos de percuss\u00e3o, embora nos anos 60 tenha se especializado no berimbau. Depois das mais variadas experi\u00eancias musicais, mudou-se para o Rio de Janeiro e come\u00e7ou a trabalhar com Milton Nascimento. Em 1970, o saxofonista argentino Gato Barbieri o convidou para juntar-se ao seu grupo. Apresentaram-se em Nova York e Europa, com destaque para o festival de Montreaux, na Su\u00ed\u00e7a, onde o percussionista encantou p\u00fablico e cr\u00edtica. Ao t\u00e9rmino da turn\u00ea, fixou resid\u00eancia em Paris, Fran\u00e7a, durante cinco anos, onde gravou o seu primeiro \u00e1lbum &#8211; &#8220;Africadeus&#8221; (71). No Brasil, Nan\u00e1 gravou o seu segundo disco &#8220;Amazonas&#8221; (72). Come\u00e7ou, ent\u00e3o, uma bem-sucedida parceria com o pianista e compositor Egberto Gismonti, durante oito anos, que resultou em tr\u00eas \u00e1lbuns &#8211; &#8220;Dan\u00e7a das Cabe\u00e7as&#8221;, &#8220;Sol do Meio-Dia&#8221; e &#8220;Duas Vozes&#8221;. De volta a Nova York, formou o grupo &#8220;Codona&#8221;, com Don Cherry e Colin Walcott, tamb\u00e9m gravando e fazendo turn\u00ea com a banda do guitarrista Pat Metheny. Trabalhando com artistas das mais variadas tend\u00eancias, Nan\u00e1 Vasconcelos gravou com B.B. King, com o violinista franc\u00eas Jean-Luc Ponty e com o grupo de rock americano Talking Heads, liderado por David Byrne. Em 1986, de volta ao Brasil depois de dez anos, fez turn\u00ea recebida com entusiasmo pelo p\u00fablico. Nessa altura, Nan\u00e1 j\u00e1 havia trabalhado nas trilhas dos filmes &#8220;Procura-se Susan Desesperadamente&#8221;, de Susan Seidelman, estrelado por Rosanna Arquette e Madonna, e &#8220;Down By Law&#8221;, do cultuado diretor Jim Jarmusch, al\u00e9m de &#8220;Amazonas&#8221;, de Mika Kaurismaki. O trabalho de Nan\u00e1 sempre demonstrou a amplitude do seu talento, e nos anos 80 gravou o disco &#8220;Saudades&#8221;, concerto de berimbau e orquestra. Depois, vieram os \u00e1lbuns &#8220;Bush Dance&#8221; e &#8216;Rain Dance&#8221;, suas experi\u00eancias com instrumentos eletr\u00f4nicos. Da\u00ed por diante, Nan\u00e1 esteve envolvido mais diretamente com o cen\u00e1rio musical brasileiro ao fazer a dire\u00e7\u00e3o art\u00edstica do festival Panorama Percussivo Mundial (Percpan), em Salvador, e do projeto ABC Musical, al\u00e9m de participa\u00e7\u00f5es especiais em \u00e1lbuns de Milton Nascimento, Caetano Veloso, Marisa Monte e Mundo Livre S\/A, entre outros. Em meio a in\u00fameros lan\u00e7amentos fora do pa\u00eds, Nan\u00e1 Vasconcelos lan\u00e7ou no Brasil o disco &#8220;Contando Est\u00f3rias&#8221; (94), depois os CDs &#8220;Contamina\u00e7\u00e3o&#8221; e &#8220;Minha L\u00f5a&#8221;. No fim de 2005, lan\u00e7ou &#8220;Chegada&#8221;, pela gravadora Azul Music, e em 2006, o CD mais recente, intitulado &#8220;Trilhas&#8221;. Com ra\u00edzes pernambucanas, Nan\u00e1 idealizou o projeto ABC das Artes Flor do Mangue, trabalho com crian\u00e7as carentes. Uma trajet\u00f3ria de vida que esbanja virtuosismo musical e integridade pessoal em tudo o que faz e toca. Informa\u00e7\u00f5es mais detalhadas sobre o artista podem ser encontradas no site.<\/p>\n<p>Naruna Costa, Tabo\u00e3o da Serra, S\u00e3o Paulo, 1983. Atriz, cantora e diretora. Sua atua\u00e7\u00e3o se caracteriza pela valoriza\u00e7\u00e3o po\u00e9tica das periferias paulistanas e da presen\u00e7a negra no cen\u00e1rio cultural. Ao longo de uma d\u00e9cada e meia, Naruna se firma no mundo art\u00edstico brasileiro gra\u00e7as ao impacto pol\u00edtico e est\u00e9tico de seus trabalhos em teatro, televis\u00e3o, cinema e m\u00fasica. Suas escolhas de personagens ilustram a resist\u00eancia \u00e0 opress\u00e3o social e aos abismos econ\u00f4micos do pa\u00eds. Formada na EAD &#8211; Escola de Arte Dram\u00e1tica ECA\/USP\/2009, Naruna \u00e9 Co-fundadora do Espa\u00e7o Clari\u00f4 Tabo\u00e3o da Serra e do premiado Grupo Clari\u00f4 de Teatro, refer\u00eancia da milit\u00e2ncia negra de cultura perif\u00e9rica de SP, tamb\u00e9m lidera o grupo de pesquisa de m\u00fasica urbana de raiz popular: &#8220;Clarianas&#8221;, com dois discos autorais gravados: &#8220;Girad\u00eara&#8221; em 2012 e &#8220;Quebra Quebranto&#8221; em 2019. No audiovisual, Naruna atualmente protagoniza a s\u00e9rie &#8220;Irmandade&#8221; da plataforma de streaming Netflix, onde vive a intrigante advogada Cristina. Em 2018, a atriz e diretora foi a primeira negra a receber o &#8220;Pr\u00eamio APCA&#8221;, na categoria Melhor Dire\u00e7\u00e3o, pela montagem do espet\u00e1culo &#8220;Buraquinhos &#8211; ou &#8211; O Vento \u00e9 inimigo do Picuma&#8221; de Jonny Sallaberg, categoria pela qual tamb\u00e9m foi premiada pelo Pr\u00eamio Aplauso Brasil\/ J\u00fari Popular 2018. Naruna tamb\u00e9m foi premiada na categoria Melhor Atriz, em 2020 por sua atua\u00e7\u00e3o no filme &#8220;Toro&#8221; de Eduardo Felistoque no VI FBCI Festival Brasileiro de Cinema Internacional.<\/p>\n<p><strong>Servi\u00e7o: \u00daltimos dias para visita\u00e7\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o &#8220;Terra de Gigantes&#8221;, com curadoria de Daniel Lima<\/strong><\/p>\n<p>Data: 21 de janeiro de 2024 (domingo)<\/p>\n<p>Hor\u00e1rio: De quarta a sexta, das 9h \u00e0s 18h (com acesso at\u00e9 as 17h30), e aos s\u00e1bados, domingos e feriados, das 13h \u00e0s 18h (com acesso at\u00e9 as 17h30).<\/p>\n<p>Local: Museu de Arte Contempor\u00e2nea do Cear\u00e1 (MAC-CE), no Centro Drag\u00e3o do Mar de Arte e Cultura (Rua Drag\u00e3o do Mar, 81 &#8211; Praia de Iracema)<\/p>\n<p>Acesso gratuito e livre.<\/p>\n<p>Mais informa\u00e7\u00f5es: (85) 3488.8624 ou <a href=\"https:\/\/www.dragaodomar.org.br\">https:\/\/www.dragaodomar.org.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em cartaz no Museu de Arte Contempor\u00e2nea, &#8220;Terra de Gigantes&#8221; proporciona ao p\u00fablico uma imers\u00e3o em po\u00e9ticas a partir de perspectivas negras e ind\u00edgenas de artistas brasileiros. 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